[Bancariosdebase] RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e INTERSINDICAL contra os bancários

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Maio 2 02:23:42 UTC 2013


Camarada Juary.

Vindo de vc esta "crítica" e a resposta da base a nossa proposta, so reforça que a gente esta correto. E depois, quem foi, na pratica contra a paralisação foi o próprio MNOB, que  estava ausente na Verbo Divino e no SAC, mas a gente estava lá. Eu, especialmente, estava solitário no  piquete do meu local  de trabalho (SAC) das 5:30 da manhã até as 8 da manhã. E foi como eu disse, quando o piquete se formou com mais pessoas, não houve NINGUÉM do MNOB, exceto pelo simpatizante que mencionei na última mensagem.

Um forte abraço.

Márcio


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 De: Juary Chagas <juary.luis em uol.com.br>
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br; 'Frente' <FNOB em yahoogrupos.com.br>; 'FNOB' <frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>; bancariosdebase em lists.aktivix.org 
Enviadas: Quarta-feira, 1 de Maio de 2013 23:03
Assunto: RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e INTERSINDICAL contra os bancários
 


  
Márcio,
 
Isso é vergonhoso. Uma assembléia da
CATEGORIA aprovar greve e vocês distribuírem um panfleto contra a paralisação.
 
Se vocês são a favor de outro calendário,
que defendam na assembléia. Se vocês acham que a greve de 24h foi errada,
escrevam um material fazendo o balanço depois. Mas depois que a categoria
aprovou greve, no momento do enfrentamento, vocês fazerem isso, é pra lá de
vergonha. 
 
Unidade com o Banco do Brasil, foi o que
vocês fizeram na prática.
 

________________________________
 
De:oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ] Em nome de Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
Enviada em: quarta-feira, 1 de
maio de 2013 22:59
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ;
Frente; FNOB; bancariosdebase em lists.aktivix.org
Assunto: [oposicao_bancaria]
Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e INTERSINDICAL contra os bancários
 
  
Prezados
companheiros, manos e minas
 
Camarada Juliana.
 
No que pese o "respeito" pelo
que vc tem por nós , pelo Coletivo Bancários de Base e pelo Espaço Socialista,
o mesmo não vimos com relação ao interesse dos bancários. 
 
Surpresos ficamos nós com a coalizão
 formada entre o MNOB/SP, Articulação, CTB e INTERSINDICAL (esqueci
alguém?) para aprovar uma paralisação placebo, que liga nada a lugar nenhum na
assembleia.
 
O Daniel esteve sim no piquete e estava
fazendo a batalha política entre os companheiros da São João com o nosso
material. A luta de classes não termina na Assembleia.
 
A paralisação de 24 horas se mostrou
 uma tática derrotada em São Paulo, SIM. Desgasta a base e a desmobiliza,
SIM; ...etc.E isso comprovamos na prática. O MNOB-SP defendeu ardorosamente a
proposta da CONTRAF-CUT, junto com a Articulação, mas a própria Articulação não
disponibilizou material para a paralisação. E o que é mais sintomático.Nem na Verbo Divino, nem no SAC houve militantes do
MNOB nos piquetes. O máximo que aconteceu é que um simpatizante do
MNOB no SAC juntou-se no piquete a mim para convencer os companheiros de
cumprirem decisão de assembleia, além do dos delegados sindicais. É evidente
que eu também distribuí os panfletos, assim como o nosso militante na Verbo
Divino também o fez. E tanto no SAC quanto na Verbo, as pessoas concordavam
conosco
 
Ainda que não comparecesse boa parte
do funcionalismo ao trabalho (pelo menos no SAC não vieram mais de
100 pessoas, de 280 assistentes), isso não significa que a paralisação placebo
tenha sido um sucesso, pois fizeram a paralisação de pijama. Todas as pessoas
 que receberam o nosso panfleto (seja aquelas que entraram ou não)
concordam com a nossa. proposta, inclusive os bancários da São João e da XV de
Novembro. E talvez resida aí a indignação da companheira Juliana: Que a
política do MNOB-SP de defender o calendário dos contraficantes estava errada,
e que isso é uma constatação dos trabalhadores do local de trabalho dela. E
disso poderá gerar um incômodo pedido de esclarecimentos de seus colegas de
trabalho.
 
