[Bancariosdebase] retomada necessária

Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
Sábado Janeiro 26 20:03:24 UTC 2013


Prezados companheiros, manos e minas.

As limitações para reunião presencial são objetivas e não políticas. É comum que alguém que se torne militante se aliene da classe trabalhadora, sem, no entanto deixár de sê-lo. O ano de 2012foi o ano das bruxas soltas. Dos 12 meses, acho que trabalhei somente em 7 deles, em períodos irregulares e sem planejamento ( pois foram licenças médicas)...nenhum trabalho político resiste a eta inconstância. Para completar, trabalho emmperíodo integral e advogo. No primeiro caso, limita as reuniões no dia de semana à noite , no segundo, a carga de trabalho que peguei no último período foi grande também (a crise aguça o instinto de sobrevivência), de forma que me tome muito tempo após cumprir a minha jornada no BB. Assim, é praticamente impossível a minha participação de qualquer reunião em dias úteis. 

É por este motivo que disse que devemos usar e abusar do e-mail para troca  de informações e otimizar as nossas reuniões. Não demos mais ficar 4 horas para discutir 2 pontos de pauta. 

Feitas estas considerações, passo a escrever sobre o que o Daniel escreveu.

FNOB - excelente sistematização sobre a caracterização da Frente a partir do acúmulo de POA. Nao seremos levados a sério pelo restante da Frente se o que dizemos e pregamos não tiver resultando prático para eles: mais gente militando ao nosso lado aqui em Sampa. Embora o nosso documento t suscitado a debates de métodos necessários, sempre seremos vistos com alguma simpatia, mas nenhum respeito. Creio que, se nao tivermos mais nenhum contratempo neste ano, poderemos, quem sabe, sediar o encontro do final de ano aqui na Terra da Garoa, proponho que seja Brasília o próximo encontro, para dar mais firmeza ao povo vacilante de lá.

Ainda sobre a Frente, precisa cobrá-los sobre a cartilha que escrevi sobre a ACE, e do porquê não fizeram nada sobre as 6 horas do BB na reunião da coordenação no dia 30. Sobre os jornais da frente. Elas estarão a disposição nossa a partir de segunda, dia 28/01. Foram rodadas 3000 panfletos e ficou 360 reais. Para distribuir mais, é preciso que haja mais gente. E temos que providenciar isso.

Quanto ao panfleto dos manos do Rio , tenho pleno acordo, tem com a modificação ( e nao supressão) dói ponto em que fiz ressalva. Temos que levar em conta o informe trazido pela CONTEC de que haverá redução de salário. Providenciarei isso logo mais.

Por último, devemos retomar nossas reuniões periódicas e regulares.....aos finais de semana...rsrsrsrsrsrsrsr.

Abraços.

Márcio




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Em 25/01/2013, às 16:43, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:

