[Bancariosdebase] rascunho posição CAREF
Israel Fernandez Junior
israelfernandezjr em gmail.com
Domingo Junho 2 16:21:09 UTC 2013
Companheiros,
Abaixo, minhas sugestões acrescidas dos apontamentos do Messias.
No primeiros texto, o que está em vermelho é inclusão e em azul exclusão.
No segundo texto, como ficaria o tamanho excluindo a parte azul. Passou um
pouco do tamanho indo pra uma terceira folha.
Vou ler o texto do Marcio agora.
1º TEXTO
ELEIÇÃO PARA O GAREF: PARA NÃO CAIR EM MAIS UMA ARMADILHA, VOTO NULO!
Nos dias 3 a 6 de junho acontece a eleição para o CAREF, representante dos
funcionários na diretoria do Banco do Brasil. Para chegar a uma posição a
respeito dessa votação, consideramos os seguintes elementos:
- a criação desse cargo de CAREF não é resultado de uma exigência dos
funcionários, para que sua voz fosse ouvida na gestão do Banco, não é
resultado de uma mobilização dos funcionários, mas de iniciativa do próprio
Banco. Ao contrário, trata-se na verdade de uma exigência do mercado, uma
formalidade que o Banco deve cumprir para poder dizer em sua publicidade
que é uma “empresa responsável do ponto de vista socioambiental”. Cumprida
essa formalidade, o Banco se habilita a atrair investimentos, podendo
acrescentar esse item no seu marketing, sem ter que alterar em nada a sua
relação real com os funcionários e a sociedade.
- trata-se de uma simples formalidade porque esse representante pode fazer
tudo, menos representar. O CAREF não terá poder de voto nas questões que
envolvem relações com os funcionários, como por exemplo, salários ou
condições de trabalho. Se não pode defender os interesses dos funcionários,
esse cargo é praticamente inútil, do ponto de vista de nós funcionários.
- ainda que possa votar em algumas questões que indiretamente possam
influenciar o dia a dia dos funcionários (por exemplo, a definição da
política geral do Banco, para que atuasse como um banco público de verdade,
e não como banco comercial que é hoje), ainda que o CAREF possa votar em
questões dessa natureza, ele seria voto vencido, já que se trata de apenas
um representante dos funcionários contra outros 6 votos da diretoria.
- a gestão privatista do Banco, desde a implementação do modelo de gestão
neoliberal no governo FHC e aprofundado com mecanismos menos truculentos
mas de maior alcance pelo governo petista (como um banco comercial- exclusão),
de onde resultam as metas, o assédio moral, o adoecimento físico e
psicológico, o isolamento e o individualismo, a exploração dos
terceirizados por empresas que fraudam seus direitos, a exploração dos
clientes por práticas como a venda casada, etc., isso não será afetado em
nada pela criação do CAREF. Para mudar tudo isso, somente com uma imensa
conscientização e mobilização dos funcionários que possibilite a retomada
do fóruns legítimos e históricos da classe trabalhadora das mãos das
burocracias das centrais sindicais.
- poderíamos concluir então que a função do CAREF é apenas decorativa, mas
é pior do que isso, é perniciosa. Com a criação desse cargo, o Banco cria
uma fachada democrática perante a sociedade. Quando nós funcionários
estivermos em greve ou questionando o Banco por outras questões que nos
dizem respeito (como por exemplo, o recente plano de funções), o Banco vai
poder dizer para a opinião pública: “do que é que eles estão reclamando?
Somos uma empresa democrática! Temos até um representante dos funcionários
na diretoria!” E com isso a opinião pública ficará contrá os funcionários,
como se estivéssemos excedendo o nosso direito de reivindicar.
- considerando esses elementos, poderíamos votar num representante crítico,
justamente para questionar a política geral dessa gestão privatista. Essa é
a posição dos companheiros da Frente Nacional de Oposição Bancária – FNOB,
que faz oposição à Contraf-CUT, corrente majoritária do movimento sindical.
