[Bancariosdebase] Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e INTERSINDICAL contra os bancários

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Maio 2 01:59:12 UTC 2013


Prezados companheiros, manos e minas

Camarada Juliana.

No que pese o "respeito" pelo que vc tem por nós , pelo Coletivo Bancários de Base e pelo Espaço Socialista, o mesmo não vimos com relação ao interesse dos bancários. 

Surpresos ficamos nós com a coalizão  formada entre o MNOB/SP, Articulação, CTB e INTERSINDICAL (esqueci alguém?) para aprovar uma paralisação placebo, que liga nada a lugar nenhum na assembleia.

O Daniel esteve sim no piquete e estava fazendo a batalha política entre os companheiros da São João com o nosso material. A luta de classes não termina na Assembleia.

A paralisação de 24 horas se mostrou  uma tática derrotada em São Paulo, SIM. Desgasta a base e a desmobiliza, SIM; ...etc.E isso comprovamos na prática. O MNOB-SP defendeu ardorosamente a proposta da CONTRAF-CUT, junto com a Articulação, mas a própria Articulação não disponibilizou material para a paralisação. E o que é mais sintomático.Nem na Verbo Divino, nem no SAC houve militantes do MNOB nos piquetes. O máximo que aconteceu é que um simpatizante do MNOB no SAC juntou-se no piquete a mim para convencer os companheiros de cumprirem decisão de assembleia, além do dos delegados sindicais. É evidente que eu também distribuí os panfletos, assim como o nosso militante na Verbo Divino também o fez. E tanto no SAC quanto na Verbo, as pessoas concordavam conosco

Ainda que não comparecesse boa parte do funcionalismo ao trabalho (pelo menos no SAC não vieram mais de 100 pessoas, de 280 assistentes), isso não significa que a paralisação placebo tenha sido um sucesso, pois fizeram a paralisação de pijama. Todas as pessoas  que receberam o nosso panfleto (seja aquelas que entraram ou não) concordam com a nossa. proposta, inclusive os bancários da São João e da XV de Novembro. E talvez resida aí a indignação da companheira Juliana: Que a política do MNOB-SP de defender o calendário dos contraficantes estava errada, e que isso é uma constatação dos trabalhadores do local de trabalho dela. E disso poderá gerar um incômodo pedido de esclarecimentos de seus colegas de trabalho.

E assim como o MNOB-SP está "indignado" com a batalha política do Daniel, assim também indignou os bandidos da Articulação. A Articulação, por meio do  Diretor Paulão, que veio da Nossa Caixa e contribuiu para rifar os trabalhadores daquele banco reduzindo salários e direitos, chamou o Daniel de fascista; e a mafiosa de primeira grandeza, a Raquel Kacelnikas (que também veio da Nossa Caixa) tentou retirar os panfletos da mão do companheiro, que estava exercendo o seu direito de livre manifestação. Mas para o MNOB isso não quer dizer nada. Aliás, há muito tempo denunciamos os conchavos entre o MNOB e Articulção, quanto ao uso do microfone nas assembleias restrito apenas as "forças políticas" (centrais sindicais), podando o direito de qualquer bancário exercer o seu livre direito de manifestação. E embora revindiquemos a CONLUTAS, nunca, absolutamente nunca, aceitamos este quesito para ter a palavra nas assembleias.A diferença é
 que agora, o conchavo serve nos piquetes também.

Assim como a Articulação, o MNOB-SP tenta deturpar a nossa proposta. Rejeitamos a paralisação de 24 horas, sim, mas a nossa proposta é de construção de condições objetivas e subjetivas para um greve por tempo indeterminado, a única tática que nos resta para fazer com que o governo recue da implantação de redução e congelamento de salários. Daí o calendário de lutas proposto pela gente. Ao invés dos companheiros somarem conosco nesta empreitada, de tirar o movimento do controle da Articulação, simplesmente contribuíram para que as coisas continuem do jeito que estão, ao ponto de fazer coro com a Articulação na cólera contra a nossa proposta. 

O Coletivo Bancários de Base não estava sozinho na caracterização de uma paralisação placebo. Os bancários de Brasília rejeitaram a proposta.(mas aprovaram o estado de greve). No Ceará,também rejeitaram a proposta, conforme informe do Saraiva (mas fizeram uma manifestação no centro de Fortaleza), Em RN, o Sindicato rejeitou a paralisação placebo, mas fizeram um ato público em Natal.

