[Bancariosdebase] Fwd: [Frente Nacional de Oposição Bancária] Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] próximos passos da luta
Márcio Cardoso
marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Abril 18 16:05:23 UTC 2013
Continua a minha ( nossa luta política pelo resgate da FNOB.
Abraços.
Márcio
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> De: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
> Data: 18 de abril de 2013 01:16:42 BRT
> Para: José Eugênio Costa <jeccosta_ em hotmail.com>
> Cc: "m.crespo em ig.com.br" <m.crespo em ig.com.br>, "silvio.jpereira em ibest.com.br" <silvio.jpereira em ibest.com.br>, "jeccosta em yahoo.com.br" <jeccosta em yahoo.com.br>, "frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br" <frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>, SILVIO PEREIRA & ADVOGADOS ASSOCIADOS <silviopereira.adv em ig.com.br>, Beatriz Paiva de Oliveira <beatrizpoliveira em yahoo.com.br>, "jujuproenca em gmail.com" <jujuproenca em gmail.com>, marta turra <martaturra em hotmail.com>, Douglas Ribeiro <d.ribeirovargas em gmail.com>
> Assunto: Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] próximos passos da luta
>
> Prezados companheiros, manos e minas.
>
> Caro Eugênio.
>
> Por estar respondendo ao Matheus, vc nem passou perto do maior problema da Frente,muque é o se funcionamento. A coordenação da Frente não se reúne com regularidade; decisões não são discutidas, e no caso específico do BB não tem política, exceto o fato de cobrarmos ( acertadamente) dos contraficantes, mas não fizemos a nossa lição de casa. Não há a mesma compreensão do plano de funções no BB, temos um funcionário da Frente processado e perseguido a ponto de tomar tarja preta... Tudo isso pq os dirigentes sindicais foram engolidos pelo movimentismo, notadamente pelas eleições sindicais.
>
> Enquanto isso,mos bancos privados e no BB o pau tava comendo e toda a FNOB envolvido com eleicoes. No meio disso, houve o processo de demissão do Messias, companheiro da Frente em que nós de Sampa estamos fazendo o possível e o impossível para evitar o pior. Daí a necessidade dos manos e minas encontrar os 3 demitidos pelo BB para um ato em Brasília .
>
> Vejamos uma "matemática" . Em luta de classes 1+1é mais do que dois. Por outro lado , 10 pessoas juntas pode ter um resultado nulo. O que explica isso? Veja a nossa situação de Sampa: são 88 diretores do sindicato, para uma base de 120 mil bancários. Muito bem. Agora vem a pergunta: o que justifica 88 pessoas impôr a vontade de seu grupo,,contra o interesse de mais de 100 mil bancários? Muito simples: eles sao organizados , e nós não, com o agravante, de que eles , os contraficantes, e os contequistas, sao ligados ao governo, patrão de metade da categoria bancaria.
>
> E mais. A CONTEC só faz oposição á CONTRAF pór uma questão meramente aparatista. Não tem qualquer preocupação com os interesses dos bancários. Se eu estivesse errado, então pq os diretores da CONTEC são os mesmos à décadas (com exceção do Silvio). Não há possibilidade de qualquer bancário de ideia os rumos da CONTEC. Mesmo em 2004, quando a CONTEC ingressou com o dissídio, quis sair como Salvador da categoria, que evitou uma derrota fragorosa depois de uma greve de 30 dias, mas não discutiu ou chamou assembleia para se aprovar o ingresso do dissídio. A CONTEC é o que há de pior de método de relação com a base, simplesmente porque ela nao existe. E nao existe,,pois,,deixando o bancário decidir a sua vida, de forma coletivo e organizada, questiona a posição dos burocratas da CONTEC. Estes parasitas só deixarão de existir depois que acabar com o imposto sindical.
>
> Voltando, o problema da FNOB não são as matizes ideológicas, mas a falta de funcionamento regular e eleger a frente eleitoral como a única frente de atuação em bancários .
>
> O funcionamento da FNOB está errado. É esse o maior problema, que pode acabar com a própria Frente.
>
> Quanto o próximo em encontro ser em Brasília, tenho pleno acordo.
>
> Um forte abraço.