>  
> Olá comp em s
> 
> Na impossibilidade de realizarmos uma reunião presencial, ficamos limitados a trocar idéias e tentar definir as ações por e-mail, o que não é o ideal.
> 
> Escrevo a seguir sobre os pontos que entendo que são urgentes para que tomemos posições e coloco as minhas propostas.
> 
> No meu entendimento temos os seguintes pontos pendentes, sem ordem de importância:
> 
> 1. Encontro de Porto Alegre
> 2. Próximo encontro da FNOB
> 3. Panfleto da FNOB
> 4. Redução da jornada no BB
> 5. Confraternização dia 2 de fevereiro
> 6. Eleição de delegados sindicais do BB
> 
> 1. ENCONTRO DE PORTO ALEGRE
> 
> O Encontro de Porto Alegre foi o primeiro em que a FNOB foi forçada a fazer um balanço de si mesma e refletir sobre suas debilidades, em grande parte por causa do documento apresentado por nós do Bancários de Base – SP. Na ocasião eu fui contra a apresentação do balanço naquele formato, por uma série de razões que já não vêm ao caso. A discussão colocada pelo Bancários de Base forçou os demais componentes da FNOB a encarar os problemas. O debate teve vários momentos atravessados, mas ao final se conseguiu avançar para alguns pontos de consenso, no sentido de uma melhor organização e mais transparência. Entretanto, o fato fundamental é de que, na verdade, todos os demais componentes da FNOB encaram as questões de maneira diferente de nós. A lentidão e o atraso político dos demais coletivos reflete a sua posição social de representantes de realidades diferentes da nossa. Nos outros estados o debate político não tem a sofisticação que conhecemos aqui, as questões de princípios não tem o mesmo peso, as tarefas não têm a mesma urgência, as distinções entre as correntes são mais superificiais, entre outras diferenças.
> 
> A FNOB não têm um projeto pronto e acabado, e nem sequer os seus diversos componentes possuem uma compreensão homogênea do sentido que deveria ter esse projeto. O acordo comum em torno da construção da FNOB é frágil e pontual. Cada grupo se liga à FNOB por razões diferentes e devemos conhecer essas razões para saber como a FNOB funciona (ou não funciona) em cada caso.
> 
> A principal força da FNOB é a diretoria do sindicato dos bancários do RN, pelo seu poder financeiro, organizativo e político. A maioria da diretoria é composta por independentes e a minoria por militantes da organização MR. O MR é quem elabora a política da entidade, mas não consegue aplicar a política da maneira que gostaria. Para que se tenha idéia das dificuldades políticas, o MR tentou barrar a presença de um militante do PSTU na próxima diretoria do sindicato, mas perdeu na votação para os independentes. O sindicato passará por eleição no início de 2013 e o atual grupo dirigente deverá se eleger com facilidade e manter aproximadamente a mesma composição atual. O setor de independentes enxerga a FNOB como uma forma do sindicato sair do seu isolamento nacional, para conseguir resultados melhores para sua base nas campanhas salariais. O MR é o setor que tem a política mais à esquerda e mais organizada, politizada, que enxerga a situação da categoria como parte da situação da classe trabalhadora, mas com limitações.
> 
> O MR rompeu politicamente com o PSTU, por considerá-lo burocratizado e rumo à direitização, mas não rompeu com a base teórica trotskysta-morenista. No campo sindical, isso tem como conseqüência o fato de que dão muito peso às direções e tendem para o eleitoralismo. São em geral muito mais combativos e à esquerda do PSTU. Não se venderam por cargos fáceis em chapas com a burocracia, como o PSTU fez, por isso ainda podemos contar com eles. Mas devemos estar conscientes dos seus limites, como o fato de que não dão o mesmo peso que nós às questões de método, de respeito às fóruns, funcionamento regular, transparência, relação com a base, etc.
> 
> O sindicato do MA possui militantes do PSTU, do PSOL, da FNOB e independentes na sua diretoria. Trata-se de um “chapão” de esquerda onde as coisas funcionam por acordo, onde cada setor tenta se construir, mas onde nenhum consegue impor a sua posição. Assim, o sindicato está desfiliado da CUT, mas não apóia formalmente nem o MNOB nem a FNOB, pois ninguém tem maioria para isso.
> 
> Abaixo dos sindicatos estão as associações, como a AEBA (cuja principal figura passou para a CONTEC) e a AFBNB. A FNOB possui militantes na diretoria dessas duas entidades, mas também como minoria. Ou seja, a política dessas entidades não é exatamente a da FNOB, cujos militantes precisam passar por um debate interno para dar cada passo.
> 