E para terminar, a necessidade de uma greve por tempo indeterminado ainda está colocada, e para isso é necessário um calendário. Nossa proposta ainda está de pé, mas, evidentemente, que as datas precisam ser trocadas e vamos dar uma batalha para que consigamos implementá-las.

Para terminar, como o Daniel escreve melhor do que eu, é claro que ele vai responder. Mas eu só escrevi tudo isso para dizer que o problema não aqui não é pessoal, mas político.

Bons tempos que eu e Daniel o  participavámos do MNOB (sobretudo antes da chegada do Bento e da Juliana na categoria) se enfrentava com a Articulação. Ainda bem que saímos do MNOB antes de ver esta "surpreendente" coalização.

Um forte abraço.

Márcio
 
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________________________________
 De: Juliana Oliveira <Julianacls em yahoo.com.br>
Para: "oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br" <oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br> 
Enviadas: Quarta-feira, 1 de Maio de 2013 14:28
Assunto: Re: RES: RES: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
 


  
Márcio e demais camaradas,

Apesar de discordar, entendo e respeito perfeitamente a posição do coletivo bancários de base de defender um calendário diferente do proposto pelo Comando Nacional, sendo contra a paralisação de 24 horas que ocorreu neste dia 30 e pela construção de uma greve por tempo indeterminado a partir de 31/05.

Nós, do MNOB, defendemos o direito democrático dos camaradas defenderem sua proposta junto à assembléia que ocorreu na segunda-feira. A proposta, no entanto, foi derrotada, e a maioria decidiu fazer a paralisação de 24 horas.

A partir dessa constatação, gostaria de fazer uma dura crítica à postura dos camaradas. Fiquei bastante surpresa quando me deparei, no piquete da São João, com o Daniel, do Espaço Socialista, distribuindo o mesmo panfleto que distribuíram na assembleia do dia anterior, que afirmava categoricamente, que eram contra a greve e que essa tática de paralisação de 24 horas já havia se mostrado derrotada. Lamentável estarmos todos lá, no piquete, inclusive nos enfrentando com a polícia e não contar com o apoio militante dos camaradas, que preferem fazer propaganda da sua posição a construir junto conosco o movimento. Diga-se de passagem que, quando não havia bancários para quem distribuir o panfleto, o camarada Daniel permanecia calmamente ao lado do piquete lendo um livro pra passar o tempo.

Só lamento essa postura dos camaradas. Isso não ajuda a construir o movimento, independente do calendário que cada um defenda.

Saudações,

Juliana

________________________________
 De: Juary Chagas <juary.luis em uol.com.br>
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br 
Enviadas: Segunda-feira, 29 de Abril de 2013 2:34
Assunto: RES: RES: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
 


  
Obrigado.
 
Um abraço,
 
Juary
 

________________________________
 
De:oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ] Em nome de Márcio Cardoso
Enviada em: segunda-feira, 29 de
abril de 2013 00:20
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br
Cc: < oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br >;
<bancariosdebase em lists.aktivix.org>; Frente Oposição; FNOB; <analistabb em yahoogrupos.com.br>
Assunto: Re: RES:
[oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
 
  
Prezados companheiros, manos e minas.
 
Camarada Juary.
 
Ainda que não entenda esta insistência em querer saber o que a Frente
pensa sobre o calendário contraficutiano de paralisação placebo no dia 30, eu
te respondo: ainda não temos posição definida, mas a discussão anda muito
intensa, pois a realidade de cada base não exige, necessariamente, uma
paralisação no dia 30. São Paulo, por exemplo, nós defenderemos um calendário
de lutas para construir uma greve por tempo indeterminado a partir do dia
29/05,  sem a paralisação no dia 30, pois em Sao Paulo, já fizemos todo
tipos de paralisação, sem efeito prático algum: paralisação de 1 hora, dentro e
fora do ponto, atrasos do início dos trabalhos, e paralisação de 24 horas no
dia 25/03, em que ainda estamos com 308.
 
Mas se a dúvida persistir, boa parte dos diretores do sindicato de RN
reivindicam  a Frente, como a Marta e o Tinôco.
 
Um forte abraço.
 
