[Bancariosdebase] CONVITE/CONVOCAÇÃO ao Vº Encontro da FNOB
Márcio Cardoso
marciocarsi em yahoo.com.br
Sábado Novembro 17 02:50:00 UTC 2012
Prezados companheiros, manos e minas.
Camarada Daniel e demais.
Serei muit claro e breve.
Nao menosprezei o que se passa na Europa ena Argentina, embora noa saiba os pormenores tão bem quanto o camarada. O que noa posso aceitar é dizer que o que ocorre lá vai, necessariamente, acontecer aqui no Brasil e que devemos copiá-los. Citei o caso da Europa em que há greves gerais quase todos os dias, mas. De nada adianta isso se a classe não enxergar e encaminhar um outro projeto social e político, isto e, o socialismo.
Sim... A esquerda em geral brinca de militar, mas evidentemente não faz de forma consciente, mas isso é resultado da militância de se construir o Partido revolucionário, ainda que passando por cima dos interesses a classe....isso serve para nos do BDB também, pois há entre nós a possibilidade de unidade apenas pelo chamado nosso , como se a questão noa fosse política e não moral. Se houve algo de positivo na reunião do ultimo sábado, foi para deixar claro o quão sérios eles são, ao ponto de vetarem qualquer proposta que propuséssemos só porque não foi proposto por eles. Eles falaram do PSTU quanto aos acórdãos, mas se esquecem que eles fizeram parte deste acórdão . Hipocrisia pior que isso é bobagem.
Deslocara outras pessoas para falar com os coletivos não resolvem o problema, pois continuamos a gastar energia desnecessária com estes agrupamentos que apenas querem se auto-promoverem, ainda de rifem os interesses da categoria. Diante deste situação nao me restou outra alternativa senão colocar a "faca no pescoço"deles. Veremos se a tática deu certo no proximo encontro.
Abraços.
MCS
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Em 16/11/2012, às 23:59, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:
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> Companheiro Márcio e demais
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> Pode ser que a minha irritação com o companheiro tenha se devido a que eu estava doente, com febre e dor de cabeça no dia.
>
> Mas vamos tentar tratar dos problemas políticos.
>
> Sobre a convocação da plenária, a presença é sim um critério objetivo para medir o quanto a atividade era viável. Se conversamos pessoalmente com 10 pessoas e 5 confirmam que vão comparecer, é sinal que pelo menos 1 vai comparecer e se deve manter. Se convidamos 10 pessoas, mas só 1 diz que vai comparecer, seria totalmente aceitável informar depois a esse 1 que a atividade estava suspensa. Na minha opinião, o que deveríamos ter feito antes do sábado era uma simples soma de quantas pessoas disseram pessoalmente que iriam, para avaliar se era viável ou não manter a plenária. Fizemos uma especulação muito vaga sobre a presença hipotética das pessoas e não um cálculo racional, mas isso serve de lição para tentativas futuras. E se tivéssemos considerado a plenária inviável para a data escolhida, isso em nada desabonaria a militância dos companheiros Israel e Márcio, nos complexos, a qual, isso sim, não é medida pela capacidade dessa convocação, mas por uma série de outros fatores, os quais me levam a avaliar a que fazem um trabalho excelente.
>
> Sobre as intervenções, desde que a atividade começou até o momento em que se encerrou o horário combinado com o Sintrajud, as falas transcorreram livremente. Não foi contado o tempo de ninguém, nem o seu. Você se inscreveu duas vezes e falou o que teve vontade, do mesmo jeito que todo mundo. Quando se encerrou o tempo previsto, depois das 17:00 hs e se passou para os encaminhamentos, eu já não tinha mais controle como mesa e as pessoas se auto-inscreviam e tomavam a palavra, e ninguém foi tolhido nem por mim, que já não era mais mesa, nem por ninguém.
>
> Sobre o que os companheiros da LER disseram, vamos devagar, não houve nenhuma bobagem. O conteúdo do que eles propuseram em relação à campanha em defesa do Messias não tem nada de errado. Eles não propuseram “defendam o Messias porque ele é um super homem”, disseram “defendam o Messias porque é importante defender todos os ativistas da categoria, idependente de qual corrente sejam”. Se o movimento não puder defender os seus ativistas, não poderá conseguir conquistas. Não há nada de errado em colocar o nome do Messias na campanha, isso não é incompatível com o conteúdo de defesa dos ativistas em geral, ou defesa da liberdade sindical, como você chama, ou da organização dos trabalhadores, etc. Outra coisa, eles tem todo o direito de se recusar a trabalhar com uma cartilha que nós escrevemos. Eles têm o direito de ter divergência e isso não é trivial. Pode ser que a divergência seja porque a cartilha não fala na Quarta Internacional, ou por qualquer motivo. Nós também temos o direito de recusar o material de outro coletivo, não há problema nisso.
