[Bancariosdebase] retomada necessária

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Sexta Janeiro 25 18:43:22 UTC 2013


    

	Olá comp em s 
	Na impossibilidade de realizarmos uma reunião presencial, ficamos
limitados a trocar idéias e tentar definir as ações por e-mail, o
que não é o ideal. 
	Escrevo a seguir sobre os pontos que entendo que são urgentes para
que tomemos posições e coloco as minhas propostas. 
	No meu entendimento temos os seguintes pontos pendentes, sem ordem de
importância: 
	1. Encontro de Porto Alegre 

	2. Próximo encontro da FNOB 

	3. Panfleto da FNOB 

	4. Redução da jornada no BB 

	5. Confraternização dia 2 de fevereiro 

	6. Eleição de delegados sindicais do BB 
	1. ENCONTRO DE PORTO ALEGRE 
	O Encontro de Porto Alegre foi o primeiro em que a FNOB foi forçada
a fazer um balanço de si mesma e refletir sobre suas debilidades, em
grande parte por causa do documento apresentado por nós do Bancários
de Base – SP. Na ocasião eu fui contra a apresentação do balanço
naquele formato, por uma série de razões que já não vêm ao caso.
A discussão colocada pelo Bancários de Base forçou os demais
componentes da FNOB a encarar os problemas. O debate teve vários
momentos atravessados, mas ao final se conseguiu avançar para alguns
pontos de consenso, no sentido de uma melhor organização e mais
transparência. Entretanto, o fato fundamental é de que, na verdade,
todos os demais componentes da FNOB encaram as questões de maneira
diferente de nós. A lentidão e o atraso político dos demais
coletivos reflete a sua posição social de representantes de
realidades diferentes da nossa. Nos outros estados o debate político
não tem a sofisticação que conhecemos aqui, as questões de
princípios não tem o mesmo peso, as tarefas não têm a mesma
urgência, as distinções entre as correntes são mais superificiais,
entre outras diferenças. 
	A FNOB não têm um projeto pronto e acabado, e nem sequer os seus
diversos componentes possuem uma compreensão homogênea do sentido
que deveria ter esse projeto. O acordo comum em torno da construção
da FNOB é frágil e pontual. Cada grupo se liga à FNOB por razões
diferentes e devemos conhecer essas razões para saber como a FNOB
funciona (ou não funciona) em cada caso. 
	A principal força da FNOB é a diretoria do sindicato dos bancários
do RN, pelo seu poder financeiro, organizativo e político. A maioria
da diretoria é composta por independentes e a minoria por militantes
da organização MR. O MR é quem elabora a política da entidade, mas
não consegue aplicar a política da maneira que gostaria. Para que se
tenha idéia das dificuldades políticas, o MR tentou barrar a
presença de um militante do PSTU na próxima diretoria do sindicato,
mas perdeu na votação para os independentes. O sindicato passará
por eleição no início de 2013 e o atual grupo dirigente deverá se
eleger com facilidade e manter aproximadamente a mesma composição
atual. O setor de independentes enxerga a FNOB como uma forma do
sindicato sair do seu isolamento nacional, para conseguir resultados
melhores para sua base nas campanhas salariais. O MR é o setor que
tem a política mais à esquerda e mais organizada, politizada, que
enxerga a situação da categoria como parte da situação da classe
trabalhadora, mas com limitações.  
	O MR rompeu politicamente com o PSTU, por considerá-lo burocratizado
e rumo à direitização, mas não rompeu com a base teórica
trotskysta-morenista. No campo sindical, isso tem como conseqüência
o fato de que dão muito peso às direções e tendem para o
eleitoralismo. São em geral muito mais combativos e à esquerda do
PSTU. Não se venderam por cargos fáceis em chapas com a burocracia,
como o PSTU fez, por isso ainda podemos contar com eles. Mas devemos
estar conscientes dos seus limites, como o fato de que não dão o
mesmo peso que nós às questões de método, de respeito às fóruns,
funcionamento regular, transparência, relação com a base, etc.  
	O sindicato do MA possui militantes do PSTU, do PSOL, da FNOB e
independentes na sua diretoria. Trata-se de um “chapão” de
esquerda onde as coisas funcionam por acordo, onde cada setor tenta se
construir, mas onde nenhum consegue impor a sua posição. Assim, o
sindicato está desfiliado da CUT, mas não apóia formalmente nem o
MNOB nem a FNOB, pois ninguém tem maioria para isso. 
	Abaixo dos sindicatos estão as associações, como a AEBA (cuja
principal figura passou para a CONTEC) e a AFBNB. A FNOB possui
militantes na diretoria dessas duas entidades, mas também como
minoria. Ou seja, a política dessas entidades não é exatamente a da
FNOB, cujos militantes precisam passar por um debate interno para dar
cada passo. 
	A ANBERR é uma associação de funcionários da Caixa voltada para a
questão específica dos fundos de pensão. Apóiam resolutamente a
FNOB, por não verem alternativa no movimento sindical burocratizado e
nas demais oposições. Entretanto, seus dirigentes estacionaram no
corporativismo e no imediatismo. Se opõem também resolutamente à
politização, a uma visão mais classista, e desconfiam dos partidos
e organizações, refletindo o grau de atraso ideológico da classe,
mesmo em seu setor ativista e combativo. 
	Abaixo das associações estão os grupos de oposição como
Bancários de Base – RS, UCS – PE e Bancários de Base – SP. Os
dois primeiros grupos já possuem uma vida orgânica estabelecida a
ponto de terem lançado chapas puras suas para as eleições das suas
bases sindicais. Entretanto, os resultados da UCS mostram a sua
inserção minúscula. E a principal figura do BdB – RS e do MR,
Matheus Crespo, transferiu-se para Brasília este ano, esvaziando o
grupo do RS. Isso não foi debatido no Encontro, mas meu palpite é de
que o companheiro vislumbra uma chance na eleição do sindicato de
Brasília, o que me parece uma aventura muito incerta. 
	Por último, sobramos nós do Bancários de Base – SP. A idéia e
boa parte das concepções originais da FNOB partiram de iniciativas
nossas, da visão que temos da necessidade de reorganizar a oposição