> A ANBERR é uma associação de funcionários da Caixa voltada para a questão específica dos fundos de pensão. Apóiam resolutamente a FNOB, por não verem alternativa no movimento sindical burocratizado e nas demais oposições. Entretanto, seus dirigentes estacionaram no corporativismo e no imediatismo. Se opõem também resolutamente à politização, a uma visão mais classista, e desconfiam dos partidos e organizações, refletindo o grau de atraso ideológico da classe, mesmo em seu setor ativista e combativo.
> 
> Abaixo das associações estão os grupos de oposição como Bancários de Base – RS, UCS – PE e Bancários de Base – SP. Os dois primeiros grupos já possuem uma vida orgânica estabelecida a ponto de terem lançado chapas puras suas para as eleições das suas bases sindicais. Entretanto, os resultados da UCS mostram a sua inserção minúscula. E a principal figura do BdB – RS e do MR, Matheus Crespo, transferiu-se para Brasília este ano, esvaziando o grupo do RS. Isso não foi debatido no Encontro, mas meu palpite é de que o companheiro vislumbra uma chance na eleição do sindicato de Brasília, o que me parece uma aventura muito incerta.
> 
> Por último, sobramos nós do Bancários de Base – SP. A idéia e boa parte das concepções originais da FNOB partiram de iniciativas nossas, da visão que temos da necessidade de reorganizar a oposição nacional desde a militância que tivemos no finado MNOB e anterior. Mas apesar de termos dado o impulso político, não temos a direção política do processo, nem mesmo em conjunto com o MR. O funcionamento e construção da FNOB ainda são batalhas que precisam ser dadas diariamente, contra o atraso político e ideológico dos demais coletivos, e fundamentalmente, contra a nossa própria inserção marginal. Pois o BdB – SP é o único coletivo da FNOB que está situado numa base importante (na verdade, a mais importante do país e que define de fato as questões da categoria), mas não temos a mais longínqua condição de disputar a direção dessa base no momento imediato.
> 
> Para concluir, minha posição é de que devemos seguir construindo a FNOB, batalhando para que a ruptura com o sindicalismo burocratizado e as ditas oposições se aprofunde. Precisamos batalhar para que a FNOB tenha um programa mais consistente, um funcionamento mais regular e mais transparente, que é o que nunca houve no antigo MNOB. A FNOB segue sendo a única alternativa possível de organização que está no horizonte. Apesar dos problemas políticos de todos os seus componentes, ainda não há o problema da burocratização e do aparelhamento que existia no MNOB. A única chance da categoria em nível nacional é que a FNOB avance e é nosso papel colaborar para isso.
> 
> A grande questão é que o próprio coletivo Bancários de Base não tem conseguido ter ele próprio um funcionamento organizado, o que nos fragiliza. Se não temos reuniões regulares, não temos como pautar a situação nacional da categoria e a FNOB. Para batalharmos pela construção da FNOB, temos que batalhar primeiro pela nossa reconstrução, sem o que nossas posições não terão nem força nem legitimidade perante os demais coletivos. Nossas posições não serão respeitadas na FNOB enquanto não tivermos maior respaldo.
> 
> 2. PRÓXIMO ENCONTRO DA FNOB
> 
> No Encontro de Porto Alegre foi colocada de maneira ainda extra-oficial a proposta de que o próximo Encontro da FNOB seja em São Paulo, com a organização sob responsabilidade do Bancários de Base – SP.
> 
> Minha posição é de que não temos condições de organizar o Encontro em São Paulo. O coletivo nunca esteve tão fragilizado quanto está agora, e nossa capacidade de mobilizar um setor da base grande o suficiente para dar respaldo ao Encontro está questionada. Sem a presença da base, o Encontro ou qualquer outra iniciativa política nossa não tem sentido.
> 
> Minha posição é de que devemos deixar claro já na próxima reunião da coordenação da FNOB, na quarta-feira dia 30, que o Encontro deverá ser sediado em outra base. Minha proposta é de que o Encontro seja em Natal, para respaldar a diretoria que foi recém-eleita e comprometê-la mais no projeto da FNOB.
> 