>
> MCS
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> Em 17/04/2013, às 11:29, José Eugênio Costa <jeccosta_ em hotmail.com> escreveu:
>
>> Bom dia pessoal,
>>
>> quando fiz a minha colocação sobre a questão do apoio à chapa da oposição no Pará, na realidade não quis gerar polêmica, pois tal posição por si só já é polêmica, não pela questão de fundo de apoio ou não a uma chapa que eventualmente irá representar os anseios da maioria dos colegas bancários do Pará, apesar de só por isso já ser uma questão suficiente para ponderarmos questões de fundo extremamente "puro sangue", ou de fincarmos bandeiras ideológicas de questões inarredáveis, penso que acima de qualquer tema sedimentado "Totens Ideológicos", estão questões que necessitam respostas imediatas daquelas lideranças que buscam representar os anseios dos grupos a que lideram, porque liderar é muito mais complexo do que alguns eventuais "líderes" possam imaginar, pois liderar quer dizer representar a contento uma variedade heterogênea de anseios e questões pessoais dos mais diversos matizes que qualquer um de nós possa sequer imaginar, ou acaso qualquer um de nós que compomos a Frente acha que representa o pensamento exato da categoria dos bancários, onde temos todo o tipo de matizes, uns que apoiam partidos ditos de esquerda e não apoiam as medidas tomadas pelas diretorias dos bancos, outros também dessa própria esquerda que discordam totalmente dessas medidas, outros ainda de partidos ditos de direita e que discordam dessas medidas e outros mesmos tidos como de direita e que apoiam totalmente essas medidas, outros ainda que não se rotulam com esses rótulos desgastados de direita ou de esquerda e que preferem seguir aquilo que a sua conciência dita como correto, como podemos estabelecer dentro de uma agremiação que se pretende representar esses anseios coletivos, discriminando "A" ou "B" por questões ideológicas ou de puro fundo estratégico na busca do principal objetivo que é regatar a representatividade de volta à categoria, que ao meu ver é a questão principal e que envolve o posicionamento do companheiro Silvio da AEBA, ou será que os companheiros conhecendo o companheiro Silvio como conhecemos, possam acreditar que o companheiro adentrou à CONTEC, pois de uma hora para outra passou a ter pensamentos maléficos para com a categoria e pensando em se enquadrar em uma agremiação mais adequada ao seu novo perfil, totalmente contrário aos princípios que o galgaram a liderança que o mesmo tem junto a categoria, procurou a CONTEC, abandonando conscientemente as siglas e as pessoas que o galgaram a este posicionamento para espontaneamente ficar isolado em uma nova posição aventureira, onde todos nós passaríamos a atirar pedras, não companheiros rogo a capacidade intelectual que cada um de nós possui para chamá-los à razão, não é essa a questão, a questão principal é que nós mesmos que nos intitulamos representantes da categoria, de lideranças incontestes, estamos criando rótulos e isolando possibilidades concretas de buscarmos através de todos os caminhos possíveis, aquilo que considero o mais precioso para a categoria neste momento, que é o resgate da nossa representatividade, se temos uma entidade que no passado fazia o jogo dos governos ditos de direita e que sabidamente fazia acordos que eram nefastos a categoria, brigando constantemente com os partidos ditos de esquerda, não sei se os companheiros perceberam, mas gostaria de lembrá-los que essa correlação de forças se inverteu, hoje lutamos contra quem ontem nos defendia, e as vezes recebemos eventual apoio de quem menos esperávamos, tal como o ajuizamento no TST do nosso dissídio coletivo em 2007, após uma greve de 30 dias que ameaçava morrer por inanição propositalmente por parte dos sindicatos ligados à CONTRAF/CUT, naquela oportunidade a idéia havia partido de mim junto ao encontro das oposições que se encontravam aqui em Brasília, e conseguimos vender o peixe para a CONTEC que encaminhou contrariamente ao que pretendia a CONTRAF/CUT que queria matar de vez as possibilidades futuras de greves fortes na categoria, fazendo com que os colegas fossem abandonando progressivamente o movimento que é o que já estava acontecendo e que voltássemos a trabalhar literalmente "com o rabinho entre as pernas", até hoje os sindicatos ligados a CONTRAF/CUT não conseguem engolir essa derrota e sempre que possível tentam acusar a oposição de compor com a CONTEC, tradicional pelega do passado, entretanto essa era e foi no nosso entendimento a melhor saída para a categoria, pois obtivemos alguns avanços junto ao TST, além de uma questão inédita de considerar a greve mais ou menos legal por não ter cumprido a risca todos os requisitos da lei de greve e definiram inéditamente o abono de 50% dos dias de greve, tendo que pagar o restante, coisa que até aquele momento invariavelmente vinhamos pagando todas as horas, outra questão que foi ajuizada pela CONTEC antes mesmo dos sindicatos ligados a CUT, foi o protesto prescritivo aqui em BSB, com relação a ação da 7ª e 8ª horas, e hoje os sindicatos ligados a CUT informam de forma indevida à categoria que para fazer juz a esse protesto faz-se necessário que à época pretendida o bancário obrigatóriamente deveria estar sindicalizado, o que não procede, pois o protesto prescritivo feito pela CONTEC é mais abrangente do que a dos sindicatos, pois busca todo o bancário, independente de ser sindicalizado ou não, apesar dessas questões, não temos até hoje nenhuma ligação com a CONTEC, temos alguns colegas que sempre estiveram conosco na oposição e que hoje prefiriram estar buscando brechas para atuação através da CONTEC, e que independente disso, são colegas totalmente comprometidos com a categoria e totalmente confiáveis, e que sabedor dos histórico que tenho de cada um, tenho total confiança nos seus atos e tenho certeza que jamais serão atos lesivos à categoria. Então companheiros volto a repetir estamos pecando pelo falso puritanismo e descartando possibilidades concretas por estarmos criando "Totens Ideológicos" na porta da FRENTE, e estaremos fadados a ficar eternamente como uma facção de oposição com sérias restrições, à exemplo do malfadado MNOB, criação do PSTU com o seu falso "Centralismo Democrático", duas semânticas que ao meu ver são totalmente antagônicas, pois na minha concepção, nenhum centralismo pode ser democrático, e que todos sabem que esse encaminhamento não deu certo (vide criação da FNOB).