nacional desde a militância que tivemos no finado MNOB e anterior.
Mas apesar de termos dado o impulso político, não temos a direção
política do processo, nem mesmo em conjunto com o MR. O funcionamento
e construção da FNOB ainda são batalhas que precisam ser dadas
diariamente, contra o atraso político e ideológico dos demais
coletivos, e fundamentalmente, contra a nossa própria inserção
marginal. Pois o BdB – SP é o único coletivo da FNOB que está
situado numa base importante (na verdade, a mais importante do país e
que define de fato as questões da categoria), mas não temos a mais
longínqua condição de disputar a direção dessa base no momento
imediato. 
	Para concluir, minha posição é de que devemos seguir construindo a
FNOB, batalhando para que a ruptura com o sindicalismo burocratizado e
as ditas oposições se aprofunde. Precisamos batalhar para que a FNOB
tenha um programa mais consistente, um funcionamento mais regular e
mais transparente, que é o que nunca houve no antigo MNOB. A FNOB
segue sendo a única alternativa possível de organização que está
no horizonte. Apesar dos problemas políticos de todos os seus
componentes, ainda não há o problema da burocratização e do
aparelhamento que existia no MNOB. A única chance da categoria em
nível nacional é que a FNOB avance e é nosso papel colaborar para
isso. 
	A grande questão é que o próprio coletivo Bancários de Base não
tem conseguido ter ele próprio um funcionamento organizado, o que nos
fragiliza. Se não temos reuniões regulares, não temos como pautar a
situação nacional da categoria e a FNOB. Para batalharmos pela
construção da FNOB, temos que batalhar primeiro pela nossa
reconstrução, sem o que nossas posições não terão nem força nem
legitimidade perante os demais coletivos. Nossas posições não
serão respeitadas na FNOB enquanto não tivermos maior respaldo. 
	2. PRÓXIMO ENCONTRO DA FNOB 
	No Encontro de Porto Alegre foi colocada de maneira ainda
extra-oficial a proposta de que o próximo Encontro da FNOB seja em
São Paulo, com a organização sob responsabilidade do Bancários de
Base – SP. 
	Minha posição é de que não temos condições de organizar o
Encontro em São Paulo. O coletivo nunca esteve tão fragilizado
quanto está agora, e nossa capacidade de mobilizar um setor da base
grande o suficiente para dar respaldo ao Encontro está questionada.
Sem a presença da base, o Encontro ou qualquer outra iniciativa
política nossa não tem sentido.  
	Minha posição é de que devemos deixar claro já na próxima
reunião da coordenação da FNOB, na quarta-feira dia 30, que o
Encontro deverá ser sediado em outra base. Minha proposta é de que o
Encontro seja em Natal, para respaldar a diretoria que foi
recém-eleita e comprometê-la mais no projeto da FNOB. 
	Mais importante do que a definição do local é a questão
política. O Encontro de Porto Alegre definiu que a FNOB terá um
estatuto e CNPJ, para viabilizar a contribuição financeira por parte
das entidades institucionalizadas. Esse estatuto será aprovado no
próximo Encontro. Além disso, mais importante do que a formalidade
jurídica é a formalização de um programa político, com os
princípios e objetivos da FNOB. Se não temos condições de sediar o
Encontro, temos que contribuir com a construção desse programa.
Existem diferentes concepções no interior da FNOB, como deixei claro
no ponto anterior. Essas diferentes concepções vão batalhar pelas
suas idéias e nós temos que batalhar pelas nossas. Para ter alguma
cance de sucesso, temos que pautar esse ponto desde já. Não
conseguiremos convencer a todas das nossas propostas, mas temos que
lutar para que o denominador comum seja o mais avançado possível. É
assim que se faz política num ambiente plural e democrático. 
	Por último, na próxima reunião da coordenação devemos exigir
informes sobre as tarefas da reunião anterior, como as panfletagens,
a cartilha, a definição dos responsáveis de organização, o
andamento da proposta de estatuto da FNOB, além das questões
imediatas, como as eleições e a luta contra a redução de jornada
com redução de salário no BB (ver ponto 4 abaixo). As reuniões
são abertas a todos, via Skype. 
	3. PANFLETO DA FNOB 
	Para seguir construindo a FNOB, temos que trabalhar com o material
que está disponível, o panfleto que foi deliberado no Encontro de
Porto Alegre, apresentado na lista da FNOB e fechado com o devido
conhecimento de todos. 
	Repito minha proposta de e-mails anteriores, de que a quantidade de
panfletos a serem impressos seja compatível com a nossa capacidade de
distribuição. É doloroso admitir isso, mas para mim essa quantidade
não vai além de 3.000 panfletos. 3.000 é uma quantidade ridícula
para as proporções da base de São Paulo, se quiséssemos ter algum
impacto. Entretanto, não estamos em condições de conseguir o
impacto que seria preciso, mas apenas de manter uma presença
residual, uma existência pública mínima do coletivo e da FNOB em
São Paulo. É o tamanho das nossas forças materiais, militantes e
financeiras. Sobre materiais futuros, temos que agregar mais gente,
mais pessoas para bancar e distribuir, para poder pensar em
quantidades minimamente decentes. 
	4. REDUÇÃO DA JORNADA NO BB 
	Enquanto tentamos acertar esses ponteiros, a patronal não para de
agir. Cada um segue paralisado individualmente com seus problemas, o
Messias com o processo, eu agora sem base fixa, à mercê do PSO, o
Israel internado... 
	Mas o ataque mais sério no momento é a redução de jornada no BB,
com redução de salário. O Banco está tentando reduzir seu passivo
trabalhista de ações pela 7ª e 8ª horas por meio de um acordo
espúrio a ser legitimado pela colaboração do sindicalismo petista.
Nossa posição deve ser de que nenhum funcionário assine nenhum
termo concordando com a nova comissão ou “optando” pela joranada
de 6 ou de 8 horas. Devemos exigir que os sindicatos realizem
assembleias e defender a redução da jornada sem redução de
salário para todos, como sempre foi nossa reivindicação histórica.

