[Bancariosdebase] (charge)CASTIGADO PORQUE ATENDE OS POBRES....

Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Maio 16 02:47:03 UTC 2013


Querida Marta.

Só troque SP por Osasco-SP, cidade da Região Metropolitana de São Paulo..

Beijos.

Márcio

Acesse www.espacosocialista.org
www.frentedeoposicaobancaria.org



Em 15/05/2013, às 23:28, Marta Turra <martaturra em hotmail.com> escreveu:

> 
>  eu amei! acho que Messias pode aprovar!
> bjs amigo!
> Date: Wed, 15 May 2013 21:31:51 -0300
> Subject: Re: (charge)CASTIGADO PORQUE ATENDE OS POBRES....
> From: amancionatal em gmail.com
> To: martaturra em hotmail.com
> CC: ana_pcs em hotmail.com
> 
> Boa noite,foi o melhor que eu pude fazer,abraços.
> Amancio.
> 
> Em 15 de maio de 2013 14:54, Marta Turra <martaturra em hotmail.com> escreveu:
> 
> Será que dá prá se inspirar? 
> A Ana pode ajudar?
> 
> 
> TEM OUTRA BOA: esta é contra a caixa federal!
> Um caixa-executivo da Caixa Federal de SP está sendo demitido por "mau-comportamento" e indisciplina. Sabe porque?????????
> Porque a ordem DA CHEFIA é NÃO ATENDER O POVO POBRE! O POVO POBRE QUE NÃO DÁ LUCRO TEM QUE SER ATENDIDO NOS CORRESPONDENTES BANCÁRIOS, LOTÉRICAS, ETC...
> O Messias, de forma MUITO profissional, ATENDE TODO MUNDO, COMO É O CERTO. E POR ISSO ESTÁ SENDO VÍTIMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO POR MAU COMPORTAMENTO! 
> 
> NÓS DA FRENTE NACIONAL DE OPOSIÇÃO BANCÁRIA - FNOB, ESTAMOS APOIANDO CAMPANHA CONTRA A DEMISSÃO E PUNIÇÃO DE MESSIAS. ELE NÃO PODE SER PUNIDO POIS O OBJETIVO DA CAIXA É USAR O CASO PARA INTIMIDAR, E ISSO É UM ATAQUE Á CLASSE TRABALHADORA
> IMAGINA SÓ DEMITIR UM TRABALHADOR QUE SE NEGA A CUMPRIOR ORDENS ILEGAIS? 
> OS CLIENTES QUE ELE ATENDE JÁ FIZERAM ABAIXO ASSINADO, TÁ O MAIOR REBULIÇO!
> O MESSIAS NÃO PODE SER PUNIDO! O SINDICATO DE SP ABANDONOU ELE, MAS NÓS E O POVO TRABALHADOR ESTÁ AO LADO DO MESSIAS, UM TRABALHADOR HONESTO, ATIVISTA E QUE NÃO DESISTE DA LUTA!
> DÁ UMA BOA CHARGE NÃO?
> 
> 
> Date: Tue, 14 May 2013 16:36:20 -0300
> Subject: Re: Matéria inspira charge
> From: amancionatal em gmail.com
> To: ana_pcs em hotmail.com
> CC: martaturra em hotmail.com; antony_siqueira em hotmail.com; marcostinoco em oi.com.br; liceucarvalho em yahoo.com.br; peduardox em bol.com.br; rgilmar em uol.com.br; anapcostas em gmail.com
> 
> Boa tarde,segue a charge,abraços.
> Amancio.
> 
> Em 14 de maio de 2013 14:28, Ana Paula Costa <ana_pcs em hotmail.com> escreveu:
> Amâncio, dê uma olhada nesse texto e veja o que vc pode tirar pra uma charge (uma dica de leiga, vi uma parte em que a contraf entrega um cheque em branco aos patrões e lasca os funcionários) veja aí e me mande com urgência. Valeu
> 
> Ana
> 
> 
> ARTICULAÇÃO/CUT/CONTRAF/PT SABOTAM LUTA CONTRA O PLANO DE FUNÇÕES DO BB
> 
>                 No final da campanha salarial de 2012 a Articulação/CUT/PT, direção majoritária do movimento sindical da categoria bancária, junto das demais correntes cutistas, como a DS/PT,   apresentou como uma das “conquistas” o compromisso do BB de uma proposta relativa à jornada de 6h. Ao invés disso, o BB lançou no início de 2013 um plano que reduz a jornada, mas reduz  os salários de todo um contingente que cumpria jornada de 8h; e congela os que permaneceram nas funções de 8 horas. Ou seja, a Articulação, a DS, o PcdoB e demais governistas deram um cheque em branco para que o BB fizesse mais um ataque contra o funcionalismo . Os Novos  Planos de Funções  Gratificada (PFG) e  de Funções de Confiança (PFC) são mais uma forma de aliviar o passivo trabalhista do BB, já que muitos estavam ganhando na justiça o pagamento da 7ª e 8ª hora, além de promover a reestruturação corporativa no sentido de “reduzir custos” com o pessoal, para fazer frente a atual crise econômica, que o PT teima em dizer quenão existe.
> 
>                 A Articulação e pelegos em geral se fizeram de desentendidos, sem querer encaminhar uma luta de fato contra o PFG e PFC. Entretanto, a reação da base, que silenciosamente resistiu e se recusou em sua grande maioria a assinar o termo de migração para os novos cargos, bem como a mobilização e denúncias - inclusive junto ao MP em Brasília - levadas a efeito pelas oposições e sindicatos ligados à FNOB, além de demais movimentos, obrigaram a direção da Contraf a marcar assembleias. Conseguimos aprovar em São Paulo, por exemplo, um calendário de luta com paralisação de 24h em 07/03, diferente do calendário da Articulação. São Paulo concentra, junto do DF, a maior parte dos imediatamente atingidos pelo plano (que, na verdade, afeta a todos, de diferentes maneiras) e uma forte mobilização nesta região seria decisiva para contagiar o restante do país na construção de uma greve por tempo indeterminado.
> 