>> Então companheiros sei que o texto é longo, mas penso que é elucidativo, precisamos ter linhas de atuação bem claras de como decidir as coisas, em um primeiro momento devemos sim buscar o consenso, que ao meu ver é muito dificil de ser atingido tendo em vista pluridade de idéias e da diversidade ideológica de nossos pares, e em não se conseguindo, fazer a decisão através da velha e boa votação, onde a posição da agremiação será sempre clara e determinada, me desculpe o Matheus, mas não considero a falta de posicionamento da frente com relação a questões polêmicas, cada um ajindo da maneira que lhe convier, ser considerada como excesso de democracia, isso para a categoria soa como uma falta de posicionamento da legenda e soa muito mais como uma legenda onde reina a anarquia, a categoria precisa saber exatamente o posicionamento da legenda.
>> Penso que essa questão é crucial para a sobrevivência da Frente e precisa ser tratada urgentemente no próximo encontro que conforme sugeriu o Matheus poderia ser perfeitamente aqui em Brasília.
>>
>> Abraços a todos
>>
>> José Eugênio Cunha da Costa
>> Delegado Sindical - Filial Brasília
>> Diretor ANTECIPA
>>
>>
>>
>> Subject: Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] próximos passos da luta
>> From: marciocarsi em yahoo.com.br
>> Date: Tue, 16 Apr 2013 11:11:05 -0300
>> CC: frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br; silviopereira.adv em ig.com.br; jeccosta_ em hotmail.com; silvio.jpereira em ibest.com.br; beatrizpoliveira em yahoo.com.br; jujuproenca em gmail.com; martaturra em hotmail.com; d.ribeirovargas em gmail.com
>> To: m.crespo em ig.com.br
>>
>> Prezados companheiros, manos e minas.
>>
>> O que eu quero dizer com tudo isso é que o funcionamento da Frente como apenas uma frente eleitoral, está acabando com a Frente. Temos problemas gravíssimos de método, e, principalmente, de comunicação. E mais. Temos melindres para discutirmos os problemas.
>>
>> Pouco importa o apoio que a Frente em Brasília decidiu. O grave disso é que o restante da FNOB entendeu como um apoio nacional. Ou seja a falta de comunicação, fez com que, na prática, a coordenação não existisse.
>>
>> Nós, daqui de Sampa, não podemos tirar um posicionamento frente as chapas na eleição do Pará, Pr simplesmente porquê não sabemos as composições das chapas. Sabemos que a chapa de oposição contem um integrante da CONTEC, que é o Silvio, presidente da AEBA, á quem tenho muito respeito e não duvido de sua combatividade. Mas tomando apenas este elemento (ser da CONTEC) já é o suficiente para não apoiarmos a chapa de oposição no Pará. A menos que o companheiro faça auto crítica neste fórum, e seja ciente que, tendo atos de uma oposição a Articulação e aos métodos dosn trabalhadores de democracia e ação direta consequente, ele será expulso da CONTEC
>> Estamos aqui como loucos lutando contra o novo plano , e foi iso que deu credibilidade para que fôssemos eleitos nos "quintais" do PSTU como a Verbo Divino e o SAC, além da inédita eleição de um caixa na PSO. Pr causa da nossa atuação, o Bancários de base de São Paulo está crescendo e temos um projeto para catalizar aconstrucao da Frente em Sampa.
>>
>> O funcionamento como Frente eleitoral,sem comunicação, sem reuniões periódica, sem a compreensão conjunta da realidade, fruto das discussões coletivas e organizadas estão matando a FNOB. Temos de evitar que o movimentismo destrua A Frente..
>>
>> Um forte abraço.
>>
>> Márcio
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
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>>
>>
>>
>> Em 15/04/2013, às 14:13, MATHEUS DA SILVA CRESPO <m.crespo em ig.com.br> escreveu:
>>
>> Estou feito um louco aqui no RS, ajudando como membro da comissão eleitoral do sindicato dos Correios, um dos poucos que se pode contar em uma única mão entre os que são de luta e realmente democráticos no Brasil. Por isso, a correria...