	Ocorre que o novo plano está anunciado para ser implantado já no
dia 28, ou seja, antes de que possamos lançar qualquer campanha,
apesar dos esforços solitários do Márcio para alertar a todos e
tirar o setor da letargia há semanas. 
	Nessas condições, penso que devemos trabalhar com o texto abaixo,
dos companheiros do Coletivo Lênin – RJ:  
	“BB prepara golpe sobre a jornada de 6 horas no próximo dia 28/01!
 
	Esse panfleto é uma versão modificada no distribuído ontem, pelo
delegado sindical Rodrigo Silva (PSO/Rio Norte/RJ). 
	"Tradução" da reunião do dia 22/01 sobre a jornada de 6 horas  
	Dia 22/01 foi a reunião da Comissão de Empresa com a direção do
BB. O banco não mostrou a proposta que vai ser implantada já na
segunda-feira (28/01)! Só deu um esboço, com várias premissas, da
forma mais confusa. 
	É lógico que, se a proposta tivesse alguma coisa boa, o banco já
estaria usando todos os meios de comunicação corporativa pra fazer
alarde. E a Comissão de Empresa, que tem o rabo preso com o governo,
por ser formada na quase totalidade por sindicalistas do PT e do
PCdoB, falou que vai se reunir novamente na segunda-feira (com o fato
consumado), e só então tomar alguma atitude. 
	Pelas premissas que o banco apresentou,o mais provável é o
seguinte: 
	- todas as comissões atuais vão ser extintas. O objetivo é impedir
qualquer reclamação por redução de salário (como diz a notícia
da CONTRAF, "o banco reafirmou que não vai negociar a jornada de
trabalho do plano e das funções") 