> Mais importante do que a definição do local é a questão política. O Encontro de Porto Alegre definiu que a FNOB terá um estatuto e CNPJ, para viabilizar a contribuição financeira por parte das entidades institucionalizadas. Esse estatuto será aprovado no próximo Encontro. Além disso, mais importante do que a formalidade jurídica é a formalização de um programa político, com os princípios e objetivos da FNOB. Se não temos condições de sediar o Encontro, temos que contribuir com a construção desse programa. Existem diferentes concepções no interior da FNOB, como deixei claro no ponto anterior. Essas diferentes concepções vão batalhar pelas suas idéias e nós temos que batalhar pelas nossas. Para ter alguma cance de sucesso, temos que pautar esse ponto desde já. Não conseguiremos convencer a todas das nossas propostas, mas temos que lutar para que o denominador comum seja o mais avançado possível. É assim que se faz política num ambiente plural e democrático.
> 
> Por último, na próxima reunião da coordenação devemos exigir informes sobre as tarefas da reunião anterior, como as panfletagens, a cartilha, a definição dos responsáveis de organização, o andamento da proposta de estatuto da FNOB, além das questões imediatas, como as eleições e a luta contra a redução de jornada com redução de salário no BB (ver ponto 4 abaixo). As reuniões são abertas a todos, via Skype.
> 
> 3. PANFLETO DA FNOB
> 
> Para seguir construindo a FNOB, temos que trabalhar com o material que está disponível, o panfleto que foi deliberado no Encontro de Porto Alegre, apresentado na lista da FNOB e fechado com o devido conhecimento de todos.
> 
> Repito minha proposta de e-mails anteriores, de que a quantidade de panfletos a serem impressos seja compatível com a nossa capacidade de distribuição. É doloroso admitir isso, mas para mim essa quantidade não vai além de 3.000 panfletos. 3.000 é uma quantidade ridícula para as proporções da base de São Paulo, se quiséssemos ter algum impacto. Entretanto, não estamos em condições de conseguir o impacto que seria preciso, mas apenas de manter uma presença residual, uma existência pública mínima do coletivo e da FNOB em São Paulo. É o tamanho das nossas forças materiais, militantes e financeiras. Sobre materiais futuros, temos que agregar mais gente, mais pessoas para bancar e distribuir, para poder pensar em quantidades minimamente decentes.
> 
> 4. REDUÇÃO DA JORNADA NO BB
> 
> Enquanto tentamos acertar esses ponteiros, a patronal não para de agir. Cada um segue paralisado individualmente com seus problemas, o Messias com o processo, eu agora sem base fixa, à mercê do PSO, o Israel internado...
> 
> Mas o ataque mais sério no momento é a redução de jornada no BB, com redução de salário. O Banco está tentando reduzir seu passivo trabalhista de ações pela 7ª e 8ª horas por meio de um acordo espúrio a ser legitimado pela colaboração do sindicalismo petista. Nossa posição deve ser de que nenhum funcionário assine nenhum termo concordando com a nova comissão ou “optando” pela joranada de 6 ou de 8 horas. Devemos exigir que os sindicatos realizem assembleias e defender a redução da jornada sem redução de salário para todos, como sempre foi nossa reivindicação histórica.
> 
> Ocorre que o novo plano está anunciado para ser implantado já no dia 28, ou seja, antes de que possamos lançar qualquer campanha, apesar dos esforços solitários do Márcio para alertar a todos e tirar o setor da letargia há semanas.
> 
> Nessas condições, penso que devemos trabalhar com o texto abaixo, dos companheiros do Coletivo Lênin – RJ:
> 
> “BB prepara golpe sobre a jornada de 6 horas no próximo dia 28/01!
> 
> Esse panfleto é uma versão modificada no distribuído ontem, pelo delegado sindical Rodrigo Silva (PSO/Rio Norte/RJ).
> 
> "Tradução" da reunião do dia 22/01 sobre a jornada de 6 horas
> 
> Dia 22/01 foi a reunião da Comissão de Empresa com a direção do BB. O banco não mostrou a proposta que vai ser implantada já na segunda-feira (28/01)! Só deu um esboço, com várias premissas, da forma mais confusa.
> 
> É lógico que, se a proposta tivesse alguma coisa boa, o banco já estaria usando todos os meios de comunicação corporativa pra fazer alarde. E a Comissão de Empresa, que tem o rabo preso com o governo, por ser formada na quase totalidade por sindicalistas do PT e do PCdoB, falou que vai se reunir novamente na segunda-feira (com o fato consumado), e só então tomar alguma atitude.
> 
> Pelas premissas que o banco apresentou,o mais provável é o seguinte:
> 
> - todas as comissões atuais vão ser extintas. O objetivo é impedir qualquer reclamação por redução de salário (como diz a notícia da CONTRAF, "o banco reafirmou que não vai negociar a jornada de trabalho do plano e das funções")
> - as dotações não vão ser alteradas. Ou seja, vão ser criadas novas comissões, que serão distribuídas entre as dependências (pode ser que nem existam os dois tipos das novas comissões em todas as dependências)