>>
>> Mas vejamos, muito brevemente:
>> - quem decidiu a linha em BsB? 100% dos membros da FNOB em BsB (Eug, Síl, Jul e Mat), que definiram esta tática por unanimidade; além de ter sido referendada em reun ião nacional via chat da FNOB. Critério: era CLASSISTA, SOMENTE COMPOSTA POR CORRENTES OPERÁRIAS, AINDA QUE ALGUMA DESTAS CORRENTES DE TRABALHADORES SEJAM PELEGAS (o que não muda sua natureza e sim seu programa).
>> - quem decidiu a linha no PA? Ninguém, pois não se decidiu. Assim, cada membro está liberado para fazer o que bem entender. Democracia total e absoluta! Talvez até em excesso... Critério questionado, que diferencia o PA do DF e o aproxima a outra eleições em que não apoiamos: NÃO É FORMADA SOMENTE POR CORRENTES DOS TRABALHADORES OU OPERÁRIAS, O QUE É O MESMO QUE DIZER QUE NÃO É CLASSISTA (Tem a Contec!!!!). Ou seja, programaticamente, podem ser a mesma coisa, ou até a do PA ser mais à esquerda (não duvido...), mas se questiona a natureza de classes de uma coisa e outra.
>>
>> Assim, o ES sinta-se livre para defender o voto no PA, assim como, apesar da posição geral de apoio da FNOB no DF, poderiam ter defendido o voto nulo... Esta é a base do funcionamento da FNOB: termos posições coletivas, mas não se centralizar ninguém.
>>
>> Sobre o local, depois de TODAS as bases da FNOB já terem organizado o encontro nacional, restava aos comps de SP o fazerem (o que já se previa desde o encontro do 2o semestre do ano passado). Mas se, outra vez, não o podem fazer, como membro da oposição do DF, apresento a candidatura do DF para sediar nosso 6o encontro, sem drama nenhum. Aliás, podemos também repetir algum local anterior, como o RN, MA, etc. Lugar para sediar é o que não faltará!
>>
>> E vamos indo: crescendo, intervindo e divulgando a FNOB, com para cada erro identificado, uma solução sendo apresentada! Se for assim, não tem como não dar certo...
>>
>> Abraços!
>>
>>
>> Em 15 de abril de 2013 11:23, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>>
>>
>> Prezados companheiros, manos e minas.
>>
>> Camaradas.
>>
>> Na chapa 3 de Brasília, houve apoio da Frente, ainda que com setores extremamente complicados como a INTERSINDICAL, que, até onde sei, são cupinchas da mesma laia daqui de SP,l junto com a Articulação na diretoria. O próprio Matheus reconheceu isso no informe da composição da chapa. E o método de apoio e participação nesta chapa? É o mesmo para não se ter posição alguma nas eleições doa Pará/Amapá. Daí surgem perguntas óbvias: qual foi o critérios de apoio e participação numa chapa e não ter posição alguma na outra? Em qual Fórum deliberativo da Frente em que se deram estas decisões.?
>>
>> Há muito que nós, daqui de Sampa estamos falando dos problemas da FNOB. Fizemos um manifesto publicando pelo Daniel que as expõe: não estou acusando ninguém de pelego, disso e aquilo, mas o movimento de eleições sindicais está engolindo da Frente, paralisando seu funcionamento, conduzindo a Frente para o movimento ao ponto da FNOB nao ter política para o novo plano do BB.
>>
>> Resumindo: estamos se tornando tudo que negamos no MNOB, com a ressalva de que não colocamos todas as nossas finanças para pagamento de funcionários para fazer trabalho de construção de grupo a, b, ou c. Esta é a única diferença hj em relação a FNOB.
>>
>> Uma das propostas de POA em dezembro de 2012 fosse para que o próximo encontro da Frente fosse em SP. Pois bem. Dissemos em janeiro, e depois em fevereiro, que que São Paulo não tem condições de promover o evento. Discutimos o local alternativo? Vai ter Encontro da Frente neste semestre?
>>
>> Precisamos reconstruir a FNOB
>>
>> Um forte abraço.
>>
>> Márcio.
>>
>>
>>
>>
>>
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>>
>>
>>
>> Em 15/04/2013, às 09:39, MATHEUS DA SILVA CRESPO <m.crespo em ig.com.br> escreveu:
>>
>>
>> Sobre o Tonkas, eu falei bobagem, Eugênio. Era do Dílson que eu queria falar... E para constar que ainda há outros dois companheiros demitidos, num total de 3, em BsB. Acho que é importante que tenhamos um acompanhamento de perto disso aí, seja por que é um ataque grave no BB, depois da imposição do plano de redução de jornada e salários; por que é uma ação certamente orquestrada pelo governo Dilma, que também se alastra pela CEF (caso Messias); e, ainda, pelo fato de que os movimentos jurídicos disso tudo estão se dando no DF, onde existe gente da FNOB e, mais que isso, um advogado que entende tudo destas questões. Por isso, e não por conta dos demais participantes e interessados no caso, é que devemos estar inseridos nesta luta pela readmissão e pelas ações que isso implicar.