	- as dotações não vão ser alteradas. Ou seja, vão ser criadas
novas comissões, que serão distribuídas entre as dependências
(pode ser que nem existam os dois tipos das novas comissões em todas
as dependências) 

	- as pessoas vão ter que escolher "voluntariamente" (= pressão), o
que quer dizer que alguns, muito provavelmente, vão ter que engolir
uma comissão que não querem, inclusive com redução de salário, no
caso da de seis horas. 
	IMPORTANTE: ninguém falou se vai ou não haver trava para todo mundo
que pegar as novas comissões. 
	Onde está o pulo do gato? Em nenhum momento o banco falou o que mais
importa: qual vai ser a redução salarial para a comissão de seis
horas. 
	A posição dos setores de oposição (FNOB e MNOB) é clara: a
jornada de 6 horas é um direito, que o banco não está respeitando.
As comissões têm que ter a jornada reduzida sem redução de
salário, e as duas horas extras devem ser pagas, inclusive as
retroativas, com o adicional devido! 
	Como dá pra ver, a Comissão de Empresa não está fazendo nada.
Então, precisamos fazer toda a pressão possível para os sindicatos
exigirem esclarecimentos do banco e marcarem assembleias o mais
rápido possível (no máxima na segunda-feira), para debater o que
vamos fazer. 
	Nas agências e prédios, devemos criar grupos de funcionários, para
organizar a resistência contra a pressão do banco, que vai tentar
forçar todos os comissionados a aceitarem as novas comissões.” 
	O Márcio questionou a frase em que se diz que “todas as comissões
serão extintas”, com a posição de que deveríamos assinar o texto
se essa frase fosse retirada. 
	Entretanto, minha posição é de que devemos assinar o texto mesmo
com essa frase. O texto coloca que isso é “o mais provável” e
não diz que isso está explícito na proposta do Banco, portanto não
nos compromete com uma calúnia. Mas é uma dedução legítima.
Retirar esse trecho do texto tiraria todo o seu sentido de alerta para
a gravidade do ataque que está sendo desferido, cujo objetivo é de
fato aliviar o passivo trabalhista e impedir ações judiciais pela
7ª e 8ª horas referentes a comissões extintas. Além disso, por uma
questão prática, não há como entrar em debate com os companheiros
propondo mudanças de redação. Não porque eles não pudessem
eventualmente concordar com mudanças, mas pelo simples fato de que
não há tempo hábil. Esse texto só terá efeito virtual, só
poderá ser distribuído em e-mail, ou blog, ou o que seja, antes da
segunda-feira, já que estamos em feriado prolongado no município. É
fundamental que tenhamos uma posição o quanto antes, por mais que
não esteja 100% precisa. Por isso defendo que assinemos o texto hoje
mesmo, sexta-feira, e o divulguemos o quanto antes por todos os meios
virtuais à nossa disposição! 
	Quanto a outras iniciativas na própria segunda-feira, teremos que
aguardar a divulgação oficial da proposta para preparar uma nova
resposta coletiva. De preferência, em conjunto com o companheiro
Rodrigo, do RJ. 
	5. CONFRATERNIZAÇÃO DIA 2 DE FEVEREIRO 
	A nossa próxima atividade marcada é a confraternização do dia 2
de fevereiro em Itu. Temos que aproveitar essa confraternização para
apresentar algum tipo de proposta de organização aos trabalhadores.
O ideal seria que apresentássemos um convite impresso para alguma
atividade nossa, uma plenária para começar a planejar o ano.
Deveriamos redigir ao longo da semana um panfleto para ser entregue
aos trabalhadores no local, chamando à participação. No meu
entendimento, esse panfleto deveria adotar um tom “dramático”,
mostrando aos trabalhadores que somos poucos, estamos no limite de
nossas forças, e precisamos de ajuda, muita ajuda, para que possamos
ajudar os trabalhadores. Seria ideal ter uma data de atividade já
definida para apresentar, no final de fevereiro ou início de março. 
	6. ELEIÇÃO DE DELEGADOS SINDICAIS DO BB 
	A burocracia está adiando a eleição de delegados sindicais,
provavelmente para depois do desfecho da implantação do novo plano
de comissões com redução de salários. O objetivo seria não
misturar uma coisa com a outra, não permitir que um setor da base
expresse na eleição alguma iniciativa de organização pela
rejeição da proposta. De qualquer forma, isso nos dá tempo de nos
antecipar e apresentar uma proposta de programa para essas eleições.