>
> Sobre as suas intervenções, aí sim, vários problemas. Você disse que no período anterior ainda era possível brincar de militância, mas agora não é mais. Tudo errado: em período nenhum se pode brincar de militância, a militância é algo muito sério, em qualquer período, de ascensou ou refluxo, de democracia ou de ditadura, etc. E se alguém brinca de militância, de quem se trata? Nós brincávamos de militância e agora não brincamos mais? O MNOB brincava de militância? A LER brinca de militância? Era uma indireta para eles? Se é isso que se quer insinuar, é algo bastante deselegante, para se dizer para um coletivo com o qual nunca se atuou em conjunto antes! Ou então, estava querendo dizer que todos brincam de militância, mas só nós militamos de verdade, o que seria uma tremenda jactância, também extremamente deselegante. Você disse que não adianta ter uma concepção de trabalho de base bonitinha no papel, porque só isso não vai adiantar. O problema: aquilo que o companheiro falou sobre trabalho de base está corretíssimo. Ele deu a descrição correta do que é a função de delegado sindical: representar os trabalhadores da sua base, não as idéias e interesses da sua corrente. Pode-se até desconfiar de que eles não vão agir assim, mas é preciso dar tempo ao tempo e esperar para ver como de fato eles agem. Você disse que o que acontece na Argentina e na Europa tem pouca importância, porque o importante no Brasil é a queda do spread bancário. O problema: você sabe o que está acontecendo na Argentina? Conhece a estrutura sindical de lá? Sabe o que é a CGT, a maior burocracia sindical do país, que é dirigida há 70 anos pelos peronistas, pois no país nunca houve uma organização classista e de massa, como a CUT? Sabe o que é a CTA, um racha burocrático da CGT, que se apresenta com verniz de esquerda, mas na prática não é nada diferente? Sabe que a burocracia sindical argentina é tão mafiosa que assassinou um militante do PO em 2011? Sabe que a Argentina está passando por uma renovação geracional do seu proletariado, depois do “Argentinazo” de 2001, com um crescimento econômico escorado nas exportações de commodities e de automóveis para o Brasil? Sabe que essa nova geração de trabalhadores argentinos é uma equivalente da nova geração de trabalhadores que têm protagonizado muitas greves e manifestações no Brasil? Sabe que na Argentina a atuação da esquerda revolucionária se dá nas chamadas “internas”, o equivalente a CIPA, comissão de fábrica, delegado sindical ou diretor de base que existem aqui? Companheiro, antes de menosprezar as contribuições dos outros, é preciso fazer a lição de casa!
>
> Sobre o histórico do Coletivo Bancários de Base, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! O passado do Coletivo Bancários de Base é uma coisa e o presente da reunião com a LER é outra! A LER não está entrando para o Coletivo Bancários de Base, eles têm o coletivo deles e nós fazemos parte de outro coletivo. A LER não pode pagar pelo que os integrantes de outras organizações fizeram ao participar do Coletivo Bancários de Base. Os militantes de outras organizações cometeram vários erros, a LER ainda não cometeu nenhum conosco (pelo menos ainda não em bancários, embora já tenham cometido em professores e em universitários, o que deve nos deixar de sobreaviso). Não se pode ser tão agressivo com eles apenas pela suposição de que vão agir errado, baseado em como agiram no passado em outras frentes.