>>
>> Sobre a eleição do PA, pode-se entender que o apoio é certo ou errado, no que se refere a seu conteúdo. É mais um tema para debatermos... MAS A ÚLTIMA COISA QUE SE PODE DIZER É QUE É UMA POSIÇÃO ANTIDEMOCRÁTICA! EXATAMENTE POR QUE, DIANTE DE HAVER DIVERGÊNCIA, NÃO SE IM,PÔS NADA A NINGUÉM, E A FNOB SIMPLESMENTE NÃO DEFINIU UMA POSIÇÃO ÚNICA! Isso quer dizer que aqueles que querem apoiar, a FNOB dá todo o respaldo! E aos que não querem apoiar, o respaldo é o mesmo!
>>
>> Em qualquer outro movimento, uma cúpula decidiria tudo e imporia isso desde cima, goela abaixo. Na FNOB, como sempre, só aprovamos o que é consenso ou o que foi submetido a um amplo debate e votação. Não tendo havido nem sido possível nem um nem outro, tomou-se a única possível e exemplar medida de liberar a todos que a compõem a individualmente se posicionarem como quiserem. E, devemos lembrar, esta posição divergente só passou a existir depois que o Sílvio se vinculou à Contec, o que nos faz concluir que é dele a responsabilidade de termos passado a ter esta polêmica interna, resolvida com 100% de democracia. Antes desta sua inesperada e inusitada decisão, absolutamente todos nós estávamos fechados e engajados com o movimento unitário por uma chapa no PA.
>>
>> Abraços a todos!
>>
>> Em 11 de abril de 2013 09:19, SILVIO PEREIRA & ADVOGADOS ASSOCIADOS <silviopereira.adv em ig.com.br> escreveu:
>> Parabéns, Eugênio.
>>
>> Suas palavras é o meu pensamento. Estamos caminhando na mesma direção dos demais movimentos de Oposição: com discriminação e com falta de democracia (sem abrir espaço para os outros). Não se pode falar em democracia quando ela é só interna. Precisamos lembrar que o FNOB é um movimento que está sendo formado. Não podemos fechar as portas para A ou B por ter um passado sombrio. É triste ver pensamentos dessa ordem em um movimento que nasceu para ser mudar a cara da oposição e está seguindo o mesmo caminho que já condenamos anteriormente.
>>
>> Silvio
>>
>> Em 10 de abril de 2013 23:31, José Eugênio Costa <jeccosta_ em hotmail.com> escreveu:
>>
>> Boa noite Matheus e demais companheiros,
>>
>> estava de férias e retorno amanhã ao trabalho, ao que parece houveram novas demissões no BB, pois até onde eu sabia era somente a do
>> Dilson e de outro colega que agora não me ocorre o nome, estivemos eu e Silvio no dia 24/03 na tecnologia do BB onde estava presente inclusive o Tonkas para tratarmos de que forma encaminharíamos a questão das demissões ao MPT, foi mencionado que havia um terceiro nome de outro colega que teria sido demitido, entretanto não havia qualquer cogitação do nome do Tonkas, essa informação procede mesmo Matheus?! Outra informação que me é novidade é essa questão da demissão do companheiro Messias, essa demissão ocorreu nos mesmos moldes do que está ocorrendo no BB?! a Caixa o demitiu por justa causa?! Se realmente essas duas questões procedem, então fica claro que o governo está adotando a política de cortar as lideranças de oposição para servirem como exemplo à categoria, precisamos mais do que nunca buscarmos apoios políticos junto a parlamentares e buscarmos a intervenção imediata do MPT, vou entrar em contacto com o Silvio amanhã para marcarmos uma reunião para tirarmos um planejamento de como poderemos atuar a partir da semana que vem.
>> Com relação ao apoio à chapa da oposição em Belém, penso que é lamentável a FNOB ficar de fora, pois estive no encontro da Frente em Belém e me pareceu pelos que lá estiveram, inclusive o próprio Silvio que estava presente, (e que para mim é uma liderança inconteste e importantissima para a mudança sindical no estado), que estávamos todos juntos nessa empreitada, senti também que a oposição lá possui reais chances de vitória, então é triste ver que conforme informações do próprio Matheus no e-mail abaixo, a maioria dos que compôem a chapa são de independentes, seguida pelas forças políticas que tradicionalmente compôem conosco, e que a frente está tomando a decisão do não apoio, unica e exclusivamente com relação a eventual estada do Silvio junto à CONTEC, agremiação essa que todos nós sabemos que no passado foi exemplo tácito de peleguismo junto aos governos ditos de direita, mas que hoje encontra-se praticamente fragmentada, mas que entretanto possui representação legal e não tem discriminado a entrada em suas fileiras de quem é da oposição, o que poderíamos perfeitamente utilizar estratégicamente, inserindo companheiros nossos para que púdessemos direcionar essa agremiação para os nossos interesses, penso que estamos usando de um puritanismo e de um amadorismo político sem tamanho, ações essas que não nos acrescentam em nada naquilo que pretendemos que é o resgate das nossas entidades para a categoria, mas enfim se essa é a posição da maioria da frente eu respeito, sem deixar de ser solidário com o companheiro TINOCO e o Sindicato do Maranhão, penso que a Frente deveria reavaliar essa tese.
