[Bancariosdebase] proposta para bancários

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Quarta Outubro 24 23:07:25 UTC 2012


Olá a tod em s!Comp em s,  entendo sim,  que passada a ressaca da campanha, devemos buscar retomar o cotidiano do Coletivo. Porém , a meu ver, temos ainda algumas tarefas a cumprir como por ex, o balanço da nossa  atuação individual e coletiva na greve.  Pra mim, o acontecido com a  compa. Rosana também  não está ainda concluido,  pois não fomos capazes de nos reunir já a algum tempo (demasiado a meu ver) e penso que os comnp em s tb pensam assim). Penso  ainda  que a trajetória militante da compa.  justifica esta reunião,  ela reinvindica e é o mínimo que podemos fazer (Sandra tb quer participar).  Pra mim ainda não acabou e quero ouvi-lá pessoalmente.  Também praticamente conclui a distribuição do nosso material da greve (4.000 panfletos: REROP, CASP, Assembléias,  Ags centro Osasco,malote CAIXA), e gostaria de saber a respeito.  Politicamente penso que estamos praticamente sem organicidade enquanto grupo e precisamos atentar
 pra  isto.  Também quanto às finanças, o primeiro cheque do panfleto já caiu, temos despesas da greve outras (xerox, por ex) e gostaria de apresentar as nossas contas e  vermos as nossas cotizações  Quanto à plenária, tenho acordo que não podemos postergar, por outro lado temos de combinar com @s comp em s do outro Coletivo se há acordo com o proposto e com os demais (independentes).  Poderíamos marcar com a LER e consultar os demais. Valeu galera, no aguardo."O Povo unido é forte, não teme a luta nem teme a morte"  "All power to the people'
--- Em seg, 22/10/12, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:

De: Daniel <tzitzimitl em terra.com.br>
Assunto: Re: proposta para bancários
Para: ""Márcio Cardoso"" <marciocarsi em yahoo.com.br>
Cc: "Utopia" <utopia_s em yahoo.com.br>, bancariosdebase em lists.aktivix.org, israelfernandezjr em gmail.com
Data: Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012, 11:47



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Olá compas do Bancários de base





Conforme as mensagens que trocamos por e-mail no sábado à noite, não apresentamos nenhum documento na confraternização dos grevistas do domingo 21.





Existe a proposta de realizar a plenária com os ativistas da greve de 2012. Sendo assim, precisamos definir a data, o método e nossa política para essa plenária.





Em relação à data, proponho o fim de semana de 10 e 11 de novembro, visto que para o próximo fim de semana fica muito em cima e no fim de semana seguinte temos uma emenda de feriado.





Em relação ao método, proponho que façamos o chamado aos companheiros da LER-Piquete da rua 7 de abril, mas com a condição de que se dê nome aos bois, ou seja, que se diga aos bancários presentes que existem dois coletivos já organizados com projetos próprios, que ambos possam apresentar suas propostas, e que obviamente, qualquer bancário presente também possa.





Esperamos que dessa plenária possa resultar uma Frente de Atuação, em que os coletivos pré-existentes preservem sua autonomia, mas que possa se tornar um espaço de aglutinação para a categoria, necessário para as lutas que virão, visto que somos muito fracos individualmente, e cada vez menos podemos contar com outras forças como o MNOB-Conlutas, que pela política do PSTU, está tomando um curso muito problemático. Inclusive, muitas pessoas que se organizam como MNOB ou tem o PSTU como referência podem vir a considerar uma nova Frente de oposição em São Paulo composta por mais de um coletivo e independentes como uma alternativa mais atraente. Por outro lado, é sempre bom lembrar que a organização LER não tem por tradição trabalhar em Frente com outros coletivos (o que vem de sua matriz, o grupo trotskista argentino PTS), e o que estamos propondo seria algo inédito em relação a essa organização.