>
> E sobre o que os militantes de outras organizações fizeram no passado, no Coletivo Bancários de Base, aí sim acho que você tem toda razão. Quando nós do Espaço Socialista ingressamos no Coletivo Bancários de Base, havia companheiros que defendiam a Intersindical e nós defendíamos a Conlutas. Deixamos isso claro desde o começo. Defendemos as nossas posições como todos defendiam as suas, e nunca deixamos de cumprir as tarefas do Coletivo Bancários de Base, de panfletar, de cotizar, de reunir, etc. Permanecemos no Coletivo Bancários de Base e no MNOB até 2010, quando saímos do MNOB, conforme combinado, já na perspectiva de construir outra oposição bancária nacional, que hoje é a FNOB. A essa altura, porém, aqueles companheiros já haviam saído do Coletivo Bancários de Base. Aquilo que defendemos como tese do Coletivo Bancários de Base em 2009, a reestruturação da oposição nacional, com base em princípios, democracia, respeito à base, é o que defendemos agora e vamos defender no Encontro de Porto Alegre. Quanto aos outros companheiros, onde estão agora? Porque saíram do Coletivo Bancários de Base? Cada um teve seus motivos, alguns não estão mais na categoria, outros estão defendendo seus projetos em outras correntes. Mas nós permanecemos. Apostamos no Coletivo Bancários de Base. Quando o companheiro Israel se aproximou do Espaço Socialista, explicamos que a nossa atuação em bancários é feita através do Coletivo Bancários de Base e assim está sendo. Claro que cometemos erros ao longo desse período, mas nunca abandonamos o compromisso com o Coletivo Bancários de Base, como os militantes de outras organizações fizeram.
>
> Mas para fechar essa discussão, acho que o companheiro expressou o trauma e o desgaste que foi a convivência com militantes de outras organizações. Também acho que não precisamos passar por esse desgaste de novo. Devemos construir o Coletivo Bancários de Base com base no acúmulo que já temos ao longo desses anos, e apostar nesse projeto. A unidade com outras correntes, quando acontecer, será discutida ponto a ponto, respeitando a autonomia e as concepções de cada coletivo. Não precisamos nos desgastar por antecipação com a LER. Acho que você se exaltou sem necessidade na reunião de sábado.
>
> Se o companheiro acha que vai se desgastar demais discutindo com eles, podemos discutir essa tarefa de fazer reuniões com os outros coletivos. Você pode se dedicar a outras tarefas, e outros companheiros se reúnem com eles.
>
> Vamos debater isso melhor quando tivermos outra reunião do Coletivo Bancários de Base. Para deixar mais clara minha proposta em relação à data de reunião, proponho a segunda-feira à noite, dia 19.
>
> Daniel
>
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> _________________________________________
> “So, understand! You waste your time always searching for those wasted years!
> Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!”
>
> “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos!
> Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!”
>
> Iron Maiden, “Wasted Years”
> _________________________________________
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> On Sex 16/11/12 01:32 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br sent:
> Prezados companheiros manos e minas.
>
> Camarada Daniel.
>
> 1- o critério para se dizer que foi acertado ou não suspender a plenária de sábado não é, do me ponto de vista, a presença física de bancários não organizados. Que demos um passo maior que as pernas, isso eu não tenho dúvida, mas esta certeza só tive com a realização da reunião. Mas será que não podemos tirar uma lição disso? Será que fomos unificados politicamente fazer a convocação?
> Eu tenho feito m trabalho no SAC, que o Israel estava acompanhando e acreditei que o nosso trabalho (entre intervenção na SIPAT e acompanhamento pelo Israel pudessem ter alguns frutos....mas infelizmente não foi suficiente. Isso sem dizer do excelente trabalho que i Israel eta fazendo na VB
>
> 2-o fato de não ter bancário não organizado não que dizer que não tinha base: todos os presentes trabalham. A questão a saber é , mesmo estando na base, quem esta lutando pelos seus interesses ou pelos interesses alheios.
>
> Quanto a minha intervenção... Bom... Nunca fui muito bom de oratória, e muito menos quando 1-esta muito claro para mim que a LER quer e construir sobre a desgraça alheia, isto é, sobre os ataques que o Messias está sofrendo....pouco importa se isso é um ataque à livre organização sindical. Para eles é importante se construir, ainda que rife os interesses da classe. Colocavam uma série de poréns para atuar conosco, ate nas coisas mais triviais, como a apresentação da cartilha, ainda que desatualizada, ou como apresentar a "defesa do Messias " como algo político e não pessoal; 2- o companheiro foi extremamente rigoroso comigo nas minhas falas, mas foi muito generoso com os demais. Senti-me tolhido, censurado e muito nervoso, pois via o pessoal da LER falando um monte de bobagens ea mim só me cabia a ouvir. Quando a coisa se tornou insustentável para mim, tentei concertar os rumos do encaminhamento, mas aí fui tolhido de novo, e fiquei com a pecha de "intransigente", quando, na verdade, quem foi intransigente foi o camarada.