	Entretanto, o mais importante é que, se a eleição tivesse
acontecido no devido tempo, teria nos pego de calças curtas, sem uma
proposta organizada a apresentar. Na reunião com os companheiros da
LER/Piquete da 7/Uma classe no ano passado, um dos pontos para uma
possível ação conjunta seria a defesa de um programa comum para as
eleições de delegados sindicais do BB, mas nós nem sequer
elaboramos qualquer proposta. Como disse acima, ainda temos tempo de
corrigir esse erro e evitar mais esse prejuízo. Temos que começar a
discutir uma proposta para esse ponto, pois se queremos ser algum tipo
de referência para a categoria, temos que ter a capacidade de nos
antecipar aos problemas e questões. 
	O centro da nossa atuação para as eleições de delegados sindicais
é de que, mais do que votar nos nomes de fulano ou beltrano, devemos
levar os trabalhadores a votar numa concepção de funcionamento do
sindicato. Devemos chamar os trabalhadores a se candidatar e votar nos
seguintes pontos: 
	1. A diretoria do sindicato não pode substituir nem se sobrepor às
decisões dos trabalhadores. O papel da diretoria é encaminhar aquilo
que é decidido pelos trabalhadores. Os espaços e instâncias do
sindicato devem ser colocados a serviço e à disposição de cada
setor da categoria. Os trabalhadores do Banco do Brasil têm o direito
de se organizar para lutar por suas questões, e o reconhecimento e
fortalecimento dos delegados sindicais deve ser um passo na direção
dessa organização. 
	2. Para avançar na organização defendemos que seja colocado como
parte das reivindicações de campanha salarial: 

	- reuniões mensais de delegados sindicais, com abono de ponto e
caráter deliberativo; 

	- que os delegados sindicais tenham direito a se reunir nos locais de
trabalho ao menos uma vez por mês para levantar as questões de
interesse dos trabalhadores do seu local e gerais; 

	- que os delegados sindicais tenham direito a um quadro de aviso nos
locais de trabalho para afixar informes de interesse dos
trabalhadores; 
	3. A organização dos trabalhadores em cada local deve servir para
retomar a luta por reivindicações históricas dos funcionários do
BB como: 

	- jornada de 6hs para todos os funcionários, sem redução de
salário; 

	- reposição das perdas salariais acumuladas; 

	- isonomia entre funcionários novos, antigos e incorporados,
preservando-se o mais favorável ao trabalhador; 

	- plano de cargos e salários; 

	- fim da lateralidade e pagamento das substituições; 

	- posse imediata dos concursados para suprir a dotação; 

	- fim do PSO e incorporação dos caixas ao quadro das agências; 

	- contra o sucateamento da CASSI; 

	- fim da segmentação na PREVI, direitos do plano 1 para todos; 
	4. Além das reivindicações específicas do Banco do Brasil,
defendemos reivindicações gerais da categoria bancária: 

	- fim das metas e do assédio moral; 

	- por um banco público a serviço da classe trabalhadora e não das
empresas; 

	- estabilidade no emprego para todos, nos bancos públicos e
privados; 

	- fim da terceirização, pela incorporação dos terceirizados: quem
trabalha em banco, bancário é! 

	- fim dos correspondentes bancários; 