Os companheiros da FNOB estão apoiando a candidatura de um colega do setor
da tecnologia de Brasília, que está usando a campanha para fazer críticas
do ponto de vista do interesse do funcionários. Respeitamos essa posição,
mas entendemos, que mesmo uma campanha crítica acaba tendo o efeito de
validar e legitimar essa eleição.
- questionamos todo o processo da eleição porque foram inscritos mais de
600 candidatos em pouco mais de uma semana antes da votação, o que torna
impossível fazer um debate sério sobre o que cada um desses candidatos
representa. Mas ainda que fosse possível escolher o candidato que melhor
“nos representa” (sic) ou o mais crítico, a votação será feita no próprio
sistema do Banco, sem nenhum controle dos trabalhadores na sua apuração,
não fechando desta maneira, a conta da tal da democracia. (e teríamos que
confiar que o Banco não iria alterar o resultado para impor o candidato que
lhe interessa, sendo o próprio Banco parte interessada na votação. Isso
seria confiar demais no lado de lá, que é parte interessada, e ter que
aceitar o resultado qualquer que fosse ele. EXCLUSÃO)
- além de sermos afetados por uma gestão que é privatista em quase todos os
seus aspectos, o fato de que a propriedade do Banco seja nominalmente
pública nos afeta de outra maneira, que é o pior aspecto da gestão pública
(tal como é praticada no Brasil): os demais diretores não eleitos do Banco
são nomeados por indicação de partidos políticos que apoiam o governo de
plantão, o que transforma a empresa em moeda de troca de barganhas
políticas.
- como se não bastassem as indicações para a diretoria obedecerem às
conveniências políticas do governo de plantão, no caso o PT (e todas
manterem inalterada a gestão privatista), a eleição do CAREF também se
presta a ser a criação de mais um aparato para o próprio PT. A Contraf-CUT,
que é a corrente majoritária do movimento sindical, faz campanha para o seu
candidato, e com os recursos que tem para fazer campanha, deve vencer
facilmente a eleição, reproduzindo entre os colegas no país afora a ilusão
de que esse cargo pode influenciar em alguma coisa. Ora, sendo a
Contraf-CUT controlada pelo PT, partido que está no governo, teríamos na
verdade mais um representante do PT na diretoria, junto aos demais nomeados
segundo as conveniências do PT.
- outro aspecto importante a se destacar é a independência de classe das
centrais sindicais. Mas não a independência que nós trabalhadores
esperaríamos e que seria óbvia, ou seja, sem acordos de cúpula com o patrão
e recebimento de benefícios pessoais daqueles que somente trazem vantagens
para o grupo dirigente ou sua organização e para os trabalhadores sobra
confusão em sua consciência e obstáculo para sua organização. A pactuação
com esse tipo de manobra dos patrões junto com outras medidas como as
aprovadas recentemente no estatuto do sindicato que deixa de ter na
contribuição dos trabalhadores sua principal fonte de renda, é na verdade a
independência da casta burocrática das centrais sindicais da classe
trabalhadora. Cada vez mais ela precisa dar satisfações aos sindicalizados
e os rumos apontados pelo projeto do ACE sinalizam que nem assembléias
precisariam mais fazer nessa aproximação carnal com os patrões.
- esse é mais um plano de cargos e salários para os integrantes da
burocracia das centrais sindicais, assim como são os indicados pela PREVI
nos conselhos das empresas que recebem polpudos salários.
Considerando todos esses elementos, defendemos a posição de VOTO NULO para
o CAREF!
/////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
2º TEXTO
ELEIÇÃO PARA O GAREF: PARA NÃO CAIR EM MAIS UMA ARMADILHA, VOTO NULO!
Nos dias 3 a 6 de junho acontece a eleição para o CAREF, representante dos
funcionários na diretoria do Banco do Brasil. Para chegar a uma posição a
respeito dessa votação, consideramos os seguintes elementos:
- a criação desse cargo de CAREF não é resultado de uma exigência dos
funcionários, para que sua voz fosse ouvida na gestão do Banco, não é
resultado de uma mobilização dos funcionários, mas de iniciativa do próprio
Banco. Ao contrário, trata-se na verdade de uma exigência do mercado, uma
formalidade que o Banco deve cumprir para poder dizer em sua publicidade
que é uma “empresa responsável do ponto de vista socioambiental”. Cumprida
essa formalidade, o Banco se habilita a atrair investimentos, podendo
acrescentar esse item no seu marketing, sem ter que alterar em nada a sua
relação real com os funcionários e a sociedade.
