[Bancariosdebase] Fwd: panfleto refeito, e remasterizado

Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
Terça Novembro 20 23:29:52 UTC 2012



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> De: Márcio Cardoso da Silva <marciocarsi em gmail.com>
> Data: 20 de novembro de 2012 21:11:11 BRST
> Para: marciocarsi em yahoo.com.br
> Assunto: panfleto refeito, e remasterizado
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> Caros colegas.
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> Diante de um texto cheio de informações erradas e de erros de português, tomei a liberdade de refazer o texto aprovado na plenária do MNOB para tornà-lo inteligível para a categoria. Segue em em anexo e no corpo do e-mail. Neste mento, estou a caminho de Santo André para imprimir em torno de 700 panfletos. Só for necessário imprimir mais, vocês só tê o tempo de manifestar até eu chegar lá e iniciar o processo de impressão. O conteúdo e a versão final do panfleto reescrito por mim, infelizmente, não estão em discussão, exceto se tiver e/ou faltar um dado muitíssimo importante.
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> Todos sabem a o meu telefone e pode me contatar desde já.
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> Abraços.
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> Márcio.
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> OPOSIÇÃO BANCÁRIA UNIFICADA SP.
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> COLETIVO BANCÁRIOS DE BASE ( ligado a FNOB – Frente Nacional de Oposição Bancária), UMA CLASSE/ PIQUETE DA (agência) 7 (de Abril) CEF SP,  e MNOB  (Movimento Nacional de Oposição Bancária ).
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>  
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> DIA 22 DE NOVEMBRO, QUINTA FEIRA, TODOS VESTIDOS DE PRETO.
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>  
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> O BB  e a CEF , a cada dia desrespeitam mais os seus funcionários impondo um  ritmo alucinante de trabalho, pressão por metas,  não respeito  ao direito de greve, a perseguição aos ativistas, o desrespeito à jornada de seis horas e descomissionamentos arbitrários.
> 
> 1-O BB e a CEF pressionam, em graus diferentes, os seus respectivos funcionários. Assediam exigindo a compensação dos dias de greve, num claro desrespeito a este direito. No BB chegou-se a cancelar férias, abonos dos colegas por meio de comunicação da DIREF e os gestores, como o senhor Paulo Candeloro, ameaçando os funcionários com “punições administrativas”. Tais ameaças não tem nenhum amparo na Lei, nem nos acordos coletivos da categoria,  constituindo claros descumprimentos a Legislação . Tanto é assim que o Sindicato de Brasília obteve, por meio de liminar, a garantia de férias de seus funcionários (http://www.bancariosdf.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=10361:sindicato-obtem-liminar-contra-cancelamento-de-ferias-no-banco-do-brasil&catid=13:banco-do-brasil&Itemid=22. Ver também a súmula 372 do TST);
> 
> 2-A CEF continua e aumentando a quantidade e intensidade de serviços sem aumento do quadro de funcionários. Isso tem levado  a um aumento do assédio moral, adoecimentos  e das terceirizações. No BB, por sua vez, congelou a contratação de novos funcionários até o final de 2012, afirmando que, apesar do lucro, tem de cortar gastos;
> 
> 3-O Banco do Brasil desrespeita o direito da categoria bancária trabalhar seis horas. A Intenção do banco é implementar  a jornada de seis horas com redução de salário até janeiro de 2013,sem garantir  que ao valores devidos em relação a 7ª e 8ª hora nos últimos 5 anos. O Banco chega ao ponto de descomissionar  funcionários que ganham  ação  de seis horas  no Juciário, que é mais um desrespeito  à Constituição , que garante o direito de todo trabalhador se socorrer do Judiciário em busca de seus direitos.
> 
> 4-Tanto a CEF, quanto o BB, descomissionam funcionários  com mais de seis meses de licença-saúde. Não podemos aceitar que alguém seja penalizado por ficar doente, principalmente quando o motivo da enfermindade são as péssimas condições de trabalho a que somos submetidos. Os dois bancos “públicos” (mas privados em sua gestão) têm utilizados as comissões como instrumento de assédio e de gestão,  promovendodo várias punições de forma arbitrária, contra os normativos internos (!!!) e a Legislação vigente. Para acabar com isso, exigimos concurso interno com critérios objetivos para o preenchimento de vagas, e que nenhum funcionário seja penalizado por capricho dos gestores (muitas vezes despreparados), subemetendo os colegas a um processo seletivo sem critérios ou ritos claros, justos e coerentes. Exigimos que o Sindicato de São Paulo defenda essas posições nas mesas de negociação  da CEF, que debaterá os critérios de descomissionamentos na empresa;
> 
> 5-O BB promoveu recentemente novos ataques : retirou a verba do Programa de Aprimoramento Profissional, que garantia ressarcimento para gastos com literatura, cursos, internet, etc...; a CASSI pretende cobrar valores de coparticipação que afirma terem  deixado de cobrar entre 2003 à 2010 Sem qualquer comprovante, ou demonstrativo destes pretensos débitos em atraso!
> 
> 6-O BB  e  CEF têm perseguido os ativistas para seguirem implementando esses ataques absurdos aos bancários com maior facilidade, sem resistência. Em relação a CEF é importante denunciar à perseguição ao ativista Messias, que responde a dois inquéritos administrativos  por ter lutado para garantir que os nossos colegas daquele banco pudessem exercer o direito de greve. No SAC do BB (Serviço de Apoio ao Consumidor) ao menos quatro ativistas, dois deles delegados sindicais (entre eles, o Delegado Sindical Márcio Cardoso da Silva) são duramente perseguidos pela administração.
> 
> 7-Por último, não podemos nos omitir  da necessidade  de denunciar  e resistir  ao maior ataque aos direitos  dos últimos tempos, não somente para nossa categoria, mas de toda a classe trabalhadora brasileira: O Governo Federal tenta a aprovar  o Acordo Coletivo Especial (ACE). Se aprovado, os acordos coletivos podem estabelecer acordo/convenção coletiva com direitos abaixo dos garantidos  pela CLT. O mais absurdo é que o autor da  proposta é do grupo dirigente o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, (que é o mesmo do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região), ligados a CUT; o que significa a maior traição  da burocracia sindical ligado ao PT e seus aliados. Diversos setores dos trabalhadores estão se organizando para impedir esta tragédia (infelizmente sem qualquer exagero).
> 
> Nós bancários organizados em vários grupos que fazem oposição à diretoria do sindicato (comprometida com o governo e com os banqueiros), chamamos todos os bancários que, de uma forma ou de outra, sofrem alguns destes ataques (ou todos), e em defesa de nossos direitos. Vamos todos vestir roupa preta  no dia 22/11, quinta feira. Vamos expressar nossa insatisfação, junto com nossos colegas de batalha de Florianólpolis-SC, Brasília-DF,  e Curitiba-PR, que também estarão juntos conosco em protesto. Deixemos  bem claro o nosso repúdio aos ataques do governo e dos banqueiros, além de demonstrar a nossa disposição de não abrir mão de nossos direitos.
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>                         http://frentedeoposicaobancaria.org
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