[Bancariosdebase] proposta para bancários

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Segunda Outubro 22 13:47:10 UTC 2012


  Olá compas do Bancários de base
 Conforme as mensagens que trocamos por e-mail no sábado à noite,
não apresentamos nenhum documento na confraternização dos grevistas
do domingo 21.
 Existe a proposta de realizar a plenária com os ativistas da greve
de 2012. Sendo assim, precisamos definir a data, o método e nossa
política para essa plenária.
 Em relação à data, proponho o fim de semana de 10 e 11 de
novembro, visto que para o próximo fim de semana fica muito em cima e
no fim de semana seguinte temos uma emenda de feriado.
 Em relação ao método, proponho que façamos o chamado aos
companheiros da LER-Piquete da rua 7 de abril, mas com a condição de
que se dê nome aos bois, ou seja, que se diga aos bancários
presentes que existem dois coletivos já organizados com projetos
próprios, que ambos possam apresentar suas propostas, e que
obviamente, qualquer bancário presente também possa.
 Esperamos que dessa plenária possa resultar uma Frente de Atuação,
em que os coletivos pré-existentes preservem sua autonomia, mas que
possa se tornar um espaço de aglutinação para a categoria,
necessário para as lutas que virão, visto que somos muito fracos
individualmente, e cada vez menos podemos contar com outras forças
como o MNOB-Conlutas, que pela política do PSTU, está tomando um
curso muito problemático. Inclusive, muitas pessoas que se organizam
como MNOB ou tem o PSTU como referência podem vir a considerar uma
nova Frente de oposição em São Paulo composta por mais de um
coletivo e independentes como uma alternativa mais atraente. Por outro
lado, é sempre bom lembrar que a organização LER não tem por
tradição trabalhar em Frente com outros coletivos (o que vem de sua
matriz, o grupo trotskista argentino PTS), e o que estamos propondo
seria algo inédito em relação a essa organização.
 Em relação à nossa política, proponho "ofcializar" o documento
apresentado por e-mail no sábado à noite, já que não há
divergências políticas. Esse documento seria publicado em nosso
blog, apresentado à FNOB e distribuído entre nossos contatos, já
como forma de lançar o debate de preparação da plenária.
 Com relação ao nosso projeto de comunicação, o nosso blog foi
finalmente refeito, agora que terminei de publicar mais de 70 textos,
e a partir do balanço da greve podemos "reinaugurá-lo" e a partir
dele também chamar os bancários para construir uma lista aberta,
como já projetamos mais de uma vez desde o último ano.
 Por fim, como tem sido difícil conseguir nos reunir pessoalmente, e
continuará difícil pelos mesmos motivos acima apresentados para a
construção da plenária, proponho que sigamos fechando esse
operativo via e-mail.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Dom 21/10/12 02:00 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
sent:
  Beleza, Messias.
 Tenho pleno acordo.
 Mas temos que nos reunir o quanto antes, pois ok bicho ta pegando,
sobretudo no BB e a luta de classes nao espera. Temos que marcar esta
plenária o mais rápido possível.
 Abraços.
 Márcio
 Enviado via iPad
 Em 20/10/2012, às 23:16, Utopia  escreveu:
 > 
 > Olá comp em s de Bancários de Base.
 > 
 > 
 > No geral tenho acordo no documento. Por outro lado penso que ele
seria mais eficaz se o apresentássemos na plenária que estamos
construindo para breve e tem como plano concentrar o descontentamento
mais exacerbado da base, em particular da CAIXA, com o desfecho
(piorado) da última campanha. Se a desfiliação não nos ajuda e
temos um projeto pra categoria, calcado fundamentalmente em mudanças
vitais em termos de organização da classe e das entidades que nos
"representam, este pode ser um bom momento. Proponho que na
programação da plenária, hajam além do nosso, balanços do setor
organizado (LER/PIQUETE DA 7)que está conosco nesta empreitada e é
importante destacar que a iniciativa não foi deles e nem nossa, foi
dos bancários de conjunto, ou mesmo documentos individuais, etc. A
proposta é buscar construir uma Oposição com caráter de Frente,
resguardados os projetos de construção de cada coletivo, nos limites
da da nossa Ética, que não pode ser a"deles". O que também não nos
impede de "convocar" a plenária que estamos construindo (um
"mosquitinho'', ou algo assim). 
 > Esta é a proposta que apresento aos comp em s de Bancários de Base.
 > Valeu e até!!!.
 > "O povo unido é povo forte. Não teme a luta, nem teme a morte". 