	- redução da jornada para 5 horas diárias, sem redução de
salário, com dois turnos para atendimento da população; 
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Qua 23/01/13 19:29 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
 Olá a tod em s! Pessoal, particularmente nos próximos dias poderei
participar independente se for na semana à noite (centro, próximo
metro  ou oeste) ou final de semana, (se for,  o caso no domingo).
Quanto ao dia 30, imprescindível estarmos definidos. No aguardo.
Saudações! Messias
 --- Em QUA, 23/1/13, MáRCIO CARDOSO __escreveu:
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Re: retomada necessária
 Para: "tzitzimitl em terra.com.br" 
 Cc: "Utopia" , "" , "Bancários de Base Novo" 
 Data: Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013, 12:47
   Então, proponho que façamos união no sábado, de manha, no
centro. 
  Márcio 
 Acesse www.espacosocialista.org [1] www.frentedeoposicaobancaria.org
[2]
 Em 23/01/2013, às 08:51, Daniel  escreveu:
   Olá Márcio.
 Uma coisa são troca de informações, outra coisa é deliberação,
que exige debate, confronto de propostas, convencimento. Para isso
seria necessário sim uma reunião presencial. 
 O Messias elencou vários pontos sobre os quais  precisamos
deliberar: balanço de Porto Alegre, Encontro em São Paulo ou não,
panfletagem, preparação do churrasco, convocação de uma plenária
de base em São Paulo. Eu acrescento mais um, surgiu a proposta de um
chat da coordenação da FNOB para quarta-feira dia 30, e precisamos 
 discutr todos os pontos acima antes desse chat.
 Precisamos sim de uma reunião presencial, e de uma boa reunião.
Ocorre que sexta-feira é feriado, temos um fim de semana prolongado,
que já começa na quinta-feira, quando fica impossível se locomover
pela cidade.
 Assim, minha proposta é de reunirmos na segunda-feira, 28. Daqui
até lá, podemos sim escrever sobre os temas necessários, para
adiantar o debate (ou melhor, tentar tirar o atraso). Sei que você
está envolvido com a questão da 7ª e 8ª hora no BB, mas os outros
temas que temos dizem respeito a toda a categoria e ao projeto do
coletivo.
 O Messias tem razão, estamos na UTI enquanto coletivo e precisamos
sair.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Ter 22/01/13 16:49 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br [4]
sent:
   Camaradas 
  A questão é que não podemos condicionar a troca de informações
a uma reuniao presencial. O Israel está fora de combate no momento,
eu estou impossibilitado de comparecer a reuniao durante a semana a
noite.... Só resta o companheiro e o Daniel livres para se reunir.
.... Diante desta situação, porque não podemos falar sobre o
projeto do BDB , da Frente e da categoria como um todo? Porque não
discutamos os termos do seu processo aqui?  
  Abraços. 
  Márcio
 Acesse www.espacosocialista.org [5]  www.frentedeoposicaobancaria.org
[6]
 Em 22/01/2013, às 09:32, Utopia  escreveu:
 Olá a todos!  Pra mim na quarta ok, mas dadas as informações, é
viável?.  O problema é que reunião de coletivo, tem que ser feita
coletivamente.  Precisaríamos viabilizar  panfletos, definir encontro
em SP, distribuir material, não fizemos balanço nem do ano, nem  da
Frente, nem de  Poa, não traçamos planos para 2013, os ataques se
intensificam, a burocracia e a oposição consentida tem outros
planos, etc etc. Atuar isolada e pontualmente não nos resolve.  Temos
que sair da UTI. Saudações Messias. 
 --- Em SEG, 21/1/13, MáRCIO CARDOSO __ escreveu:
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Re: [Bancariosdebase] retomada necessária
 Para: "tzitzimitl em terra.com.br" 
 Cc: "Utopia" , "" , "Bancários de Base Novo" 
 Data: Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013, 23:11
   Meus prezados companheiros. 
  Nesta semana, estarei com compromisso em Osasco, das 7 as 9 até
sexta. Portanto não poderei estar em reunião com vcs.  
  No entanto isso não inviabiliza a reunião nossa. Temos que abusar
do telefone e do e-mail para trocarmos idéias e vencer a pauta, na
medida do possível, da reunião.  
  Amanhã haverá a reunião dos contraficantes com o governo sobre a
jornada de 6 horas que será apresentada amanhã talvez.  Todo o
funcionalismo está com a respiração suspensa esperando ver qual a
proposta do Banco. Pelo que sondei, somente o SAC hoje é capaz de
fazer alguma coisa no País. Não tenho notícias de que há alguma
movimentação em outras bases. Sexta feira dia 18, eu e mais dois
companheiros do SAC discutimos as circunstâncias em que o governo
apresentará. Apropositada e o que pretende com isso: obstar o
