[Bancariosdebase] Enc: Panfleto dia 22

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Terça Novembro 20 19:49:26 UTC 2012


Segue o panfleto novamente. Anexo e no corpo do texto.

OPOSIÇÃO BANCÁRIA
UNIFICADA SP

 

COLETIVO BANCÁRIOS DE BASE SP (FNOB FRENTE NAC
OPOS. BANCÁRIA) 

COLETIVO “UMA CLASSE” /PIQUETE DA 7 CEF SP

MNOB MOVIMENTO NACIONAL DE OPOSIÇÃO BANCÁRIA

 

 

Dia 22/11:
todos vestidos de Preto!



O BB e a CEF, a cada
dia desrespeitam mais os seus funcionários com o ritmo

alucinante de trabalho, a pressão por metas, o não respeito ao direito de

greve, a perseguição aos ativistas, o desrespeito à jornada de seis horas e

o descomissionamento arbitrários.

 



1- O BB e a CEF pressionam em graus diferentes os funcionários,  assediam,

exigindo a compensação dos dias de greve, em um claro desrespeito a este

direito. No BB chegaram a cancelar férias de funcionários e foram divulgados
comunicados, da DIREF e de alguns gestores, como do Paulo

Canderolo ameaçando os funcionários com “punições administrativas”. Tais

ameaças não têm nenhum amparo nem na lei, nem nos acordos coletivos da

categoria e constituindo claros descumprimentos à legislação. Tanto é assim, que
o sindicato de Brasília obteve, através de liminar, a garantia das férias dos funcionários.





2-A Caixa continua expandindo serviços sem aumento do número de

funcionários. Isso tem levado a um aumento do assédio moral e das

terceirizações. O BB, por sua vez, congelou a contratação de novos

funcionários até o final do ano, afirmando que, apesar do lucro, tem que cortar
gastos.  





3-O Banco do Brasil desrespeita o direito da categoria bancária trabalhar seis horas.
A intenção do banco é implementar a jornada de seis horas com

redução de salário e sem garantir o valores devidos nos últimos cinco anos,

até janeiro do próximo ano. O banco chega ao ponto de descomissionar

funcionários que ganham ação de seis horas na justiça, em mais um

desrespeito à constituição que garante o direito de todo cidadão de

recorrerem à justiça em busca de seus direitos.





4-Tanto a CEF, como o BB, descomissionam funcionários com mais de seis

meses de licença saúde. Não podemos aceitar que alguém seja penalizado por

ficar doente. Os dois bancos têm utilizados as comissões como instrumento

de assédio e promovido vários atos de forma arbitrária. Por

isso exigimos que haja concurso interno com critérios objetivos para suprimento
das vagas e que nenhum funcionário seja penalizado por mero capricho de
gestores muitas vezes despreparados,  sem
critérios ou ritos justos e coerentes com a 
administração. Exigimos que o sindicato de SP defenda essas posições na
mesa de negociação da CEF que vai debater os critérios de descomissionamentos
na empresa.

 



5- O BB promoveu, recentemente, novos ataques: retirou a verba do programa

de aprimoramento que garantia ressarcimento para gasto com literatura,

cursos ou internet;  a CASSI pretende cobrar valores de co-participação
que

afirma terem deixado de cobrar entre 2003 à 2010. Como é possível que ousem

descontar da folha de pagamento de funcionários, erros de caixa, que afirmam que
não podem sequer comprovar que sejam devidos? Isso mesmo: a CASSI afirmou que
não possui extratos ou comprovantes destes débitos em atraso!







6- O BB e CEF têm perseguido os ativistas para seguirem implementando esses

ataques absurdos aos trabalhadores com maior facilidade, sem resistência.

Em relação à CEF é importante denunciar a perseguição ao ativista Messias,

que esta tendo que responder inquérito administrativo por ter militado para

garantir que seus colegas aderissem à greve da categoria, fazendo piquete.

No SAC do BB ao menos quatro ativistas, dois deles delegados sindicais, têm

sidos duramente perseguidos pela administração.





7-Por último, não podemos nos omitir da necessidade de denunciar e resistir

ao maior ataque aos direitos dos últimos tempos, não só da categoria

bancária, mas de todos os trabalhadores do país: o governo federal está

tentando aprovar o Acordo Especial de Trabalho (ACE). Este acordo estabelece que
o negociado se sobreponha os legislado, de maneira que os direitos garantidos
pela CLT possam ser retirados a qualquer momento, nas

negociações entre patrões, governos e entidades representativas dos

trabalhadores. Assim,  como férias, licença-maternidade, jornada de

trabalho e outros poderão ser reduzidos nos acordos coletivos. O mais

absurdo é que está proposta partiu do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC,

ligado a CUT, coisa que significa apenas uma enorme traição da burocracia

sindical. Diversos setores organizados da sociedade estão se organizando

para impedir esta tragédia - sem qualquer exagero.







*Nós, dos vários grupos que fazem oposição ao sindicato de SP,* fazemos um

chamado para que todos usem roupas pretas no próximo dia 22. Vamos

expressar nossa insatisfação, assim como os colegas bancários de outros

estados, como Florianópolis, Brasília e Curitiba, que também estarão em

protesto. Vamos evidenciar o nosso repúdio às políticas do governo e dos

patrões e demonstrar que não estamos dispostos a abrir mão dos nossos

direitos.

 

e-mail:bancariosdebase em yahoo.com.br







 
--- Em ter, 20/11/12, Utopia <utopia_s em yahoo.com.br> escreveu:

De: Utopia <utopia_s em yahoo.com.br>
Assunto: [Bancariosdebase] Panfleto dia 22
Para: "Bancários de Base Novo" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
Data: Terça-feira, 20 de Novembro de 2012, 8:00


Segue panfleto alterado. Alterações e sugestões ,por favor, mandem AGORA.
Saudações
-----Anexo incorporado-----

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