[Bancariosdebase] informe reunião de sexta-feira
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Terça Abril 16 20:27:05 UTC 2013
Olá compas
Segue o informe da reunião de sexta-feira, dia 12.
Tínhamos como proposta de pauta:
1 - Processo Messias;
2 - Balanço da campanha contra repressão;
3 - Paralisação 30/04;
4 - Congressos de banco;
5 - Projeto de construção do coletivo e FNOB;
6 - Finanças;
Desses pontos somente não conseguimos tratar de 4 e 5, que ficaram
para a reunião de quarta-feira, dia 17.
Os encaminhamentos tirados relativamente aos pontos 1 e 2 foram os
seguintes:
- Ampliar a campanha contra a perseguição política para outras
categorias, a partir dos contatos das correntes com quem temos atuado
(todos);
- Editar um material divulgando os atos contra a repressão
realizados em 27/03 e 9/04, a ser distribuído nos prédios do BB do
SAC, Verbo Divino e São Bento (Daniel elabora rascunho);
- Levar a campanha contra a perseguição política a outros meios:
Facebook, AVAAZ, Tribunal Popular; contatos internacionais (Daniel);
- Marcar uma plenária de todos os setores que estão participando da
campanha, com data indicativa de 27/04, no centro de São Paulo, em
local a ser definido (cada integrante do coletivo contata determinados
grupos);
Em relação ao ponto 3, foi tirado como linha do coletivo sobre a
paralisação:
- O plano do BB só pode ser derrotado por meio de uma greve nacional
de todos os setores do funcionalismo e por tempo indeterminado;
- Uma greve desse tipo não pode ser decretada pela cúpula da
Contraf, mas tem que ser a culminação de um plano de luta;
- Esse plano de luta tem que ser aprovado em assembleia de cada base;
- Devemos exigir assembleia na nossa base e rejeitar o indicativo
decretado burocraticamente pela Contraf;
- Somente uma assembleia tem soberania para deliberar sobre um plano
de luta que tenha reais condições de derrotar o plano de funções
do BB;
- Como parte desse plano de luta é preciso envolver todo o conjunto
do funcionalismo que não é atingido imediatamente pelo plano de
funções, como caixas, escriturários, atendentes, etc.;
- Para isso é preciso denunciar o plano como parte de um projeto
global que está sendo aplicado no banco, que é responsável pela
gestão privatista, cobrança de metas, assédio moral, sobrecarga de
serviço, adoecimento, etc., que atingem todo o funcionalismo;
- É preciso realizar seminários, plenárias, reuniões nos locais
de trabalho explicando o plano e a necessidade de derrotá-lo;
- Independentemente da cobrança ao sindicato, nós do coletivo
Bancários de Base temos que editar uma cartilha alternativa (Márcio
e Ricardo elaboram);
- É preciso inverter a situação de defensiva e retomar a ofensiva
contra o BB, resgatando as verdadeiras reivindicações da categoria:
reposição de perdas, redução de jornada sem redução de
salários, isonomia, etc.;
- É preciso divulgar a vitória jurídica que houve no Pará, em que
o plano foi anulado, os funcionários foram “desmigrados” para a
carreira antiga e novas adesões foram bloqueadas no sistema, ou seja,
o mesmo resultado tem que ser obtido por sindicatos maiores e mais
fortes como o de São Paulo;
- Por último, é preciso negar o método cupulista da Articulação
ao negociar o plano, que constitui já uma aplicação na prática do
ACE;
Esses eixos serão desenvolvidos em um material (rascunho a ser feito
por Daniel).
Em relação aos demais pontos, ficou decidido que cada integrante do
coletivo pode ir apresentando as suas propostas por escrito até a
reunião.
Daniel
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