>>
>> Abraços a todos
>>
>> Eugênio
>>
>> Date: Wed, 10 Apr 2013 11:59:21 -0300
>> Subject: Re: [Frente Nacional de Oposição Bancária] próximos passos da luta
>> From: m.crespo em ig.com.br
>> To: frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br
>> CC: jeccosta_ em hotmail.com; silvio.jpereira em ibest.com.br; silviopereira.adv em ig.com.br
>>
>>
>> Daniel e demais companheiros,
>>
>> Sobre a luta contra as demissões nos bancos públicos, estamos totalmente de acordo e é importante realmente que o Messias esteja presente em Brasília no dia 18 como forma de pressão. Vou repassar este e-mail com cópia para o Eugênio e o Sílvio, ambos da FNOB em Brasília, para ver se algum deles pode estar presente na audiência. No entanto, me parece que o Eugênio estará viajando e eu estou em POA até o dia 22/04, estando atolado com a tarefa de ajudar nas eleições dos Correios daqui. Por isso, lamento mas não poderei comparecer e estou com bastante dificuldade de conseguir acompanhar qualquer destas demandas aqui de longe e saturado com outras coisas. Por isso, também peço ao Eugênio (ao menos se ler esta mensagem, mesmo em viagem) e AO SÍLVIO, principalmente, se tem como ver com o Manoelzinho ou o Zé Augusto sobre QUEM SÃO OS 3 DEMITIDOS DO BB DO DF (o Tonkas e mais dois, pelo que sei...) e passar os telefones destes 3 aqui para a nossa lista, para que o Daniel e o Márcio possam fazer as articulações sobre isso!
>>
>> Quanto ao PA, É CONSENSO QUE A FNOB NÃO TEM UMA POSIÇÃO geral! Nunca decidimos nada sem antes discutir em reunião e jamais faríamos isso neste caso, ou em qualquer outro. A chapa formada lá é composta por independentes, que são a maioria, pelo PSOL, PSTU e pelo Sílvio, que é filiado ao PSOL e integra a diretoria da Contec, tendo já prometido sair da Contec depois das eleições. Se isso significa que a Contec está ou não na chapa, a partir desta relação do Sílvio, é algo a ser interpretado por cada organização. De resto, as demais correntes governistas estão todas juntas da chapa da situação, ou de fora do processo.
>>
>> A posição do Movimento Revolucionário, ainda que respeite demais os integrantes da chapa e lamente profundamente a situação a qual chegamos, sendo que inclusive giramos um colega para o PA a fim de ajudar e entrar na chapa, é a de que HAVENDO VÍNCULO E CARGO DO SÍLVIO NA CONTEC, mesmo que seja só ele e que possa sair depois das eleições, é a de que NÃO APOIAMOS ESTA CHAPA E NÃO A COMPOMOS, RETIRANDO A POSSIBILIDADE DE ENTRARMOS NA NOMINATA. ESTAMOS FORA! O Sindicato do RN, em decisão completamente independente da do MR, e meses antes, já tinha se definido por não apoiar também, o que foi novamente debatido há algumas semanas e NOVAMENTE SE VOTOU, POR MAIORIA, QUE NÃO APOIA A CHAPA DA OPOSIÇÃO!
>>
>> Assim, quem estiver apoiando a chapa, como o MA, ou o camarada Tinoco do RN, estão o fazendo por si mesmos, legitimamente, mas sem que seja qualquer apoio da FNOB.
>>
>> Abraços!
>>
>>
>> Em 10 de abril de 2013 10:05, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:
>>
>> Olá compas da FNOB
>>
>> Os companheiros do MR agiram corretamente ao apostar na mobilização e na luta. Não há outro caminho para a luta dos trabalhadores.
>>
>> Aqui em São Paulo estamos apostando também na mobilização e na luta contra a perseguição política nos bancos públicos. Organizamos atos na Avenida Paulista no dia 27/03 e no Complexo Verbo Divino do BB no dia 09/04, mas foram atos limitados à vanguarda, com uma pequena presença também de outros coletivos. A destacar o papel criminoso da direção do Sindicato de São Paulo (e também da APCEF), que se recusam a realizar uma campanha contra a perseguição nos bancos públicos. A tática da Articulação, que dirige as entidades que nos representam, é apostar que vão reverter a demissão do companheiro Messias via negociação. A tática que todos defendemos no movimento, ao contrário, é a da mobilização. As entidades abandonaram os atos e todas as demais atividades decididas no movimento, que tem tido reuniões representativas, com integrantes de várias correntes e até de outras categorias.