 > 
 > 
 > 
 > 
 > --- Em sáb, 20/10/12, Márcio Cardoso  escreveu:
 > 
 > De: Márcio Cardoso 
 > Assunto: Fwd: proposta para bancários
 > Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org [4]" , "Messias - Osasco" 
 > Data: Sábado, 20 de Outubro de 2012, 22:28
 > 
 > 
 >> Segue a proposta a apresentar amanha no churrasco.
 > Abraços.
 > Márcio
 >> 
 >> 
 >> 
 >> 
 >> 
 >> BALANÇO DA GREVE 2012 E PROPOSTAS PARA AS PRÓXIMAS AÇÕES
 >> 
 >> A greve de 2012 começou e terminou como as dos anos anteriores:
falta de organização de fato antes da greve, golpes e manobras para
encerrar a greve. Há anos nós do Coletivo Bancários de Base
denunciamos as falhas na condução das campanhas salarias por parte
da diretoria do sindicato, que é também a direção do movimento
nacional da categoria. Essas falhas, a nosso ver, não são resultado
de equívocos que se poderia corrigir por meio de um debate
democrático. São o resultado de uma política deliberada dos
dirigentes do sindicato de evitar o desenvolvimento das nossas lutas.
Por isso, entendemos que nós mesmos, bancários da base, bancários
que estamos no dia a dia das agências e departamentos, é quem
devemos tomar em nossas mãos as soluções dos nossos problemas.
 >> A preparação de uma campanha salarial deve começar assim que
termina a anterior. Para chegarmos com alguma força na greve de 2013
e passar por cima dos problemas que enfrentamos este ano, temos que
começar desde já a debater e nos organizar. Por isso nos organizamos
como Coletivo Bancários de Base e chamamos todos os demais bancários
a debater conosco formas de nos organizar para as lutas futuras. O
texto abaixo traz uma contribuição para o debate sobre o balanço da
greve 2012 e também um conjunto de propostas para os próximos
passos.
 >> 
 >> 1. Prólogo
 >> Continua no mundo todo um levante dos povos e da classe
trabalhadora em particular contra a tentativa dos ricos e dos bancos
em especial de custear seus lucros com a miséria da grande maioria da
população. Os bancos continuam tendo lucros estratosféricos e
obscenos, ao mesmo tempo que impõem aos trabalhadores e ao povo pobre
a precariedade nas condições de vida e trabalho. O controle do
mercado financeiro e dos bancos sobre a economia e a vida das
sociedades está colocando o mundo inteiro a passos largos em
direção à barbárie, sendo responsáveis até pelo ressurgimento
das cinzas do movimento anarquista (na figura do movimento Ocupar Wall
Street, dirigido contra os bancos).
 >> Na nossa condição de trabalhadores bancários, que lutam contra
uma das forças mais poderosas do capitalismo mundial, temos também
como obstáculo as direções sindicais. O nosso índice de
reposição salarial foi rebaixado e a prioridade das reivindicações
apresentadas pelas centrais sindicais foi invertida, colocando as
questões específicas acima das questões gerais que unificam toda a
categoria, como isonomia, plano de reposição de perdas e fim das
terceirizações. Com isso, as direções tornaram-se mais um
obstáculo na mobilização dos bancários e facilitam a vida do
patrão, pois fatiam e dividem os trabalhadores.
 >> 
 >> 2. O mesmo roteiro dos anos anteriores
 >> A greve terminou como todos já desconfiavam. O horário da
assembleia foi mudado para a noite, os bancos convocaram e informaram
os fura-greves já no dia anterior, o site e os telefones do sindicato
ficaram fora do ar (acidentalmente?), prejudicando a convocação dos
grevistas. Houve uma clara maquinação contra os lutadores em greve,
deixando-os em situação de desvantagem na convocatória para uma
assembleia de tamanha importância. Não houve denúncia das centrais
sindicais sobre isso, apenas um tímido chamado da CONLUTAS pedindo
gentilmente que os gerentes não votassem. A névoa de mistério que
ainda envolve as cláusulas acordadas (o que foi conquistado) e sua
aparente complexidade (tem efeito cascata no PCS?, incide sobre quais
verbas? ...) é uma pista das migalhas que conquistamos e uma
distração para esconder o que poderíamos ter conquistado.
 >> 3. Falta de democracia no movimento
 >> Houve um acordo da diretoria do sindicato, que é da CUT, com as
demais centrais sindicais para o uso da palavra nas assembleias,
restringindo a fala da base e de bancários não organizados em torno
de uma delas. A própria mesa composta pela CUT anunciou em público
que foi feito acordo para que no microfone só falassem as 4 centrais
(CUT, CONLUTAS, INTERSINDICAL e CTB), acordo que vigorou em todas as
assembléias. Havia propostas diferentes das que foram colocadas por
essas centrais sindicais, tanto no sentido de outra condução das
assembléias e das formas de lutas, como diferenciação na busca de
unificação com as categorias em greve, enfim, como envolver a
categoria na luta real. Mas essas propostas não puderam ser colocadas
em discussão por conta desse método antidemocrático.