- trata-se de uma simples formalidade porque esse representante pode fazer
tudo, menos representar. O CAREF não terá poder de voto nas questões que
envolvem relações com os funcionários, como por exemplo, salários ou
condições de trabalho. Se não pode defender os interesses dos funcionários,
esse cargo é praticamente inútil, do ponto de vista de nós funcionários.
- ainda que possa votar em algumas questões que indiretamente possam
influenciar o dia a dia dos funcionários (por exemplo, a definição da
política geral do Banco, para que atuasse como um banco público de verdade,
e não como banco comercial que é hoje), ainda que o CAREF possa votar em
questões dessa natureza, ele seria voto vencido, já que se trata de apenas
um representante dos funcionários contra outros 6 votos da diretoria.
- a gestão privatista do Banco, desde a implementação do modelo de gestão
neoliberal no governo FHC e aprofundado com mecanismos menos truculentos
mas de maior alcance pelo governo petista, de onde resultam as metas, o
assédio moral, o adoecimento físico e psicológico, o isolamento e o
individualismo, a exploração dos terceirizados por empresas que fraudam
seus direitos, a exploração dos clientes por práticas como a venda casada,
etc., isso não será afetado em nada pela criação do CAREF. Para mudar tudo
isso, somente com uma imensa conscientização e mobilização dos
funcionáriosque possibilite a retomada do fóruns legítimos e
históricos da classe
trabalhadora das mãos das burocracias das centrais sindicais.
- poderíamos concluir então que a função do CAREF é apenas decorativa, mas
é pior do que isso, é perniciosa. Com a criação desse cargo, o Banco cria
uma fachada democrática perante a sociedade. Quando nós funcionários
estivermos em greve ou questionando o Banco por outras questões que nos
dizem respeito (como por exemplo, o recente plano de funções), o Banco vai
poder dizer para a opinião pública: “do que é que eles estão reclamando?
Somos uma empresa democrática! Temos até um representante dos funcionários
na diretoria!” E com isso a opinião pública ficará contrá os funcionários,
como se estivéssemos excedendo o nosso direito de reivindicar.
- considerando esses elementos, poderíamos votar num representante crítico,
justamente para questionar a política geral dessa gestão privatista. Essa é
a posição dos companheiros da Frente Nacional de Oposição Bancária – FNOB,
que faz oposição à Contraf-CUT, corrente majoritária do movimento sindical.
Os companheiros da FNOB estão apoiando a candidatura de um colega do setor
da tecnologia de Brasília, que está usando a campanha para fazer críticas
do ponto de vista do interesse do funcionários. Respeitamos essa posição,
mas entendemos, que mesmo uma campanha crítica acaba tendo o efeito de
validar e legitimar essa eleição.
- questionamos todo o processo da eleição porque foram inscritos mais de
600 candidatos em pouco mais de uma semana antes da votação, o que torna
impossível fazer um debate sério sobre o que cada um desses candidatos
representa. Mas ainda que fosse possível escolher o candidato que melhor
“nos representa” (sic) ou o mais crítico, a votação será feita no próprio
sistema do Banco, sem nenhum controle dos trabalhadores na sua apuração,
não fechando desta maneira, a conta da tal da democracia, além de sermos
afetados por uma gestão que é privatista em quase todos os seus aspectos, o
fato de que a propriedade do Banco seja nominalmente pública nos afeta de
outra maneira, que é o pior aspecto da gestão pública (tal como é praticada
no Brasil): os demais diretores não eleitos do Banco são nomeados por
indicação de partidos políticos que apoiam o governo de plantão, o que
transforma a empresa em moeda de troca de barganhas políticas.