Em relação à nossa política, proponho "ofcializar" o documento apresentado por e-mail no sábado à noite, já que não há divergências políticas. Esse documento seria publicado em nosso blog, apresentado à FNOB e distribuído entre nossos contatos, já como forma de lançar o debate de preparação da plenária.





Com relação ao nosso projeto de comunicação, o nosso blog foi finalmente refeito, agora que terminei de publicar mais de 70 textos, e a partir do balanço da greve podemos "reinaugurá-lo" e a partir dele também chamar os bancários para construir uma lista aberta, como já projetamos mais de uma vez desde o último ano.





Por fim, como tem sido difícil conseguir nos reunir pessoalmente, e continuará difícil pelos mesmos motivos acima apresentados para a construção da plenária, proponho que sigamos fechando esse operativo via e-mail.





Daniel




















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“So, understand! You waste your time always searching for those wasted years! 


Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!” 





“Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos! 


Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!” 





Iron Maiden, “Wasted Years” 


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On Dom 21/10/12 02:00 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br sent:



Beleza, Messias.





Tenho pleno acordo.





Mas temos que nos reunir o quanto antes, pois ok bicho ta pegando, sobretudo no BB e a luta de classes nao espera. Temos que marcar esta plenária o mais rápido possível.





Abraços.





Márcio





Enviado via iPad





Em 20/10/2012, às 23:16, Utopia <utopia_s em yahoo.com.br> escreveu:





> 


> Olá comp em s de Bancários de Base.


> 


> 


> No geral tenho acordo no documento. Por outro lado penso que ele seria mais eficaz se o apresentássemos na plenária que estamos construindo para breve e tem como plano concentrar o descontentamento mais exacerbado da base, em particular da CAIXA, com o desfecho (piorado) da última campanha. Se a desfiliação não nos ajuda e temos um projeto pra categoria, calcado fundamentalmente em mudanças vitais em termos de organização da classe e das entidades que nos "representam, este pode ser um bom momento. Proponho que na programação da plenária, hajam além do nosso, balanços do setor organizado (LER/PIQUETE DA 7)que está conosco nesta empreitada e é importante destacar que a iniciativa não foi deles e nem nossa, foi dos bancários de conjunto, ou mesmo documentos individuais, etc. A proposta é buscar construir uma Oposição com caráter de Frente, resguardados os projetos de construção de cada coletivo, nos limites da da nossa Ética, que
 não pode ser a"deles". O que também não nos impede de "convocar" a plenária que estamos construindo (um "mosquitinho'', ou algo assim). 


> Esta é a proposta que apresento aos comp em s de Bancários de Base.


> Valeu e até!!!.


> "O povo unido é povo forte. Não teme a luta, nem teme a morte". 


> 


> 


> 


> 


> --- Em sáb, 20/10/12, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:


> 


> De: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>


> Assunto: Fwd: proposta para bancários


> Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>, "Messias - Osasco" <utopia_s em yahoo.com.br>


> Data: Sábado, 20 de Outubro de 2012, 22:28


> 


> 


>> Segue a proposta a apresentar amanha no churrasco.


> Abraços.


> Márcio


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>> BALANÇO DA GREVE 2012 E PROPOSTAS PARA AS PRÓXIMAS AÇÕES


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>> A greve de 2012 começou e terminou como as dos anos anteriores: falta de organização de fato antes da greve, golpes e manobras para encerrar a greve. Há anos nós do Coletivo Bancários de Base denunciamos as falhas na condução das campanhas salarias por parte da diretoria do sindicato, que é também a direção do movimento nacional da categoria. Essas falhas, a nosso ver, não são resultado de equívocos que se poderia corrigir por meio de um debate democrático. São o resultado de uma política deliberada dos dirigentes do sindicato de evitar o desenvolvimento das nossas lutas. Por isso, entendemos que nós mesmos, bancários da base, bancários que estamos no dia a dia das agências e departamentos, é quem devemos tomar em nossas mãos as soluções dos nossos problemas.