 >> Outras categorias, como os correios, também vivem a mesma
problemática que os bancários em termos de limitações impostas
pelas direções do movimento. Assim como em bancários, as direções
sindicais ou estão com o governo (patrão) ou fragmentadas, com as
oposições disputando entre si a melhor maneira de fazer crescer seu
sindicato, sua central ou seu partido. Por conta dessa situação
comum, seria importante que conseguíssemos a unidade com as outras
categorias que estavam em greve na mesma época que nós. A busca da
unificação e democracia são métodos que não podem ser
flexibilizados, pois como estamos comprovando a cada campanha
salarial, a falta de democracia resulta em desconfiança e
enfraquecimento de nossa luta. Chamamos as forças de oposição a
romper com esse acordo e a lutar por ampla e irrestrita democracia.
 >> 
 >> 4. Necessidade da reconstrução de nossa luta
 >> Estamos assistindo no mundo e também no Brasil ao ressurgimento
das boas e velhas formas de luta dos trabalhadores, com participação
massiva e ativa nas ruas. São greves, passeatas, manifestações,
ocupações, protestos das mais variadas formas. Ou seja, os
trabalhadores estão em movimento. Essas formas de luta se deram no
Brasil nos anos 1980, quando da retomada do sindicato dos bancários
das mãos dos pelegos. Reafirmamos essas históricas formas de lutas e
reivindicação dos trabalhadores como método para reconquistar sua
confiança, que tem sido abalada pela política rebaixada e pelos
acordos de cúpula das centrais sindicais. Precisamos voltar a ter
campanhas salariais massivas e fortes, acrescidas das poderosas e
inovadoras conquistas tecnológicas. Não podemos sucumbir à
tentação de substituir uma forma de luta pela outra, ou de inverter
a importância da greve e da mobilização como forma de luta
prioritária, em favor de outros métodos. Um diretor do sindicato do
sindicato já anunciou no microfone da assembléia que a categoria
precisa rever a greve como forma de luta. Entendemos que é preciso
“rever” sim a greve, mas rever a forma como as greves tem sido
feitas, rever no sentido de debater e questionar para fortalecer o
movimento, para que as greves afetem de fato o lucro dos bancos e nos
possibilite conquistas, e para isso, será preciso passar por cima
dessa diretoria!
 >> 
 >> 5. Quem trabalha em banco, bancário é
 >> Uma das prinipais formas usadas pelos patrões em geral e pelos
bancos em particular para dividir os trabalhadores é a
terceirização, que cria duas categorias de trabalhadores dentro da
mesma empresa e fazendo o mesmo serviço com salários e direitos
diferentes. A terceirização e a divisão da categoria são
obstáculos para a organização das nossas lutas, por isso devemos
retomar a antiga bandeira de luta de que “quem trabalha em banco,
bancário é”.
 >> Somos favoráveis a que seja dado um fim às terceirizações,
pois representam um ataque aos trabalhadores, que têm seus direitos
subtraídos e uma perda cada vez mais acentuada da unidade e amplitude
da nossa luta. A terceirização é uma versão urbana do trabalho
escravo que tem aumentado na zona rural. Nos bancos, em todas as
áreas, o serviço é "tocado" pelos terceirizados, as vezes de forma
precária, as vezes com maior produtividade.
 >> O TCU deu prazo até 30 de novembro para que as estatais
apresentem plano de substituição de funcionários terceirizados que
exerçam atividades-fim por trabalhadores concursados, com o objetivo
de evitar burlas a concursos públicos. Nesse plano, deverão constar
quais são as atividades consideradas finalísticas, assim como plano
de previsão da saída gradual de terceirizados e a contratação de
concursados até 2016, quando expira o prazo de implementação do
plano. Chamamos a todos para que façamos uma discussão com ampla
democracia e apresentemos um plano para os bancos e o TCU que não
seja apenas para as atividades fim da empresa, mas que acabe de vez
com esse câncer no mundo do trabalho que propicia aberrações como a
que vivemos, com funcionários que fazem a mesma tarefa e tem
salários e direitos diferentes. Isonomia já!