- como se não bastassem as indicações para a diretoria obedecerem às
conveniências políticas do governo de plantão, no caso o PT (e todas
manterem inalterada a gestão privatista), a eleição do CAREF também se
presta a ser a criação de mais um aparato para o próprio PT. A Contraf-CUT,
que é a corrente majoritária do movimento sindical, faz campanha para o seu
candidato, e com os recursos que tem para fazer campanha, deve vencer
facilmente a eleição, reproduzindo entre os colegas no país afora a ilusão
de que esse cargo pode influenciar em alguma coisa. Ora, sendo a
Contraf-CUT controlada pelo PT, partido que está no governo, teríamos na
verdade mais um representante do PT na diretoria, junto aos demais nomeados
segundo as conveniências do PT.
- outro aspecto importante a se destacar é a independência de classe das
centrais sindicais. Mas não a independência que nós trabalhadores
esperaríamos e que seria óbvia, ou seja, sem acordos de cúpula com o patrão
e recebimento de benefícios pessoais daqueles que somente trazem vantagens
para o grupo dirigente ou sua organização e para os trabalhadores sobra
confusão em sua consciência e obstáculo para sua organização. A pactuação
com esse tipo de manobra dos patrões junto com outras medidas como as
aprovadas recentemente no estatuto do sindicato que deixa de ter na
contribuição dos trabalhadores sua principal fonte de renda, é na verdade a
independência da casta burocrática das centrais sindicais da classe
trabalhadora. Cada vez mais ela precisa dar satisfações aos sindicalizados
e os rumos apontados pelo projeto do ACE sinalizam que nem assembléias
precisariam mais fazer nessa aproximação carnal com os patrões.
- esse é mais um plano de cargos e salários para os integrantes da
burocracia das centrais sindicais, assim como são os indicados pela PREVI
nos conselhos das empresas que recebem polpudos salários.
Considerando todos esses elementos, defendemos a posição de VOTO NULO para
o CAREF!
Em 2 de junho de 2013 11:27, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <
marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>
>
>
> Segue a minha proposta de texto para o CAREF, com as preocupações já
> apontadas pelo Messias. Minhas alteraçoes enstão em vermelho
>
>
>
> ELEIÇÃO PARA O GAREF: PARA NÃO CAIR EM MAIS UMA ARMADILHA, VOTE NULO!
>
> Nos dias 3 a 6 de junho acontece a eleição para o CAREF, representante
> dos funcionários na diretoria do Banco do Brasil. Para chegar a uma posição
> a respeito dessa votação, consideramos os seguintes elementos:
> - a criação desse cargo de CAREF não é resultado de uma exigência dos
> funcionários, para que sua voz fosse ouvida na gestão do Banco, não é
> resultado de uma mobilização dos funcionários, mas de iniciativa do próprio
> Banco. Ao contrário, trata-se na verdade de uma exigência do mercado, uma
> formalidade que o Banco deve cumprir para poder dizer em sua publicidade
> que é uma “empresa responsável do ponto de vista socioambiental”. Cumprida
> essa formalidade, o Banco se habilita a atrair investimentos, podendo
> acrescentar esse item no seu marketing, sem ter que alterar em nada a sua
> relação real com os funcionários e a sociedade.
> -A Apresentação do CAREF neste momento, trata-se de uma tentativa de
> mudar o foco da atenção do funcionalismo que é a luta contra o congelamento
> e redução de salários pela imposição do Novo Plano de Funções;
> - trata-se de uma simples formalidade porque esse representante pode
> fazer tudo, menos representar. O CAREF não terá poder de voto nas questões
> que envolvem relações com os funcionários, como por exemplo, salários ou
> condições de trabalho. Se não pode defender os interesses dos funcionários,
> esse cargo é praticamente inútil, do ponto de vista de nós funcionários.
> - ainda que possa votar em algumas questões que indiretamente possam
> influenciar o dia a dia dos funcionários (por exemplo, a definição da
> política geral do Banco, para que atuasse como um banco público e de
> desenvolvimento econômico e social de verdade, e não como banco comercial
> que é hoje), ainda que o CAREF possa votar em questões dessa natureza, ele
> seria voto vencido, já que se trata de apenas um "representante" dos
> funcionários contra outros 6 votos da diretoria.