Márcio
 


Acesse www.espacosocialista.org
www.frentedeoposicaobancaria.org
 
 

Em 26/04/2013, às 17:23, "Juary Chagas" <juary.luis em uol.com.br> escreveu:
  
>Márcio,
>
>Qual a posição da FNOB?
>
>Um abraço,
>
>Juary
>
>-----Mensagem original-----
>De: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto:oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br]
Em nome de Márcio Cardoso
>Enviada em: sexta-feira, 26 de abril de 2013 17:15
>Para: bancariosdebase em lists.aktivix.org;
Frente Oposição; FNOB; Oposição Bancária; analistabb em yahoogrupos.com.br
>Assunto: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR
TEMPO INDETERMINADO
>
>Prezados companheiros, manos e minas.
>
>Segue o plano elaborado pelos bancários do coletivo Bancários de Base para a
assembleia aqui em São Paulo na segunda, dia 29/04, em que já fazemos campanha
na base.
>
>Um forte abraço.
>
>Márcio.
>
>Acesse www.espacosocialista.org
>www.frentedeoposicaobancaria.org
>
>Para: marciocarsi em yahoo.com.br
>Assunto: Enc: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
>
>
>
>
>
>
>
>Assunto: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
>
>
>
>
>Prezados colegas.
>
>Este material é fruto da compreens ão da luta contra o novo plano de
funções que atinge a todos, inclusive escriturários, caixas e as pessoas de
função de confiança. Cada um a seu modo e de algum jeito. Este material foi
elaborado em reunião com bancários de concentrações e agências engajadas
na lita contra o novo plano de funções.
>
>De cara: nós, do Coletivo Bancários de Base somos contra a paralisação de
24 horas no dia 30/04 por acreditarmos que não terá nada prático neste
sentido (exceto tomarmos 308 no dia 30/04 e 01/05, que é um feriado) . Isso
está bem explicado no material abaixo;
>
>Para fazer frente, a partir de agora, ao plano de funções, somente com greve
por tempo indeterminado, que deve ser construído na base, e não decretado por
dirigentes petistas biônicos encastelados numa "entidade" chamada
"Comando". Nestes sentido apresentamos o seguinte calendário que
levaremos a assembleia:
>
>07/05- reunião/posse dos delegados sindicais, cuja a pauta seja luta e
explicação sobre o novo plano;
>
>15/05 - Plenárias regionais, também para explicar e preparar as pessoas das
agências contra o Plano de funções;
>
>22/05 - Assembleia pra avaliara o movimento e discutir o indicativo de greve
por tempo indeterminado;
>
>29/05 - Assembleia de deflagração da Greve por tempo indeterminado a partir
do dia 30/05.
>
>Porém, o mais importante é que cada um de nós estejamos presentes na
assembleia no dia 29/04 e aprovar a proposta deste calendário de lutas.
>
>Leia o material abaixo com muita atenção.
>
>Um forte abraço.
>
>Márcio Cardoso.
>Delegado Sindical
>
>______________________________ _________________________ ____--
>
>A VOZ DO BANCAÅ ”IO - Coletivo Bancários de Base
>
>6 H Jà SEM REDUÇÃO DE SALÃRIO! NÃO AO PLANO DO BANCO!
>
>TODOS À ASSEMBLEIA DIA 29, ÀS 19H, NA QUADRA!
>
>
>
>ORGANIZAR A BASE PARA A RESISTÊNCIA CONTRA O PLANO DE FUNÇÕES!
>
>​Desde janeiro o BB està ¡ tentando impor um novo Plano de Funções que visa
reduzir a jornada de diversos cargos para 6 horas (o que está na CLT), mas com
redução do salário, e sem o pagamento da justo e legal da 7ª e 8ª horas,
devidas como extra, pelos anos anteriores, que muitos já vinham ganhando na
justiça. Mesmo depois de meses a maioria dos funcionários que são público
alvo ainda não aderiram, o que mostra que o Plano é ruim e um fracasso!
>
>​Mas para que o plano seja definitivamente derrotado e retirado pelo BB, é
preciso muito mais do que a resistência isolada de milhares de trabalhadores,
é preciso um movimento forte e unificado Enc: Repassede todo o funcionalismo!
Já tivemos paralisações de 24 horas em São Paulo e outros locais do país,
além de atos e protestos diversos, mas isso ainda não foi suficiente. Est á
claro que o plano somente será derrotado por meio de uma Greve Nacional por
Tempo Indeterminado de Todos os Trabalhadores do Banco do Brasil!
>
>​
>
>Ao invés disso, a direção do movimento sindical, centralizada pela
Contraf-CUT, está chamando mais uma paralisação de 24 horas para o dia
30/04. Discordamos radicalmente dessa proposta pois, como dissemos, mais uma