> - as pessoas vão ter que escolher "voluntariamente" (= pressão), o que quer dizer que alguns, muito provavelmente, vão ter que engolir uma comissão que não querem, inclusive com redução de salário, no caso da de seis horas.
> 
> IMPORTANTE: ninguém falou se vai ou não haver trava para todo mundo que pegar as novas comissões.
> 
> Onde está o pulo do gato? Em nenhum momento o banco falou o que mais importa: qual vai ser a redução salarial para a comissão de seis horas.
> 
> A posição dos setores de oposição (FNOB e MNOB) é clara: a jornada de 6 horas é um direito, que o banco não está respeitando. As comissões têm que ter a jornada reduzida sem redução de salário, e as duas horas extras devem ser pagas, inclusive as retroativas, com o adicional devido!
> 
> Como dá pra ver, a Comissão de Empresa não está fazendo nada. Então, precisamos fazer toda a pressão possível para os sindicatos exigirem esclarecimentos do banco e marcarem assembleias o mais rápido possível (no máxima na segunda-feira), para debater o que vamos fazer.
> 
> Nas agências e prédios, devemos criar grupos de funcionários, para organizar a resistência contra a pressão do banco, que vai tentar forçar todos os comissionados a aceitarem as novas comissões.”
> 
> O Márcio questionou a frase em que se diz que “todas as comissões serão extintas”, com a posição de que deveríamos assinar o texto se essa frase fosse retirada.
> 
> Entretanto, minha posição é de que devemos assinar o texto mesmo com essa frase. O texto coloca que isso é “o mais provável” e não diz que isso está explícito na proposta do Banco, portanto não nos compromete com uma calúnia. Mas é uma dedução legítima. Retirar esse trecho do texto tiraria todo o seu sentido de alerta para a gravidade do ataque que está sendo desferido, cujo objetivo é de fato aliviar o passivo trabalhista e impedir ações judiciais pela 7ª e 8ª horas referentes a comissões extintas. Além disso, por uma questão prática, não há como entrar em debate com os companheiros propondo mudanças de redação. Não porque eles não pudessem eventualmente concordar com mudanças, mas pelo simples fato de que não há tempo hábil. Esse texto só terá efeito virtual, só poderá ser distribuído em e-mail, ou blog, ou o que seja, antes da segunda-feira, já que estamos em feriado prolongado no município. É fundamental que tenhamos uma posição o quanto antes, por mais que não esteja 100% precisa. Por isso defendo que assinemos o texto hoje mesmo, sexta-feira, e o divulguemos o quanto antes por todos os meios virtuais à nossa disposição!
> 
> Quanto a outras iniciativas na própria segunda-feira, teremos que aguardar a divulgação oficial da proposta para preparar uma nova resposta coletiva. De preferência, em conjunto com o companheiro Rodrigo, do RJ.
> 
> 5. CONFRATERNIZAÇÃO DIA 2 DE FEVEREIRO
> 
> A nossa próxima atividade marcada é a confraternização do dia 2 de fevereiro em Itu. Temos que aproveitar essa confraternização para apresentar algum tipo de proposta de organização aos trabalhadores. O ideal seria que apresentássemos um convite impresso para alguma atividade nossa, uma plenária para começar a planejar o ano. Deveriamos redigir ao longo da semana um panfleto para ser entregue aos trabalhadores no local, chamando à participação. No meu entendimento, esse panfleto deveria adotar um tom “dramático”, mostrando aos trabalhadores que somos poucos, estamos no limite de nossas forças, e precisamos de ajuda, muita ajuda, para que possamos ajudar os trabalhadores. Seria ideal ter uma data de atividade já definida para apresentar, no final de fevereiro ou início de março.
> 
> 6. ELEIÇÃO DE DELEGADOS SINDICAIS DO BB
> 
> A burocracia está adiando a eleição de delegados sindicais, provavelmente para depois do desfecho da implantação do novo plano de comissões com redução de salários. O objetivo seria não misturar uma coisa com a outra, não permitir que um setor da base expresse na eleição alguma iniciativa de organização pela rejeição da proposta. De qualquer forma, isso nos dá tempo de nos antecipar e apresentar uma proposta de programa para essas eleições.
> 
> Entretanto, o mais importante é que, se a eleição tivesse acontecido no devido tempo, teria nos pego de calças curtas, sem uma proposta organizada a apresentar. Na reunião com os companheiros da LER/Piquete da 7/Uma classe no ano passado, um dos pontos para uma possível ação conjunta seria a defesa de um programa comum para as eleições de delegados sindicais do BB, mas nós nem sequer elaboramos qualquer proposta. Como disse acima, ainda temos tempo de corrigir esse erro e evitar mais esse prejuízo. Temos que começar a discutir uma proposta para esse ponto, pois se queremos ser algum tipo de referência para a categoria, temos que ter a capacidade de nos antecipar aos problemas e questões.