E assim como o MNOB-SP está
"indignado" com a batalha política do Daniel, assim também indignou
os bandidos da Articulação. A Articulação, por meio do  Diretor Paulão,
que veio da Nossa Caixa e contribuiu para rifar os trabalhadores daquele banco
reduzindo salários e direitos, chamou o Daniel de fascista; e a mafiosa de
primeira grandeza, a Raquel Kacelnikas (que também veio da Nossa Caixa) tentou
retirar os panfletos da mão do companheiro, que estava exercendo o seu direito
de livre manifestação. Mas para o MNOB isso não quer dizer nada. Aliás, há
muito tempo denunciamos os conchavos entre o MNOB e Articulção, quanto ao uso
do microfone nas assembleias restrito apenas as "forças políticas"
(centrais sindicais), podando o direito de qualquer bancário exercer o seu
livre direito de manifestação. E embora revindiquemos a CONLUTAS, nunca,
absolutamente nunca, aceitamos este quesito para ter a palavra nas
assembleias.A diferença é que agora, o conchavo serve nos piquetes também.
 
Assim como a Articulação, o MNOB-SP tenta
deturpar a nossa proposta. Rejeitamos a paralisação de 24 horas, sim, mas a
nossa proposta é de construção de
condições objetivas e subjetivas para um greve por tempo indeterminado, a única
tática que nos resta para fazer com que o governo recue da implantação de
redução e congelamento de salários. Daí o calendário de lutas
proposto pela gente. Ao invés dos companheiros somarem conosco nesta
empreitada, de tirar o movimento do controle da Articulação, simplesmente
contribuíram para que as coisas continuem do jeito que estão, ao ponto de fazer
coro com a Articulação na cólera contra a nossa proposta. 
 
O Coletivo Bancários de Base não estava
sozinho na caracterização de uma paralisação placebo. Os bancários de Brasília
rejeitaram a proposta.(mas aprovaram o estado de greve). No Ceará,também
rejeitaram a proposta, conforme informe do Saraiva (mas fizeram uma
manifestação no centro de Fortaleza), Em RN, o Sindicato rejeitou a paralisação
placebo, mas fizeram um ato público em Natal.
 
E para terminar, a necessidade de uma greve por tempo indeterminado ainda está
colocada, e para isso é necessário um calendário. Nossa proposta ainda está de
pé, mas, evidentemente, que as datas precisam ser trocadas e vamos dar uma
batalha para que consigamos implementá-las.
 
Para terminar, como o Daniel escreve
melhor do que eu, é claro que ele vai responder. Mas eu só escrevi tudo isso
para dizer que o problema não aqui não é pessoal, mas político.
 
Bons tempos que eu e Daniel o
 participavámos do MNOB (sobretudo antes da chegada do Bento e da Juliana na categoria) se enfrentava com a
Articulação. Ainda bem que saímos do MNOB antes de ver esta
"surpreendente" coalização.
 
Um forte abraço.
 
Márcio
 
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________________________________
 
De:Juliana Oliveira
<Julianacls em yahoo.com.br>
Para: " oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br "
< oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br > 
Enviadas: Quarta-feira, 1 de Maio
de 2013 14:28
Assunto: Re: RES: RES:
[oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
 
  
Márcio
e demais camaradas,
 
Apesar de discordar,
entendo e respeito perfeitamente a posição do coletivo bancários de base de
defender um calendário diferente do proposto pelo Comando Nacional, sendo
contra a paralisação de 24 horas que ocorreu neste dia 30 e pela construção de
uma greve por tempo indeterminado a partir de 31/05.
 
Nós, do MNOB,
defendemos o direito democrático dos camaradas defenderem sua proposta junto à
assembléia que ocorreu na segunda-feira. A proposta, no entanto, foi derrotada,
e a maioria decidiu fazer a paralisação de 24 horas.
 