>> A preparação de uma campanha salarial deve começar assim que termina a anterior. Para chegarmos com alguma força na greve de 2013 e passar por cima dos problemas que enfrentamos este ano, temos que começar desde já a debater e nos organizar. Por isso nos organizamos como Coletivo Bancários de Base e chamamos todos os demais bancários a debater conosco formas de nos organizar para as lutas futuras. O texto abaixo traz uma contribuição para o debate sobre o balanço da greve 2012 e também um conjunto de propostas para os próximos passos.


>> 


>> 1. Prólogo


>> Continua no mundo todo um levante dos povos e da classe trabalhadora em particular contra a tentativa dos ricos e dos bancos em especial de custear seus lucros com a miséria da grande maioria da população. Os bancos continuam tendo lucros estratosféricos e obscenos, ao mesmo tempo que impõem aos trabalhadores e ao povo pobre a precariedade nas condições de vida e trabalho. O controle do mercado financeiro e dos bancos sobre a economia e a vida das sociedades está colocando o mundo inteiro a passos largos em direção à barbárie, sendo responsáveis até pelo ressurgimento das cinzas do movimento anarquista (na figura do movimento Ocupar Wall Street, dirigido contra os bancos).


>> Na nossa condição de trabalhadores bancários, que lutam contra uma das forças mais poderosas do capitalismo mundial, temos também como obstáculo as direções sindicais. O nosso índice de reposição salarial foi rebaixado e a prioridade das reivindicações apresentadas pelas centrais sindicais foi invertida, colocando as questões específicas acima das questões gerais que unificam toda a categoria, como isonomia, plano de reposição de perdas e fim das terceirizações. Com isso, as direções tornaram-se mais um obstáculo na mobilização dos bancários e facilitam a vida do patrão, pois fatiam e dividem os trabalhadores.


>> 


>> 2. O mesmo roteiro dos anos anteriores


>> A greve terminou como todos já desconfiavam. O horário da assembleia foi mudado para a noite, os bancos convocaram e informaram os fura-greves já no dia anterior, o site e os telefones do sindicato ficaram fora do ar (acidentalmente?), prejudicando a convocação dos grevistas. Houve uma clara maquinação contra os lutadores em greve, deixando-os em situação de desvantagem na convocatória para uma assembleia de tamanha importância. Não houve denúncia das centrais sindicais sobre isso, apenas um tímido chamado da CONLUTAS pedindo gentilmente que os gerentes não votassem. A névoa de mistério que ainda envolve as cláusulas acordadas (o que foi conquistado) e sua aparente complexidade (tem efeito cascata no PCS?, incide sobre quais verbas? ...) é uma pista das migalhas que conquistamos e uma distração para esconder o que poderíamos ter conquistado.


>> 3. Falta de democracia no movimento


>> Houve um acordo da diretoria do sindicato, que é da CUT, com as demais centrais sindicais para o uso da palavra nas assembleias, restringindo a fala da base e de bancários não organizados em torno de uma delas. A própria mesa composta pela CUT anunciou em público que foi feito acordo para que no microfone só falassem as 4 centrais (CUT, CONLUTAS, INTERSINDICAL e CTB), acordo que vigorou em todas as assembléias. Havia propostas diferentes das que foram colocadas por essas centrais sindicais, tanto no sentido de outra condução das assembléias e das formas de lutas, como diferenciação na busca de unificação com as categorias em greve, enfim, como envolver a categoria na luta real. Mas essas propostas não puderam ser colocadas em discussão por conta desse método antidemocrático.


>> Outras categorias, como os correios, também vivem a mesma problemática que os bancários em termos de limitações impostas pelas direções do movimento. Assim como em bancários, as direções sindicais ou estão com o governo (patrão) ou fragmentadas, com as oposições disputando entre si a melhor maneira de fazer crescer seu sindicato, sua central ou seu partido. Por conta dessa situação comum, seria importante que conseguíssemos a unidade com as outras categorias que estavam em greve na mesma época que nós. A busca da unificação e democracia são métodos que não podem ser flexibilizados, pois como estamos comprovando a cada campanha salarial, a falta de democracia resulta em desconfiança e enfraquecimento de nossa luta. Chamamos as forças de oposição a romper com esse acordo e a lutar por ampla e irrestrita democracia.