>
> Pode ser que minha postura foi arrogante, professoral, etc,etc,etc,...mas isso é resultado de u passado não tão distante em que lutávamos, no interior do BDB contra os mais diversos interesses, todas elas distantes das necessidade dos. Bancários. Eu, por diversas vezes, acusado de "tanto ir para esquerda, estava tendo uma postura de direita". Trouxemos 2 pessoas para tentar construir o BDB, mas a base, vendo um bando de lunáticos debatendo entre si se quem é mais nocivo para a categoria é o MNOB ou a articulação , que acabou por travar o coletivo, pois não desenvolveu o seu próprio projeto? O Israel foi a 3ª pessoa que trouxemos para o BDB e ficou, pois os componentes que nos acusavam foram embora do coletivo e depois de tudo acabou provando o que de fato queriam: levar bancários pra a sua sigla, isso quando não se bandearam para a Articulação. Portanto, não quero e não vou permitir que gastemos energia de novo com picuinhas partidárias enquanto os bancários (e nós) sofremos as mais diversas pressões. Se a unidade entre as correntes ocorrer, será por pressão da base, e não por acreditar que as organizações vão atender a um chamado de unidade, como se a causa do esfacelamento da esquerda fosse moral, e nao política.
>
> Quanto a reuniao do PSTU na Terça, seria importante o Israel e o Messias dar os informes.
>
> Quanto a convocação para o Encontro da Frente, faço de suas palavras as minhas.
>
> Um forte abraço.
>
> Márcio
>
> Acesse www.espacosocialista.org
>
>
> Em 15/11/2012, às 18:59, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:
>
>> Olá comp em s do Bancários de Base
>>
>> Na sexta-feira passada, quando estive no centro de São Paulo para buscar a chave do Sintrajud estava gripado e tomei chuva e vento frio. Desenvolvi uma pneumonia, e já estava muito mal no sábado, dia da nossa plenária, que se transformou em reunião com a LER.
>>
>> Fui teimoso e ainda trabalhei na segunda-feira, mas desde terça, quando fui ao médico e foi diagnosticada pneumonia, estou novamente afastado, em casa, para tratamento. Os sintomas passaram e agora estou em condições de entrar na internet e intervir em alguns pontos.
>>
>> Primeiro, com relação à plenária, não compareceu sequer um trabalhador de base convocado por nós. Isso mostra que eu e Messias tínhamos razão quando propusemos suspender a atividade e trabalhar melhor para outro momento, e gostaria que o Márcio reconhecesse isso.
>>
>> Segundo, a plenária acabou se transformando em reunião com a LER. Como disse desde o começo, a LER tem um histórico problemático no que se refere à atuação conjunta, mas como ainda não fizemos essa experiência em bancários, estamos lhes dando o benefício da dúvida: pode ser que funcione deste vez onde em outras frentes não funcionou. Não podemos ser nós a ficar com a pecha de sectários sem dar uma chance aos companeiros (por mais que nem todos de nós tenham tido esse comportamento na plenária-reunião, e aqui me refiro especificamente ao Márcio, cujas intervenções no dia achei horríveis, arrogantes, auto-proclamatórias, prepotentes, professorais, e ainda espero voltar a conversar pessoalmente a respeito, mas precisava desabafar aqui).
>>
>> Terceiro, parabéns ao Israel pela iniciativa do informe para sua base, esse é o procedimento correto, acho também que refletiu bem o que foi conversado no dia.
>>
>> Quarto, conforme antecipei já no sábado, não teria condições de comparecer à reunião de terça-feira com o MNOB (e tive menos ainda depois de cair doente), mas gostaria de saber se algum de nós pôde comparecer e se há algum informe.
>>
>> Quinto, precisamos nos organizar para o Encontro de Porto Alegre e produzir um documento que dê conta dos problemas que estamos identificando e de propostas daquilo que achamos necessário para que a FNOB funcione.
>>
>> Sexto, com relação ao que o Messias chama de "ranço morenista brasileiro", preciso lembrar que nós do Espaço Socialista não somos morenistas, rompemos com essa concepção e estamos a anos-luz dela. O MR sim se reivindica explicitamente morenista, e age como tal, o que pode sim ser um problema. Por outro lado, o companheiro que nos convidou, nominalmente a mim e ao Márcio, o Jorge, da ANBERR, não é militante do MR, nem muito menos morenista, é um independente e é anti-partido. Ele cita a nós dois porque foi somente a nós dois que ele conheceu nos Encontros da FNOB acontecidos até agora.