>>
>> Uma das resoluções que tiramos foi de que o Messias esteja em Brasília no dia 18, em que o seu recurso contra demissão será julgado pelo Conselho Disciplinar da Caixa, e de que esteja acompanhado de representantes do sindicato e da APECEF/FENAE. Infelizmente, não está certo que isso irá acontecer. Por isso, estamos pedindo aos compas da FNOB de Brasília ou mesmo de outras bases, que verifiquem as possibilidades de estar presentes no dia 18, na sede da Caixa em Brasília, para mostrar à patronal que o companheiro não está sozinho. Se a burocracia não está presente, nós temos que estar.
>>
>> Também seria importante, como o Márcio já propôs aqui, localizar os trabalhadores demitidos do Banco do Brasil, e talvez até realizar um ato contra a perseguição política. Em relação ao BB, o sindicato de São Paulo abandonou completamente a luta contra o plano de funções. O Sindicato apresentou o calendário dos seus Congressos de Banco e da Conferência Nacional, em que o plano do BB aparece como um dos temas. Ou seja, estão planejando arrastar o plano de funções até a campanha salarial. Daqui até lá, sem que haja organização e luta, os funcionários desistirão de resistir, vão aderir ao plano e a vitória da patronal estará consumada. Enquanto FNOB, precisamos encontrar juntos uma maneira de lutar contra essa tática e contra o plano do BB.
>>
>> Por útlimo, pedimos aos compas da FNOB que partilhem as informações que possuem sobre a composição da chapa de oposição do sindicato do Pará. Entendemos que não há condições de dar apoio à chapa enquanto FNOB, já que não houve fóruns de discussão em que o conjunto da FNOB pudesse tomar essa decisão. Assim, a decisão de apoiar ou nao a chapa fica para cada um dos coletivos que compõem a FNOB. Mas para isso, precisamos saber quais são as forças que estão na chapa, para tirarmos nossa posição enquanto BdB-SP.
>>
>> Saudações
>>
>> Daniel
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>> _________________________________________
>> “So, understand! You waste your time always searching for those wasted years!
>> Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!”
>>
>> “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos!
>> Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!”
>>
>> Iron Maiden, “Wasted Years”
>> _________________________________________
>>
>>
>>
>> On Ter 09/04/13 12:19 , MATHEUS DA SILVA CRESPO m.crespo em ig.com.br sent:
>>
>>
>> Valeu Márcio.
>>
>> Foi realmente uma vitória, ainda que parcial e provisória, que mexeu com a moral de todo mundo. Foi impressionante o caráter massivo e de quase convulsão que tomou conta dos atos, com a base mostrando a energia que só a massa pode ter, atropelando lideranças e o "roteiro" bem comportado que muitas organizações queriam atribuir às manifestações. Tem muita gente engolindo envergonhadamente suas certezas de que "lutar nunca dá em nada" e (re)adquirindo confiança de que juntos podemos virar as coisas de ponta cabeça.
>>
>> Em uma proporção mil vezes menor, mas é o que ocorre no mundo inteiro, seja na Europa, no mundo árabe ou na Argentina: as pessoas, diante da necessidade material, fazem ABSOLUTAMENTE TUDO que precisam fazer; e o que falta nesta equação é "apenas" uma direção revolucionária para impedir que as lutas sejam desviadas para alimentar o próprio sistema outra vez, elegendo um vereadorzinho aqui ou ali, e sim que se conduza à mudança estrutural do sistema, rumo ao poder aos trabalhadores.
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>> Estamos juntos dos camaradas revolucionários do Espaço Socialista, nesta e em tantas outras batalhas!
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>> Abração!
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>> Em 9 de abril de 2013 06:40, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
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>> Ao basta criticara situação. É necessário agir quando as entidades "representativas"nao atuam. Neste sentido o MR. Dá o exemplo de que, quando se confia na classe como sujeito, tudo é possível. Infelizmente na esquerda, muitas siglas tem esta ilusão que por via da "negociação", "diálogo", ou via parlamentar, vai se conseguir alguma coisa. Ou pior ainda. Uma política apenas de exigências.
>>
>> O que acordei em Porto Alegre deve ser exemplo para o pais todo. Parabéns aos manos e minas do Movimento Revolucionário.
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>> Abraços.