A partir dessa
constatação, gostaria de fazer uma dura crítica à postura dos camaradas. Fiquei
bastante surpresa quando me deparei, no piquete da São João, com o Daniel, do
Espaço Socialista, distribuindo o mesmo panfleto que distribuíram na assembleia
do dia anterior, que afirmava categoricamente, que eram contra a greve e que
essa tática de paralisação de 24 horas já havia se mostrado derrotada.
Lamentável estarmos todos lá, no piquete, inclusive nos enfrentando com a
polícia e não contar com o apoio militante dos camaradas, que preferem fazer
propaganda da sua posição a construir junto conosco o movimento. Diga-se de
passagem que, quando não havia bancários para quem distribuir o panfleto, o
camarada Daniel permanecia calmamente ao lado do piquete lendo um livro pra
passar o tempo.
 
Só lamento essa
postura dos camaradas. Isso não ajuda a construir o movimento, independente do
calendário que cada um defenda.
 
Saudações,
 
Juliana

________________________________
 
De:Juary Chagas
<juary.luis em uol.com.br>
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br 
Enviadas: Segunda-feira, 29 de
Abril de 2013 2:34
Assunto: RES: RES:
[oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
 
  
Obrigado.
 
Um abraço,
 
Juary
 

________________________________
 
De:oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br 
[mailto: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br 
] Em nome de Márcio Cardoso
Enviada em: segunda-feira, 29 de
abril de 2013 00:20
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br
Cc: < oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br 
>; <bancariosdebase em lists.aktivix.org>; Frente Oposição; FNOB;
<analistabb em yahoogrupos.com.br>
Assunto: Re: RES:
[oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
 
  
Prezados
companheiros, manos e minas.
 
Camarada
Juary.
 
Ainda que não
entenda esta insistência em querer saber o que a Frente pensa sobre o calendário
contraficutiano de paralisação placebo no dia 30, eu te respondo: ainda não
temos posição definida, mas a discussão anda muito intensa, pois a realidade de
cada base não exige, necessariamente, uma paralisação no dia 30. São Paulo, por
exemplo, nós defenderemos um calendário de lutas para construir uma greve por
tempo indeterminado a partir do dia 29/05,  sem a paralisação no dia 30,
pois em Sao Paulo, já fizemos todo tipos de paralisação, sem efeito prático
algum: paralisação de 1 hora, dentro e fora do ponto, atrasos do início dos
trabalhos, e paralisação de 24 horas no dia 25/03, em que ainda estamos com
308.
 
Mas se a
dúvida persistir, boa parte dos diretores do sindicato de RN reivindicam
 a Frente, como a Marta e o Tinôco.
 
Um forte
abraço.
 
Márcio
 


Acesse www.espacosocialista.org
www.frentedeoposicaobancaria.org
 
 

Em 26/04/2013, às 17:23, "Juary Chagas" <juary.luis em uol.com.br> escreveu:
  