> 
> O centro da nossa atuação para as eleições de delegados sindicais é de que, mais do que votar nos nomes de fulano ou beltrano, devemos levar os trabalhadores a votar numa concepção de funcionamento do sindicato. Devemos chamar os trabalhadores a se candidatar e votar nos seguintes pontos:
> 
> 1. A diretoria do sindicato não pode substituir nem se sobrepor às decisões dos trabalhadores. O papel da diretoria é encaminhar aquilo que é decidido pelos trabalhadores. Os espaços e instâncias do sindicato devem ser colocados a serviço e à disposição de cada setor da categoria. Os trabalhadores do Banco do Brasil têm o direito de se organizar para lutar por suas questões, e o reconhecimento e fortalecimento dos delegados sindicais deve ser um passo na direção dessa organização.
> 
> 2. Para avançar na organização defendemos que seja colocado como parte das reivindicações de campanha salarial:
> - reuniões mensais de delegados sindicais, com abono de ponto e caráter deliberativo;
> - que os delegados sindicais tenham direito a se reunir nos locais de trabalho ao menos uma vez por mês para levantar as questões de interesse dos trabalhadores do seu local e gerais;
> - que os delegados sindicais tenham direito a um quadro de aviso nos locais de trabalho para afixar informes de interesse dos trabalhadores;
> 
> 3. A organização dos trabalhadores em cada local deve servir para retomar a luta por reivindicações históricas dos funcionários do BB como:
> - jornada de 6hs para todos os funcionários, sem redução de salário;
> - reposição das perdas salariais acumuladas;
> - isonomia entre funcionários novos, antigos e incorporados, preservando-se o mais favorável ao trabalhador;
> - plano de cargos e salários;
> - fim da lateralidade e pagamento das substituições;
> - posse imediata dos concursados para suprir a dotação;
> - fim do PSO e incorporação dos caixas ao quadro das agências;
> - contra o sucateamento da CASSI;
> - fim da segmentação na PREVI, direitos do plano 1 para todos;
> 
> 4. Além das reivindicações específicas do Banco do Brasil, defendemos reivindicações gerais da categoria bancária:
> - fim das metas e do assédio moral;
> - por um banco público a serviço da classe trabalhadora e não das empresas;
> - estabilidade no emprego para todos, nos bancos públicos e privados;
> - fim da terceirização, pela incorporação dos terceirizados: quem trabalha em banco, bancário é!
> - fim dos correspondentes bancários;
> - redução da jornada para 5 horas diárias, sem redução de salário, com dois turnos para atendimento da população;
> 
> 
> 
> _________________________________________ 
> “So, understand! You waste your time always searching for those wasted years! 
> Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!” 
> 
> “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos! 
> Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!” 
> 
> Iron Maiden, “Wasted Years” 
> _________________________________________ 
> 
> 
> 
> On Qua 23/01/13 19:29 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
> Olá a tod em s!
> Pessoal, particularmente nos próximos dias poderei participar independente se for na semana à noite (centro, próximo metro  ou oeste) ou final de semana, (se for,  o caso no domingo). Quanto ao dia 30, imprescindível estarmos definidos.
> No aguardo.
> Saudações!
> Messias
> 
> --- Em qua, 23/1/13, Márcio Cardoso escreveu:
> 
> De: Márcio Cardoso 
> Assunto: Re: retomada necessária
> Para: "tzitzimitl em terra.com.br" 
> Cc: "Utopia" , "" , "Bancários de Base Novo" 
> Data: Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013, 12:47
> 
> Então, proponho que façamos união no sábado, de manha, no centro.
> 
> Márcio
> 
> 
> Acesse www.espacosocialista.org
> www.frentedeoposicaobancaria.org
> 
> 
> 
> Em 23/01/2013, às 08:51, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:
> 
>> Olá Márcio.
>> 
>> Uma coisa são troca de informações, outra coisa é deliberação, que exige debate, confronto de propostas, convencimento. Para isso seria necessário sim uma reunião presencial. 
>> 
>> O Messias elencou vários pontos sobre os quais  precisamos deliberar: balanço de Porto Alegre, Encontro em São Paulo ou não, panfletagem, preparação do churrasco, convocação de uma plenária de base em São Paulo. Eu acrescento mais um, surgiu a proposta de um chat da coordenação da FNOB para quarta-feira dia 30, e precisamos 