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>> Márcio
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>> Acesse www.espacosocialista.org
>> www.frentedeoposicaobancaria.org
>>
>>
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>> Início da mensagem encaminhada
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>> De: iraviskaia iraviskaia <iraviskaia em hotmail.com>
>> Data: 8 de abril de 2013 19:38:51 BRT
>> Para: "espaco_socialista em yahoogrupos.com.br" <espaco_socialista em yahoogrupos.com.br>
>> Assunto: [espaco_socialista] Passagem de ônibus - Porto Alegre
>> Responder A: espaco_socialista em yahoogrupos.com.br
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>> Socializando artigo do Movimento Revolucionário, RS.
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>> Iraci
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>> Publicado em 05/04/2013
>> A vitória das ruas! Passagem de ônibus de Porto Alegre baixa depois de manifestações com milhares!
>> Há muitos anos, as passagens de ônibus vêm provocando uma revolta generalizada entre os trabalhadores de todo o Brasil. Nos últimos 15 anos, já tivemos a Revolta do Buzu em salvador, protestos históricos em Recife e Fortaleza, e verdadeiras batalhas campais e uma quase insurreição em Florianópolis. Em Porto Alegre, diante de 16 anos de governo do PT a serviços dos empresários e da subida de preços, a oposição a esta prática e as mobilizações ficavam restritas a atos onde se contavam nos dedos os manifestantes.
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>> Nós, que hoje compomos o Movimento Revolucionário, sempre fomos a linha de frente de todas estas lutas, algumas vezes absolutamente sozinhos. Atos, pequenas marchas e agitações foram crescendo ano após ano, e o movimento passou a realizar ações cada vez mais fortes, que levaram à ocupação da prefeitura municipal, com o enfrentamento violento com a tropa de choque, que nos desalojou; à ocupação vitoriosa da EPTC (empresa municipal de transporte) na Ipiranga e a luta com presos e feridos na EPTC da Protásio Alves, a ocupação de ônibus e as centenas de panfletagens em terminais de ônibus, agitação com megafone, colagens e tudo mais. Foram muitos anos travando uma luta que parecia inglória, mas que sempre foi expressão de uma luta popular contra um setor empresarial dos mais exploradores, e que contou sempre com toda a proteção do PT e, depois, do PMDB e PDT.
>>
>> Pois as condições materiais (aumento do custo de vida, inflação em alta, dívidas generalizadas), o aumento da experiência da população com os governos, partidos eleitoreiros e os traidores sindicais e estudantis, somado à mudança política no mundo todo, com manifestações tomando conta de todos os lugares do mundo, finalmente, criaram as condições de uma vitória da luta em Porto Alegre (POA). O trabalho de luta persistente dos últimos anos e a saturação das pessoas diante de tanto abuso elevaram o ponto da luta ao grau da rebelião massiva, de pessoas que na sua maioria não compõem grupo algum, mas afluíram aos atos por absoluta indignação e vontade de mudar a realidade.
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>> Uma verdadeira bofetada na “esquerda” parlamentar e/ou meramente sindicalista que sempre escondeu seu oportunismo, covardia e omissão por trás de alegações que culpam a população pela letargia que começa em suas próprias organizações, adaptadas ao sistema, no qual se locupletam.
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>> Mas, contra tudo e todos, a maioria venceu! Neste momento, é POA quem dá o exemplo aos trabalhadores e estudantes do país todo, ao impor uma derrota histórica à patronal dos transportes, uma verdadeira máfia, e à prefeitura municipal. Mas além de José Fortunati (PDT), o PT e todos os demais partidos que vivem das eleições foram derrotados no dia de ontem, quando o aumento do preço da passagem foi revogado! Pois todos eles já foram responsáveis ou cúmplices da série histórica de reajustes e são os culpados pelo preço estratosfésrico que se tentoava impor agora, o mais caro do Brasil, a R$ 3,05.
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>> Provisoriamente, vencemos! Vencemos aqueles que lutaram sozinhos todo este tempo, sem nenhuma ajuda de nenhum vereador, da Justiça, ou nenhuma entidade que diz defender os interesses dos trabalhadores e estudantes, como a CUT, UNE ou UBES. Vencemos os que se mobilizaram aos milhares, apanhando da polícia, tendo a cabeça aberta a cacetetes, como militantes do MR no ano passado, e vencemos aqueles que são vítimas do capitalismo e desta vez o derrotaram, usando a única arma e o terreno em que podemos vencer: as ruas!
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>> O aumento de 7% que elevava a tarifa de R$2,85 para R$3,05, foi revogado! Mas ainda pode voltar a ser aplicado, o que deve fazer com que se mantenham as mobilizações e que se acentuem ainda mais. Além de efetivar em definitivo esta redução, exigimos que a passagem baixe ainda mais, e que exista passe livre total para a juventude, estudantes e desempregados.
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>> Este programa só pode ser atendido com a estatização do transporte público, sem indenização às empresas que fizeram fortunas em cima da superlotação e desrespeito aos usuários todos estes anos. Como as vozes de milhares de pessoas aprenderam a repetir nos últmos atos “o próximo vai ser maior”!
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