ingresso de ações trabalhistas pela 7ª e 8ª hora, pois há um
"acordo macro" assinado entre o banco e governo sobre as comissões de
conciliação voluntária (ccv), que suspenderá as ações r 180
dias. O curioso é que a maldita ccv não consta no acordo coletivo e
nem na convenção coletiva. 
  Ainda sobre a reunião realizada na sexta, como já disse,
compareceram duas pessoas, além de mim. Discutimos produtivamente por
dias horas. Ao final, aparece dois caras do MNOB querendo saber o que
ocorreu na reunião, mas não se comprometeu em encaminhar o
deliberado, que foi intimar o sindicato em falar sobre a jornada de 6
horas lá no prédio. Conseguimos o compromisso de que um diretor
comparecerá na quarta, dia 23. 
  Isso é tudo...por enquanto. 
  Abraços. 
  Márcio 
 Acesse www.espacosocialista.org [7]  www.frentedeoposicaobancaria.org
[8]
 Em 21/01/2013, às 18:07, Daniel  escreveu:
     OLá comp em s
 Proponho a quarta-feira dia 23 para a reunião de retomada.
 Quanto à confraternização dia 2, pode confirmar meu nome e da
Karen.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Seg 21/01/13 09:40 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
 Olá a tod em s!   Depois do desencontro do Centro Cultural São Paulo, 
Quando, como e onde retomaremos? Valeu! 
 Messias.
 --- Em SEG, 14/1/13, UTOPIA escreveu:
 De: Utopia 
 Assunto: Re: [Bancariosdebase] retomada necessária
 Para: "tzitzimitl em terra.com.br" , "Márcio Cardoso" ,
israelfernandezjr em gmail.com
 Cc: "Bancários de Base Novo" 
 Data: Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013, 8:39
 Olá a todos!Quanto à reunião (necessária), proponho quinta às 19
hrs, no Centro Cultural S Paulo, no metro Vergueiro.  Quanto ao
Encontro da Frente em SP, a tarefa de organização terá de envolver
pessoas além de nós e estrutura com a qual não contamos.É
importante ter claro esses limites e não nos iludamos, para não
haver maiores frustrações. A minha preocupação maior é irmos
fazendo as coisas de afogadilho, sem maior planejamento e condições
objetivas de realização.  Quanto ao panfleto, nesta semana a minha
prioridade, é o julgamento do processo, ma quarta-feira, dia 16 jan
2013, às 11 horas no  prédio  da Audir, Edificio Funcef Av Paulista,
ao lado da Ag Principal da CAIXA.  Assim passo aos camaradas, tel e
email do Cassiano da Gráfica em Osasco: (11) 35996626,
cajca em terra.com.br.  Alerto que o custo varia pouco em tiragens
girando em 5000,10000 ou 20000 exemplares, o problema maior é a
distribuição. Peço aos comp
 alguns dias para organizar o material da CAIXA sobre sétima e oitava
hora dos "técnicos".  Por aqui os ataques e desmandos na
administração da Caixa continuam a toda, sem uma resposta efetiva
das entidades, o que não é novidade, e apatia por parte dos
principais interessados, os trabalhadores, é nós, ativistas temos
que nos posicionar, ainda que nossa não omissão nos traga os riscos
de sempre. Valeu e até!Messias. 
 --- Em sex, 11/1/13, Márcio Cardoso 
 escreveu:
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Re: retomada necessária
 Para: "tzitzimitl em terra.com.br" 
 Cc: "Utopia" , "Bancários de Base Novo" 
 Data: Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013, 20:05
 Bom...diante de eu ser voto vencido, mais uma vez...rsrsrsrsrsrsrsr,
proponho então que, até lá, a gente use e abuse do e-mail,
telefone, etc para que não fique coisas acumuladas , 
 Estou para fazer uma reuniao com o povo do SAC para intervimos na
luta pela jornada de 6 horas. Seria interessante que o Messias, dê
alguma informações de como se deu esta luta na CEF. Temos que ver,
também, sobre a impressão do jornal da
 Frente.
 Abraços.
 MCS
 Acesse www.espacosocialista.org [9]
 Em 11/01/2013, às 19:59, Daniel  escreveu:
 Olá comp em s
 Neste sábado é impossível para mim. Proponho a seguda ou
quarta-feira da semana que vem, à noite. Se isso for suficiente para
que já possamos contar com o Israel, será ótimo, mas se não
pudermos, não pode passar desse prazo e teremos que resolver as
coisas só nós três. Se pudermos nos encontrar em um lugar mais
próximo do centro, ótimo, mas se não pudermos, encaro mais uma vez
a viagem para a zona oeste.
 Em relação à pauta, penso que a discussão sobre a FNOB requer sim
um maior peso. Para além da atual proposta de panfleto, existem
outras questões mais estruturais que precisamos debater em relação
à intervenção na FNOB. O Encontro de Porto Alegre deixou
praticamente certo que o próximo Encontro da FNOB será em São
Paulo. Trata-se do Encontro que antecede a preparação da campanha
salarial, em que definimos os eixos da campanha alternativa, e por