>>
>> Por último, temos que dar seguimento às nossas atividades, pautando os encaminhamentos que foram tirados das reuniões com os outros coletivos no sábado e terça, bem como definir os eixos da intervenção em Porto Alegre.
>>
>> Devemos fazer ao menos uma reunião ou talvez duas até o Encontro. Pelas minhas condições de saúde, provavelmente só vou ter condições na semana que vem, lembrando que de quinta a domingo (22 a 25) vou estar fora de São Paulo (aniversário de 40 anos de casamento dos meus pais em Pernambuco), o que reduz o meu tempo disponível. Mas é claro, se preciso, o coletivo pode se reunir sem mim, acato o que for decidido e se possível mando contribuição por escrito.
>>
>> Daniel
>>
>>
>> _________________________________________
>> “So, understand! You waste your time always searching for those wasted years!
>> Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!”
>>
>> “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos!
>> Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!”
>>
>> Iron Maiden, “Wasted Years”
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>>
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>> On Seg 12/11/12 20:44 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
>> Olá a tod em s!
>> Pois é Márcio, ainda que não devamos alimentar certos debates, a respeito de certas situações, é sintomático desde sempre a postura parcial dos comp em s da FNOB em relação aos militantes orgânicos do Coletivo Bancários de Base SP e bancari em s da base que nos têm como referência. A que se superar este "ranço morenista brasileiro", se é que tal expressão possa fazer algum sentido. O importante é que a vida segue.
>> Saudações a tod em s.
>> Messias.
>> --- Em seg, 12/11/12, Márcio Cardoso escreveu:
>>
>> De: Márcio Cardoso
>> Assunto: Fwd: CONVITE/CONVOCAÇÃO ao Vº Encontro da FNOB
>> Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org" , "Israel Fernandez Junior" , "Messias - Osasco" , "Daniel Esp Soc"
>> Data: Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012, 14:53
>>
>> É que eu e o Daniel somos figurinhas carimbadas....daí a mencaobde apenas nós dois. Dai a importância de irmos em maior número possível.
>>
>> Abraços.
>>
>> Márcio
>>
>> Acesse www.espacosocialista.org
>>
>>
>> Início da mensagem encaminhada
>>
>>> De: "Jorge Luiz do Nascimento" <jujubela.ez em terra.com.br>
>>> Data: 11 de novembro de 2012 15:03:04 BRST
>>> Para: <marciocarsi em yahoo.com.br>
>>> Assunto: CONVITE/CONVOCAÇÃO ao Vº Encontro da FNOB
>>> Prezado Márcio:
>>>
>>> Quem lhe escreve é o Jorge Luiz do Nascimento, vice-presidente da ANBERR, comunicando que aqui, em Porto Alegre, será realizado, nos dias 01 e 02 de dezembro de 2012 o Vº Encontro da Frente Nacional de
>>>
>>> Oposições Bancárias, FNOB.
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>>> Em nome da entidade que represento e dos Bancários de Base do Rio Grande do Sul, conto com sua indispensável presença, uma vez que sua participação é muito valiosa para a Frente.
>>>
>>> Sei que tu e o Daniel estiveram envolvidos em situações especiais. Mesmo assim confio que podem superá-las e nos dar o prazer de participarem do Vº Encontro.
>>>
>>> A UCS, de Pernambuco pretende mandar representantes, assim como o Maranhão, RN, Brasília e Bahia.
>>>
>>> Haverá um contato com os cearenses que, penso eu, renderá a presença de algum outro representante.
>>>
>>> Estamos contatando o interior do Estado do Rio Grande do Sul e também haverá algum comparecimento.
>>>
>>> Se puderes contatar mais pessoas de São Paulo interessadas na Frente, melhor. Quem sabe o pessoal de Bauru!?
>>>
>>> Seguem anexos: Texto de convocação com informações sobre o Vº FNOB, Mapa do local onde ocorrerá o evento e lista de hotéis e pousadas mais próximas ao evento.
>>>
>>> Contando com sua fundamental presença, agradeço a atenção.
>>>
>>> Qualquer problema, comunique-me logo.
>>>
>>> Jorge Luiz do Nascimento
>
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