>> discutr todos os pontos acima antes desse chat.
>> 
>> Precisamos sim de uma reunião presencial, e de uma boa reunião. Ocorre que sexta-feira é feriado, temos um fim de semana prolongado, que já começa na quinta-feira, quando fica impossível se locomover pela cidade.
>> 
>> Assim, minha proposta é de reunirmos na segunda-feira, 28. Daqui até lá, podemos sim escrever sobre os temas necessários, para adiantar o debate (ou melhor, tentar tirar o atraso). Sei que você está envolvido com a questão da 7ª e 8ª hora no BB, mas os outros temas que temos dizem respeito a toda a categoria e ao projeto do coletivo.
>> 
>> O Messias tem razão, estamos na UTI enquanto coletivo e precisamos sair.
>> 
>> Daniel
>> 
>> 
>> 
>> 
>> 
>> _________________________________________ 
>> “So, understand! You waste your time always searching for those wasted years! 
>> Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!” 
>> 
>> “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos! 
>> Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!” 
>> 
>> Iron Maiden, “Wasted Years” 
>> _________________________________________ 
>> 
>> 
>> 
>> On Ter 22/01/13 16:49 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br sent:
>> Camaradas
>> 
>> A questão é que não podemos condicionar a troca de informações a uma reuniao presencial. O Israel está fora de combate no momento, eu estou impossibilitado de comparecer a reuniao durante a semana a noite.... Só resta o companheiro e o Daniel livres para se reunir. .... Diante desta situação, porque não podemos falar sobre o projeto do BDB , da Frente e da categoria como um todo? Porque não discutamos os termos do seu processo aqui? 
>> 
>> Abraços.
>> 
>> Márcio
>> 
>> Acesse www.espacosocialista.org
>> www.frentedeoposicaobancaria.org
>> 
>> 
>> 
>> Em 22/01/2013, às 09:32, Utopia <utopia_s em yahoo.com.br> escreveu:
>> 
>>> 
>>> Olá a todos!
>>> Pra mim na quarta ok, mas dadas as informações, é viável?.  O problema é que reunião de coletivo, tem que ser feita coletivamente.  Precisaríamos viabilizar  panfletos, definir encontro em SP, distribuir material, não fizemos balanço nem do ano, nem  da Frente, nem de  Poa, não traçamos planos para 2013, os ataques se intensificam, a burocracia e a oposição consentida tem outros planos, etc etc. Atuar isolada e pontualmente não nos resolve.  Temos que sair da UTI.
>>> Saudações
>>> Messias. 
>>> --- Em seg, 21/1/13, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>>> 
>>> De: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
>>> Assunto: Re: [Bancariosdebase] retomada necessária
>>> Para: "tzitzimitl em terra.com.br" <tzitzimitl em terra.com.br>
>>> Cc: "Utopia" <utopia_s em yahoo.com.br>, "<israelfernandezjr em gmail.com>" <israelfernandezjr em gmail.com>, "Bancários de Base Novo" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
>>> Data: Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013, 23:11
>>> 
>>> Meus prezados companheiros.
>>> 
>>> Nesta semana, estarei com compromisso em Osasco, das 7 as 9 até sexta. Portanto não poderei estar em reunião com vcs. 
>>> 
>>> No entanto isso não inviabiliza a reunião nossa. Temos que abusar do telefone e do e-mail para trocarmos idéias e vencer a pauta, na medida do possível, da reunião. 
>>> 
>>> Amanhã haverá a reunião dos contraficantes com o governo sobre a jornada de 6 horas que será apresentada amanhã talvez.  Todo o funcionalismo está com a respiração suspensa esperando ver qual a proposta do Banco. Pelo que sondei, somente o SAC hoje é capaz de fazer alguma coisa no País. Não tenho notícias de que há alguma movimentação em outras bases. Sexta feira dia 18, eu e mais dois companheiros do SAC discutimos as circunstâncias em que o governo apresentará. Apropositada e o que pretende com isso: obstar o ingresso de ações trabalhistas pela 7ª e 8ª hora, pois há um "acordo macro" assinado entre o banco e governo sobre as comissões de conciliação voluntária (ccv), que suspenderá as ações r 180 dias. O curioso é que a maldita ccv não consta no acordo coletivo e nem na convenção coletiva.
>>> 
>>> Ainda sobre a reunião realizada na sexta, como já disse, compareceram duas pessoas, além de mim. Discutimos produtivamente por dias horas. Ao final, aparece dois caras do MNOB querendo saber o que ocorreu na reunião, mas não se comprometeu em encaminhar o deliberado, que foi intimar o sindicato em falar sobre a jornada de 6 horas lá no prédio. Conseguimos o compromisso de que um diretor comparecerá na quarta, dia 23.
>>> 
>>> Isso é tudo


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