meio do qual buscamos viabilizar a necessidade de antecipar a
preparação da campanha, que nunca conseguimos fazer
satisfatoriamente. Se vamos realizar um Encontro nacional em São
Paulo, com as nossas precárias forças atuais, isso deverá ser o
foco de nossas atenções. Para que façamos um Encontro minimamente
decente, é preciso que levemos um número minimamente decente de
trabalhadores da nossa base, e só conseguiremos isso se nos
envolvermos desde agora.
 Por último, em relação à data de confraternização em Itu,
concordo com a data de 2 de fevereiro.
 Daniel
 #yiv2138882277  BODY {font-family:Arial, Helvetica,
sans-serif;font-size:12px;}
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Qui 10/01/13 17:22 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
 Olá a tod em s!Pois é camarada Márcio, as dificuldades aumentam, a
omissão e a paralisia da "Oposição" também e as situação de
tod em s cada dia pior   Não sei se é viável uma reunião na
situação colocada hoje. Talvez possamos deixar pro inicio da semana
que vem, para termos o camarada conosco. Hoje mais do que nunca, um a
mais é importante.No aguardo.
 --- Em qui, 10/1/13, Márcio Cardoso  escreveu:
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Re: [Bancariosdebase] retomada necessária
 Para: "Utopia" 
 Cc: "Bancários de Base Novo" 
 Data: Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013, 17:02
 Camaradas.
 Por mim, tudo bem ser na S. Bento. 
 No que diz respeito a pauta, concordo com o companheiro, mas temos
que,mão menos , viabilizar a distribuição do jornal da Frente.
 No BB o que tá pegando é a iminência da publicação da jornada de
6 horas . O governo disse  que será para algumas comissões ( e não
para todo ofuncionalismo). Para os contraficantes, o banco apresentara
uma proposta de redução de jornada com redução de salários, e
eles apóiam isso.
 Diante desta situação, estou tentando organizar o meu local de
trabalho para preparar para a luta....ocorre que os militontos do MNOB
nao querem ajudar, pois eles nao tiveram a iniciativa. 
  Será uma reuniao de 3 (se o Daniel confirmar) pois o Israel está
com problemas de saúde....não é nada grave...mas torçamos para ele
estar de volta conosco em breve.
 Abraços.
 Márcio
 Acesse www.espacosocialista.org [10]
 Em 10/01/2013, às 09:39, Utopia  escreveu:
 --- Em seg, 7/1/13, Márcio Cardoso  escreveu:
 olá a tod em s!Quanto ao sábado, ok. No limite, faríamos  no metro S
Bento as 14hrs, como já fizemos. Quanto à pauta, proponho
alterá-la, com menos FNOB e mais questões diretas que nos atingem,
ao menos na CAIXA, mas penso que é em toda a categoria.Peço que
todos se posicionem a tempo, hoje já é quinta e todos precisamos nos
programar.Valeu e até. . 
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Re: [Bancariosdebase] retomada necessária
 Para: "Utopia" 
 Data: Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013, 21:02
 Olá, pessoal.
 Proponho que seja no sábado , a reuniao, tendo como pauta a
situação da categoria, Frente, e distribuição do jornal da FNOB.
 Abraços.
 MCS
 Acesse www.espacosocialista.org [11]
 Em 07/01/2013, às 19:30, Utopia  escreveu:
 > Olá a tod em s!Pessoal, findos os ritos da passagem de ano e natal,
precisamos retomar antes dos festejos de Momo. Como tod em s sabemos, as
dificuldades são amplas, os
 problemas e ataques são muitos, as tarefas desafiadoras e @s
lutador em s somos limitados. Portanto, ainda que tendamos a"relaxar" com
férias, verão e tudo  o mais, precisamos retomar o quanto antes. 
Proponho reunião para o sábado próximo ou pra quinta à noite. 
Penso que poderíamos fazer no centro pra facilitar (falamos com o
pessoal do Mané Garrincha?), já que só vimos nos reunindo na Oeste.
 Não sei se já dá pra fazermos balanço 2012.  Ainda temos pontos
indefinidos a  debater como por ex a questão da FNOB, o o Encontro de
Poa.  Precisamos discutir também nosso projeto de construção
efetivamente (vimos postergando sempre, em função do nosso
movimentismo/limitações).  Discutir a nossa organicidade, até que
ponto bancários é prioridade, etc.  Quanto ao
 > panfleto da Frente, precisamos nos definir.  Sei das nossas
limitações, mas 3000/5000 que sejam , numa base como a do
 seeb sp, é complicado pra dizer o mínimo, dai o problema do projeto
de construção, que precisaríamos tocar par e passo com a nossa 
intervenção. Enfim, não me alongarei mais, pois o debate será
feito no devido tempo e espaço. Valeu galera, e até.Messias. "O povo
unido é povo forte, não teme a luta nem teme a morte".
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