paralisação de 24 hs é insuficiente para derrotar o plano! Os dirigentes
estão colocando as coisas de cabe ça para baixo, assim como fazem nas
campanhas salariais. Uma greve n ão pode ser o ponto de partida, deve ser o
ponto de chegada, o ato final de um processo de mobilização, a máxima
demonstraà §Ã£o de força dos trabalhadores! Uma greve precisa ser construída
e deve ser resultado final de um plano de lutas!
>
>​
>
>Para ter reais condições de derrotar o Plano é preciso envolver todo o
conjunto do funcionalismo, não só os assistentes, mas também caixas,
escriturários, atendentes, analistas, etc. E para envolver o conjunto do
funcionalismo, é preciso deixar claro que o Plano afeta todos, pois ao reduzir
e congelar salários reduz a contribuição patronal e funcional para CASSI e
PREVI, com graves impactos futuros. Mais do que isso, o Plano não é
simplesmente produto do desatino de alguns diretores, é parte de um projeto
geral, que está sendo aplicado nos bancos públicos pelo Governo Federal .
Esse projeto é responsável pela gestão privatista, que trata os bancos
públicos como bancos comerciais. Não é preciso vender as ações do BB para
tratá-lo como um banco privado, a atual gestão já faz isso! No nosso dia a
dia esse tipo de gestão resulta em desrespeito aos clientes, cobrança de
metas, assédio moral sistemático e institucionalizado como forma de gestão,
rebaixamento dos salários, direitos e benefícios, sobrecarga de serviços,
falta de condições de trabalho, adoecimentos, etc. Todos os funcionários,
todos os dias, sentem as consequências desse projeto. Esse projeto atinge todo
o conjunto do funcionalismo e portanto a luta contra ele e contra o Plano é
uma luta de todos!
>
>​
>
>Como parte desse processo de luta, é dever do Sindicato realizar reunià µes em
todas as agências e locais de trabalho, explicando porque o plano não serve,
sua vinculação com o projeto geral, a gestão privatista e a necessidade de
derrotá-lo. É para isso que existe o Sindicato, que tem dezenas de diretores,
funcionários, gráfica, etc.! É preciso lançar boletins e cartilhas,
realizar seminários, reuniões de delegados sindicais, plenárias e
assembleias, até envolver o conjunto do funcionalismo e criar reais
condições de derrotar o Plano!
>
>†‹
>
>É preciso resgatar a verdadeira reivindicaà §Ã£o dos funcionários: jornada de
6 horas para todos e sem redução de salários, bem como o pagamento da 7ª e
8ª horas com 50% de horas extras devidas pelos anos anteriores! Da mesma
forma, é preciso colocar em pauta as demais reivindicações dos funcionários
do BB que ano após ano, campanha após campanha, são “esquecidas†pelos
dirigentes sindicais da Contraf-CUT: reposição de perdas acumuladas, isonomia
entre funcionários novos, antigos e incorporados, garantindo-se o que for mais
vantajoso para o trabalhador; fim da lateralidade e volta do pagamento das
substituições, por um Plano de Cargos e Salários, que atenda os interesses
do funcionalismo, como a volta dos interstícios de 12 e 16%, anulação da
reforma estatutária da CASSI de 2007 e pagamento da dívida do BB; direitos do
Plano 1 da PREVI para todos, etc.
>
>​
>
>A direà §Ã£o do sindicato deve encaminhar as deliberações da assembleia de
25/02 e formar os grupos homogêneos para ações coletivas! No Pará, graças
a uma ação judicial do sindicato local (que também é da CUT), o plano foi
anulado, os funcionários foram “desmigrados†para a carreira antiga e
novas adesões foram bloqueadas no sistema. O mesmo resultado tem que ser
obtido por sindicatos maiores e mais fortes, como o de São Paulo!
>
>
>
>
>​Por último, ressaltamos que esse método do Comando Nacional em fazer
negocia ções e decidir sobre paralisações em reuniões entre quatro paredes
na cúpula das centrais sindicais é uma aplica ção do Acordo Coletivo
Especial (ACE), antes mesmo de ser aprovado. Esse acordo permitirá que os
sindicatos assinem acordos abaixo do que está garantido na CLT (o que já é
possível pela lei atual), mas sem sequer passar por assembleia! Por isso é
uma questão de princípio para os trabalhadores impedir a aprovação do ACE e
lutar contra os métodos de decisão pela cúpula, resgatando a soberania da
base e das assembleias!
>
>
>
>
>
>
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>
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