> - a gestão privatista do Banco como um banco comercial, de onde resultam
> as metas, o assédio moral, o adoecimento físico e psicológico, o isolamento
> e o individualismo, a exploração dos terceirizados que não tem os mesmos
> direitos dos bancários, embora trabalhem em banco, a exploração dos
> clientes (empurroterapia de "produtos bancário"s, ou expulsá-los para os
> correspondentes bancários, diminuição de caixas nas agências) etc., isso
> não será afetado em nada pela criação do CAREF. Para mudar tudo isso,
> somente com uma imensa conscientização e mobilização dos funcionários.
> - poderíamos concluir então que a função do CAREF é apenas decorativa,
> mas é pior do que isso, é perniciosa. Com a criação desse cargo, o Banco
> cria uma fachada democrática perante a sociedade. Quando nós funcionários
> estivermos em greve ou questionando o Banco por outras questões que nos
> dizem respeito (como por exemplo, o recente plano de funções), o Banco vai
> poder dizer para a opinião pública: “do que é que eles estão reclamando?
> Somos uma empresa democrática! Temos até um representante dos funcionários
> na diretoria!” E com isso a opinião pública ficará contrá os funcionários,
> como se estivéssemos excedendo o nosso direito de reivindicar.
> - considerando esses elementos, poderíamos votar num representante
> crítico, justamente para questionar a política geral dessa gestão
> privatista. Essa é a posição dos companheiros da Frente Nacional de
> Oposição Bancária – FNOB, que faz oposição à Contraf-CUT, corrente
> majoritária do movimento sindical. Os companheiros da FNOB estão apoiando a
> candidatura de um colega do setor da tecnologia de Brasília, que está
> usando a campanha para fazer críticas do ponto de vista do interesse do
> funcionários. Respeitamos essa posição, mas entendemos, que mesmo uma
> campanha crítica acaba tendo o efeito de validar e legitimar essa eleição.
> - questionamos todo o processo da eleição porque foram inscritos mais de
> 600 candidatos em pouco mais de uma semana antes da votação, o que torna
> impossível fazer um debate sério sobre o que cada um desses candidatos
> representa. Mas ainda que fosse possível escolher o candidato que melhor
> “nos representa” (sic) ou o mais crítico, a votação será feita no próprio
> sistema do Banco, e não sob o controle do funcionalismo sendo o próprio
> Banco parte interessada na votação.
> - além de sermos afetados por uma gestão que é privatista em quase todos
> os seus aspectos, o fato de que a propriedade do Banco seja nominalmente
> pública nos afeta de outra maneira, que é o pior aspecto da gestão pública
> (tal como é praticada no Brasil): os demais diretores não eleitos do Banco
> são nomeados por indicação de partidos políticos que apoiam o governo de
> plantão, o que transforma a empresa em moeda de troca de barganhas
> políticas.
> - como se não bastassem as indicações para a diretoria obedecerem às
> conveniências políticas do governo de plantão, no caso o PT (e todas
> manterem inalterada a gestão privatista), a eleição do CAREF também se
> presta a ser a criação de mais um aparato para o próprio PT. A Contraf-CUT,
> que é a corrente majoritária do movimento sindical, faz campanha para o seu
> candidato, e com os recursos que tem para fazer campanha, deve vencer
> facilmente a eleição, reproduzindo entre os colegas no país afora a ilusão
> de que esse cargo pode influenciar em alguma coisa. Ora, sendo a
> Contraf-CUT controlada pelo PT, partido que está no governo, teríamos na
> verdade mais um representante do PT na diretoria, junto aos demais nomeados
> segundo as conveniências do PT.
> Considerando todos esses elementos, defendemos a posição de VOTO NULO
> para o CAREF!
>
> Coletivo de Oposição Bancários de Base
>
>
>
>
>
>
>
>
>
Mais detalhes sobre a lista de discussão Bancariosdebase