 >> 
 >> 6. A luta continua
 >> Conforme dissemos no início, precisamos nos organizar não apenas
nas vésperas ou durante as campanhas salariais, mas ao longo de todo
o período entre uma greve e outra, no dia a dia de cada local, para
que possamos ter uma greve mais forte no ano que vem. O Coletivo
Bancários de Base apresenta a seguir algumas propostas de
organização para o movimento com o objetivo de fortalecer nossa
luta.
 >> a) Reuniões periódicas por banco ou por região (a princípio
propomos quinzenais), para discutir os problemas de cada segmento da
categoria e levantar propostas de mobilização e de luta.
 >> b) A partir do que é discutido nas reuniões, editar um jornal a
ser escrito, financiado e distribuído pelo próprio grupo, contendo
as propostas de mobilização e de luta.
 >> c) Publicar num blog textos, notícias e informações de
interesse dos trabalhadores bancários.
 >> d) Manter uma lista de discussão via e-mail para agilizar a troca
de idéias e de informações entre os trabalhadores.
 >> e) As reuniões e a lista de e-mails seriam abertas a todos os
trabalhadores bancários, desde que 1º) se coloquem como oposição
à diretoria do sindicato, ao governo (patrão dos bancos públicos) e
aos banqueiros; e 2º) estejam dispostos a colaborar nas tarefas como
a impressão e distribuição do jornal.
 >> f) Realização de plenárias de todos os bancos e regiões (a
princípio propomos trimestrais) para definir as linhas gerais do
grupo.
 >> g) Nas publicações impressas e virtuais do grupo devemos retomar
a luta pelas reivindicações históricas da categoria como:
 >> * Estabilidade para os trabalhadores dos bancos privados e
eleição de delegados sindicais.
 >> * Reposição das perdas salariais acumuladas nos bancos públicos
e privados.
 >> * Isonomia entre funcionários novos e antigos e também dos
bancos incorporados, preservando-se o que for mais vantajoso para os
trabalhadores.
 >> * Planos de cargos e salários que valorizem os funcionários e
com critérios objetivos.
 >> * Contra o sucateamento das nossas caixas de assistência
 >> * Resgate dos fundos de pensão
 >> * Contra a terceirização, pela incorporação dos trabalhadores
ao quadro dos bancos.
 >> h) Campanha permanente, constando em todas as publicações e
agitação em todas as intervenções no movimento, pela democracia
nos organismos dos trabalhadores, em especial os sindicatos, por meio
de medidas como:
 >> * Resgate das assembléias e fóruns de base como organismos
supremos de deliberação dos trabalhadores, contra a usurpação de
todas as decisões pelas cúpulas dirigentes.
 >> * Proporcionalidade direta nas eleições para todos os fóruns,
como diretoria do sindicato, comando de campanha, comissões de
negociação, etc.
 >> * Composição de chapas através de convenções abertas e
prévias eleitorais para escolha das candidaturas, por bancos e por
região.
 >> * Revogabilidade dos mandatos por meio de decisão em assembléia.
 >> * Limitação do número de mandatos, com proibição de mais de
dois mandatos consecutivos e obrigatoriedade da renovação de pelo
menos metade da diretoria.
 >> * Reuniões periódicas de delegados sindicais e representantes de
base com caráter deliberativo.
 >> * Eleição da mesa dirigente das assembléias, plenárias,
congressos ou qualquer fórum no momento de sua instalação, com
proporcionalidade, bem como votação da pauta.
 >> * Repúdio à contratação de seguranças para impedir a livre
manifestação dos trabalhadores nas assembléias, plenárias,
congressos ou qualquer fórum do movimento.
 >> * Garantia do direito à palavra para qualquer trabalhador,
independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e
sindicais, em assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum
do movimento.
 >> * Garantia de espaço nas publicações dos sindicatos e entidades
para manifestação dos trabalhadores de base, independentemente da
sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais.
 >> i) Defendemos a unidade de ação com todos os coletivos de
oposição que estejam dispostos a lutar pelas mesmas reivindicações
e pelos mesmos métodos democráticos que expusemos acima.
 >> j) O Coletivo Bancários de Base não participa de nenhuma central
sindical, mas é oposição à CUT e seus satélites (Intersindical,
CTB, etc.), por entender que a política dessas centrais é um
obstáculo para as lutas da categoria.
 >> k) Participamos da Frente Nacional de Oposição Bancária (que
também não é vinculada a nenhuma central), na tentativa de
construir a unidade com outros coletivos de outros estados que
defendem as mesmas bandeiras e métodos de luta.
 >> 
 >> Bancários de Base – SP
 >> Outubro de 2012
 >> 
 >> 
 >> 
 >> 
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 Bancariosdebase mailing list
 Bancariosdebase em lists.aktivix.org [7]
 https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase [8]


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