>                 Entretanto, na assembleia organizativa da paralisação, a Articulação nem sequer permitiu discutir um calendário que desse continuidade à luta. Com isso, a paralisação de 07/03 em São Paulo, que, mesmo sendo parcial, foi importante, permaneceu isolada e não teve poder de levar ao crescimento do movimento. Da mesma forma, no restante do país, incluindo o DF e os principais estados, como o RS, BA, PE, PA, etc., a Contraf conspirou contra a resistência dos funcionários, jogando para a torcida com ações meramente protelativas, ao mesmo tempo em que esvaziava deliberadamente a possibilidade de luta. Mais de 40 dias depois desta atividade de SP, a Contraf marcou nova paralisação no dia 30/04, nacionalmente, com assembleias nos dias próximos, para supostamente forçar o BB a abrir negociações.
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>                 Nas assembleias de 29/04, à medida que a burocracia sindical foi obrigada a voltar a chamar a base para reunir-se, estava posta a possibilidade de romper o controle da Articulação, DS, PcdoB e demais pelegos sobre o movimento. Estava posta a possibilidade de construir um plano de lutas real, com um processo organizado e consequente, que pudesse chegar a uma greve por tempo indeterminado, única medida capaz de barrar o plano do BB.
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>                 O pressuposto político desse plano é o entendimento do atual projeto em aplicação no BB, a sua gestão privatista. O PFG/PFC é parte desse projeto, visando reduzir custos trabalhistas, contribuições para CASSI e PREVI, além de sobrecarregar os funcionários com as mesmas metas numa jornada menor. Não é preciso vender ações do BB para tratá-lo como banco privado, a atual gestão já faz isso e constatamos o resultado todos os dias: metas, assédio moral, adoecimento físico e psicológico, etc.
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> Para barrar o PFG/PFC, seria preciso envolver o conjunto do funcionalismo, e para isso seriam necessários passos como:
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> - reuniões nos locais de trabalho;
> 
> - publicação de um material explicando o plano e sua relação com o projeto de gestão em aplicação no BB;
> 
> - reunião de delegados sindicais para organizar a base;
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> - plenária nas regionais;
> 
> - novas assembleias para avaliar o movimento;
> 
> - colocar em pauta a volta do PCS pré-1998;
> 
>                 Foi essa política que nós, da Frente Nacional de Oposição Bancária, através do Coletivo Bancários de Base – SP, do Sindicato do Rio Grande do Norte e demais intervenções da FNOB,  defendemos. Na assembleia de São Paulo, no entanto, infelizmente, fomos a única corrente de oposição que foi contra o calendário da Articulação, propondo um calendário de verdade. O desfecho lamentável, contudo, foi que, numa assembleia ultraesvaziada, não por acaso, foi aprovada a paralisação de 24h sem sequer ter sido discutido um plano de lutas que desse novo fôlego ao enfrentamento. A assembleia era o momento crucial para relançar a mobilização e ter alguma chance de construir a luta contra o novo plano de funções, mas nada disso foi feito, se apontando para uma paralisação de fachada sem continuidade alguma. As demais correntes de oposição não entenderam dessa forma e defenderam o plano da Articulação acriticamente. Com isso, a paralisação de 24h no dia 30/04 aconteceu de forma raquítica e foi mais frágil que a de 07/03, servindo apenas, na forma de factoide como ocorreu, para desmontar a perspectiva de continuidade da luta e melancolicamente encerrar a luta contra o PFG/PFC.
> 
>                 A banda podre que defende a Contraf (Articulação, DS, PCdoB, Bancários Podem Mais, etc) parte agora para os Congressos que “organizam” a campanha salarial, em que a redução e congelamento salarial se transformarão em mais uma das infinitas pendências (reposição de perdas, isonomia, substituições, CASSI, PREVI, etc.) que nunca serão levadas à mesa de negociação e nunca se tornam foco da greve. Diante disso, seguimos defendendo a necessidade de lutar contra o plano do BB, relacionando esse plano com o projeto geral e a gestão privatista em aplicação. Seguiremos lutando na medida das nossas forças para manter a base mobilizada contra o novo plano de funções.
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>                 Chamamos a base a não legitimar estes fóruns de bandidos e traidores em que se transformaram os fóruns da Contraf, e que construamos nossa pauta desde a base. A FNOB se coloca a serviço desta luta, e realizará seu 6o Encontro Nacional em Brasília no mês de julho para ajudar a organizar esta alternativa dos bancários. Vamos, juntos e pela base, derrotar os planos do governo Dilma/BB/Contraf/Contec contra nossa categoria!
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