>Márcio,
>
>Qual a posição da FNOB?
>
>Um abraço,
>
>Juary
>
>-----Mensagem original-----
>De: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto:oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br]
Em nome de Márcio Cardoso
>Enviada em: sexta-feira, 26 de abril de 2013 17:15
>Para: bancariosdebase em lists.aktivix.org;
Frente Oposição; FNOB; Oposição Bancária; analistabb em yahoogrupos.com.br
>Assunto: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE POR
TEMPO INDETERMINADO
>
>Prezados companheiros, manos e minas.
>
>Segue o plano elaborado pelos bancários do coletivo Bancários de Base para a
assembleia aqui em São Paulo na segunda, dia 29/04, em que já fazemos campanha
na base.
>
>Um forte abraço.
>
>Márcio.
>
>Acesse www.espacosocialista.org
>www.frentedeoposicaobancaria.org
>
>Para: marciocarsi em yahoo.com.br
>Assunto: Enc: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
INDETERMINADO
>
>
>
>
>
>
>
>Assunto: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
>
>
>
>
>Prezados colegas.
>
>Este material é fruto da compreens ão da luta contra o novo plano de
funções que atinge a todos, inclusive escriturários, caixas e as pessoas de
função de confiança. Cada um a seu modo e de algum jeito. Este material foi
elaborado em reunião com bancários de concentrações e agências engajadas
na lita contra o novo plano de funções.
>
>De cara: nós, do Coletivo Bancários de Base somos contra a paralisação de
24 horas no dia 30/04 por acreditarmos que não terá nada prático neste
sentido (exceto tomarmos 308 no dia 30/04 e 01/05, que é um feriado) . Isso
está bem explicado no material abaixo;
>
>Para fazer frente, a partir de agora, ao plano de funções, somente com greve
por tempo indeterminado, que deve ser construído na base, e não decretado por
dirigentes petistas biônicos encastelados numa "entidade" chamada
"Comando". Nestes sentido apresentamos o seguinte calendário que
levaremos a assembleia:
>
>07/05- reunião/posse dos delegados sindicais, cuja a pauta seja luta e explicação
sobre o novo plano;
>
>15/05 - Plenárias regionais, também para explicar e preparar as pessoas das
agências contra o Plano de funções;
>
>22/05 - Assembleia pra avaliara o movimento e discutir o indicativo de greve
por tempo indeterminado;
>
>29/05 - Assembleia de deflagração da Greve por tempo indeterminado a partir
do dia 30/05.
>
>Porém, o mais importante é que cada um de nós estejamos presentes na
assembleia no dia 29/04 e aprovar a proposta deste calendário de lutas.
>
>Leia o material abaixo com muita atenção.
>
>Um forte abraço.
>
>Márcio Cardoso.
>Delegado Sindical
>
>______________________________ _________________________ ____--
>
>A VOZ DO BANCAÅ ”IO - Coletivo Bancários de Base
>
>6 H Jà SEM REDUÇÃO DE SALÃRIO! NÃO AO PLANO DO BANCO!
>
>TODOS À ASSEMBLEIA DIA 29, ÀS 19H, NA QUADRA!
>
>
>
>ORGANIZAR A BASE PARA A RESISTÊNCIA CONTRA O PLANO DE FUNÇÕES!
>
>​Desde janeiro o BB està ¡ tentando impor um novo Plano de Funções que visa
reduzir a jornada de diversos cargos para 6 horas (o que está na CLT), mas com
redução do salário, e sem o pagamento da justo e legal da 7ª e 8ª horas,
devidas como extra, pelos anos anteriores, que muitos já vinham ganhando na
justiça. Mesmo depois de meses a maioria dos funcionários que são público
alvo ainda não aderiram, o que mostra que o Plano é ruim e um fracasso!
>
>​Mas para que o plano seja definitivamente derrotado e retirado pelo BB, é
preciso muito mais do que a resistência isolada de milhares de trabalhadores,
é preciso um movimento forte e unificado Enc: Repassede todo o funcionalismo!
Já tivemos paralisações de 24 horas em São Paulo e outros locais do país,
além de atos e protestos diversos, mas isso ainda não foi suficiente. Est á
claro que o plano somente será derrotado por meio de uma Greve Nacional por
Tempo Indeterminado de Todos os Trabalhadores do Banco do Brasil!
>
>​
>
>Ao invés disso, a direção do movimento sindical, centralizada pela
Contraf-CUT, está chamando mais uma paralisação de 24 horas para o dia
30/04. Discordamos radicalmente dessa proposta pois, como dissemos, mais uma
paralisação de 24 hs é insuficiente para derrotar o plano! Os dirigentes