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>> 4. Necessidade da reconstrução de nossa luta


>> Estamos assistindo no mundo e também no Brasil ao ressurgimento das boas e velhas formas de luta dos trabalhadores, com participação massiva e ativa nas ruas. São greves, passeatas, manifestações, ocupações, protestos das mais variadas formas. Ou seja, os trabalhadores estão em movimento. Essas formas de luta se deram no Brasil nos anos 1980, quando da retomada do sindicato dos bancários das mãos dos pelegos. Reafirmamos essas históricas formas de lutas e reivindicação dos trabalhadores como método para reconquistar sua confiança, que tem sido abalada pela política rebaixada e pelos acordos de cúpula das centrais sindicais. Precisamos voltar a ter campanhas salariais massivas e fortes, acrescidas das poderosas e inovadoras conquistas tecnológicas. Não podemos sucumbir à tentação de substituir uma forma de luta pela outra, ou de inverter a importância da greve e da mobilização como forma de luta prioritária, em favor de
 outros métodos. Um diretor do sindicato do sindicato já anunciou no microfone da assembléia que a categoria precisa rever a greve como forma de luta. Entendemos que é preciso “rever” sim a greve, mas rever a forma como as greves tem sido feitas, rever no sentido de debater e questionar para fortalecer o movimento, para que as greves afetem de fato o lucro dos bancos e nos possibilite conquistas, e para isso, será preciso passar por cima dessa diretoria!


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>> 5. Quem trabalha em banco, bancário é


>> Uma das prinipais formas usadas pelos patrões em geral e pelos bancos em particular para dividir os trabalhadores é a terceirização, que cria duas categorias de trabalhadores dentro da mesma empresa e fazendo o mesmo serviço com salários e direitos diferentes. A terceirização e a divisão da categoria são obstáculos para a organização das nossas lutas, por isso devemos retomar a antiga bandeira de luta de que “quem trabalha em banco, bancário é”.


>> Somos favoráveis a que seja dado um fim às terceirizações, pois representam um ataque aos trabalhadores, que têm seus direitos subtraídos e uma perda cada vez mais acentuada da unidade e amplitude da nossa luta. A terceirização é uma versão urbana do trabalho escravo que tem aumentado na zona rural. Nos bancos, em todas as áreas, o serviço é "tocado" pelos terceirizados, as vezes de forma precária, as vezes com maior produtividade.


>> O TCU deu prazo até 30 de novembro para que as estatais apresentem plano de substituição de funcionários terceirizados que exerçam atividades-fim por trabalhadores concursados, com o objetivo de evitar burlas a concursos públicos. Nesse plano, deverão constar quais são as atividades consideradas finalísticas, assim como plano de previsão da saída gradual de terceirizados e a contratação de concursados até 2016, quando expira o prazo de implementação do plano. Chamamos a todos para que façamos uma discussão com ampla democracia e apresentemos um plano para os bancos e o TCU que não seja apenas para as atividades fim da empresa, mas que acabe de vez com esse câncer no mundo do trabalho que propicia aberrações como a que vivemos, com funcionários que fazem a mesma tarefa e tem salários e direitos diferentes. Isonomia já!


>> 


>> 6. A luta continua


>> Conforme dissemos no início, precisamos nos organizar não apenas nas vésperas ou durante as campanhas salariais, mas ao longo de todo o período entre uma greve e outra, no dia a dia de cada local, para que possamos ter uma greve mais forte no ano que vem. O Coletivo Bancários de Base apresenta a seguir algumas propostas de organização para o movimento com o objetivo de fortalecer nossa luta.


>> a) Reuniões periódicas por banco ou por região (a princípio propomos quinzenais), para discutir os problemas de cada segmento da categoria e levantar propostas de mobilização e de luta.


>> b) A partir do que é discutido nas reuniões, editar um jornal a ser escrito, financiado e distribuído pelo próprio grupo, contendo as propostas de mobilização e de luta.


>> c) Publicar num blog textos, notícias e informações de interesse dos trabalhadores bancários.


>> d) Manter uma lista de discussão via e-mail para agilizar a troca de idéias e de informações entre os trabalhadores.


>> e) As reuniões e a lista de e-mails seriam abertas a todos os trabalhadores bancários, desde que 1º) se coloquem como oposição à diretoria do sindicato, ao governo (patrão dos bancos públicos) e aos banqueiros; e 2º) estejam dispostos a colaborar nas tarefas como a impressão e distribuição do jornal.


>> f) Realização de plenárias de todos os bancos e regiões (a princípio propomos trimestrais) para definir as linhas gerais do grupo.


>> g) Nas publicações impressas e virtuais do grupo devemos retomar a luta pelas reivindicações históricas da categoria como:


>> * Estabilidade para os trabalhadores dos bancos privados e eleição de delegados sindicais.


>> * Reposição das perdas salariais acumuladas nos bancos públicos e privados.


>> * Isonomia entre funcionários novos e antigos e também dos bancos incorporados, preservando-se o que for mais vantajoso para os trabalhadores.


>> * Planos de cargos e salários que valorizem os funcionários e com critérios objetivos.


>> * Contra o sucateamento das nossas caixas de assistência


>> * Resgate dos fundos de pensão


>> * Contra a terceirização, pela incorporação dos trabalhadores ao quadro dos bancos.


>> h) Campanha permanente, constando em todas as publicações e agitação em todas as intervenções no movimento, pela democracia nos organismos dos trabalhadores, em especial os sindicatos, por meio de medidas como:


>> * Resgate das assembléias e fóruns de base como organismos supremos de deliberação dos trabalhadores, contra a usurpação de todas as decisões pelas cúpulas dirigentes.


>> * Proporcionalidade direta nas eleições para todos os fóruns, como diretoria do sindicato, comando de campanha, comissões de negociação, etc.


>> * Composição de chapas através de convenções abertas e prévias eleitorais para escolha das candidaturas, por bancos e por região.


>> * Revogabilidade dos mandatos por meio de decisão em assembléia.


>> * Limitação do número de mandatos, com proibição de mais de dois mandatos consecutivos e obrigatoriedade da renovação de pelo menos metade da diretoria.


>> * Reuniões periódicas de delegados sindicais e representantes de base com caráter deliberativo.


>> * Eleição da mesa dirigente das assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum no momento de sua instalação, com proporcionalidade, bem como votação da pauta.


>> * Repúdio à contratação de seguranças para impedir a livre manifestação dos trabalhadores nas assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.


>> * Garantia do direito à palavra para qualquer trabalhador, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais, em assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.


>> * Garantia de espaço nas publicações dos sindicatos e entidades para manifestação dos trabalhadores de base, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais.


>> i) Defendemos a unidade de ação com todos os coletivos de oposição que estejam dispostos a lutar pelas mesmas reivindicações e pelos mesmos métodos democráticos que expusemos acima.


>> j) O Coletivo Bancários de Base não participa de nenhuma central sindical, mas é oposição à CUT e seus satélites (Intersindical, CTB, etc.), por entender que a política dessas centrais é um obstáculo para as lutas da categoria.


>> k) Participamos da Frente Nacional de Oposição Bancária (que também não é vinculada a nenhuma central), na tentativa de construir a unidade com outros coletivos de outros estados que defendem as mesmas bandeiras e métodos de luta.


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>> Bancários de Base – SP


>> Outubro de 2012


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