estão colocando as coisas de cabe ça para baixo, assim como fazem nas
campanhas salariais. Uma greve n ão pode ser o ponto de partida, deve ser o
ponto de chegada, o ato final de um processo de mobilização, a máxima
demonstraà §Ã£o de força dos trabalhadores! Uma greve precisa ser construída
e deve ser resultado final de um plano de lutas!
>
>​
>
>Para ter reais condições de derrotar o Plano é preciso envolver todo o
conjunto do funcionalismo, não só os assistentes, mas também caixas,
escriturários, atendentes, analistas, etc. E para envolver o conjunto do
funcionalismo, é preciso deixar claro que o Plano afeta todos, pois ao reduzir
e congelar salários reduz a contribuição patronal e funcional para CASSI e
PREVI, com graves impactos futuros. Mais do que isso, o Plano não é
simplesmente produto do desatino de alguns diretores, é parte de um projeto geral,
que está sendo aplicado nos bancos públicos pelo Governo Federal . Esse
projeto é responsável pela gestão privatista, que trata os bancos públicos
como bancos comerciais. Não é preciso vender as ações do BB para tratá-lo
como um banco privado, a atual gestão já faz isso! No nosso dia a dia esse
tipo de gestão resulta em desrespeito aos clientes, cobrança de metas,
assédio moral sistemático e institucionalizado como forma de gestão,
rebaixamento dos salários, direitos e benefícios, sobrecarga de serviços,
falta de condições de trabalho, adoecimentos, etc. Todos os funcionários,
todos os dias, sentem as consequências desse projeto. Esse projeto atinge todo
o conjunto do funcionalismo e portanto a luta contra ele e contra o Plano é
uma luta de todos!
>
>​
>
>Como parte desse processo de luta, é dever do Sindicato realizar reunià µes em
todas as agências e locais de trabalho, explicando porque o plano não serve,
sua vinculação com o projeto geral, a gestão privatista e a necessidade de
derrotá-lo. É para isso que existe o Sindicato, que tem dezenas de diretores,
funcionários, gráfica, etc.! É preciso lançar boletins e cartilhas,
realizar seminários, reuniões de delegados sindicais, plenárias e
assembleias, até envolver o conjunto do funcionalismo e criar reais
condições de derrotar o Plano!
>
>†‹
>
>É preciso resgatar a verdadeira reivindicaà §Ã£o dos funcionários: jornada de
6 horas para todos e sem redução de salários, bem como o pagamento da 7ª e
8ª horas com 50% de horas extras devidas pelos anos anteriores! Da mesma
forma, é preciso colocar em pauta as demais reivindicações dos funcionários
do BB que ano após ano, campanha após campanha, são “esquecidas†pelos
dirigentes sindicais da Contraf-CUT: reposição de perdas acumuladas, isonomia
entre funcionários novos, antigos e incorporados, garantindo-se o que for mais
vantajoso para o trabalhador; fim da lateralidade e volta do pagamento das
substituições, por um Plano de Cargos e Salários, que atenda os interesses
do funcionalismo, como a volta dos interstícios de 12 e 16%, anulação da
reforma estatutária da CASSI de 2007 e pagamento da dívida do BB; direitos do
Plano 1 da PREVI para todos, etc.
>
>​
>
>A direà §Ã£o do sindicato deve encaminhar as deliberações da assembleia de
25/02 e formar os grupos homogêneos para ações coletivas! No Pará, graças
a uma ação judicial do sindicato local (que também é da CUT), o plano foi
anulado, os funcionários foram “desmigrados†para a carreira antiga e novas
adesões foram bloqueadas no sistema. O mesmo resultado tem que ser obtido por
sindicatos maiores e mais fortes, como o de São Paulo!
>
>
>
>
>​Por último, ressaltamos que esse método do Comando Nacional em fazer
negocia ções e decidir sobre paralisações em reuniões entre quatro paredes
na cúpula das centrais sindicais é uma aplica ção do Acordo Coletivo
Especial (ACE), antes mesmo de ser aprovado. Esse acordo permitirá que os
sindicatos assinem acordos abaixo do que está garantido na CLT (o que já é
possível pela lei atual), mas sem sequer passar por assembleia! Por isso é
uma questão de princípio para os trabalhadores impedir a aprovação do ACE e
lutar contra os métodos de decisão pela cúpula, resgatando a soberania da
base e das assembleias!
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
 
 
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