[Bancariosdebase] resenha plenária oposição bancária 23.08.2014
Utopia
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Segunda Agosto 25 19:11:40 UTC 2014
PLENARIA OPOSIÇÃO BANCÁRIA SP.
SISTEMATIZAÇÃO.
23.08.2014 – CAMPANHA SALARIAL 2014 -
Dois pontos p/ discussão.
1. Introdução ao tema com elementos de conjuntura.
2. Descrição tático/estratégica. Nossa intervenção.
Rosana: Boa receptividade Cid Deus material convocação Plenária. Material de convocação como forma de agitação
da Campanha Salarial. Mesmo com dificuldades de rotina, que é maior em privados
p/ mover as pessoas normais. Há avanços no trabalho, boas perspectivas
médio-longo prazo.
Atuação cada vez mais pífia
doseeb. Situações mais recentes de fatos importantes com ação/omissão falha do
seeb:
- Fechamento de pólos
centralizadores de serviços (digitalização, compensação on-line). Alguns
transferidos (a contragosto), muitos demitidos.
- Telebanco terceirizado e seeb
se omitiu
- Condições de Trabalho cada vez
piores. Assédio descarado e sem resposta. Doenças, mortes súbitas. Entende que este será um ano mais
difícil. Descaramento do seeb no terror
feito perlo próprio em relação à greve nos privados e a participação d em s
bancári em s. @s bancári em s estão assustados.
Edson: Trás pra discussão
jornadas junho2013 e suas expectativas que a rigor não vieram, pelo menos como
se desejava.Mas ficaram lições e conseqüências. Na greve passada temor bancos e
repressão em criar fato negativo na ótica do Estado e do patrão. Risco de volta
às ruas pela população.
Em 2013 então foram mais
“comedidos” na repressão às greves 2014, pau geral, vide metro e agora Univ
Públicas. Entende que desfecho greve
Universidades não está fora contexto greve bancários. Sindicato mais
“democrático” em 2013. Este ano não esperemos. Eleições e disposição para não
greve inclusive. Demagogicamente p/ desviar apenas a atenção sobre outros
problemas , “encampam condições trabalho como eixo. Eleições como balizador
possíveis greves segundo semestre. Em bancários, privados permanecem na inércia
maior. Patrão, governo e burocracia como
elementos altamente dificultadores, mas nós também precisamos mea-culpa.
Necessidade de trabalho mais sistemático.
Paulo; Aparte p/ falar do
subjetivo do bancário, em particular de bancos privados. Bancário Cid de Deus
teme inclusive pegar panfleto. Assustado, temeroso.
Matheus: Informa sobre comitês voto nulo.
Campanha salarial permeada por
eleições traz elementos próprios. Discorre sobre greves primeiro semestre, com
superação da pelegada pelos trabalhadores em greve. Com características de auto-organização. Garis, condutores, professores,
rodoviários , setores construção civil. Segundo semestre, repressão como resposta. Pessoas mais dispostas a
lutar. A vida está pior. Povo endividado. Entende haver ainda um contexto de
lutas. Talvez tenhamos surpresa, uma greve forte.
Juliana: Jornadas de Junho ainda em aberto. Primeiro semestre greves radicalizadfas/ superação entraves burocráticos. Vitórias parciais, localizadas.
Entende que com elementos novos como morte Eduardo/assunção Marina governo com
maiores problemas nas eleições. Precisamos
saber tirar vantagens, ma s não vê grandes possibilidades.
Daniel : Processo de lutas contra
direções ligadas ao PT com perda de referência de lideranças tradicionais. CUT/PT
caiu a máscara. Identificados com o patrão. PT pode perder eleições. Pt “traíra”,
tornará luta mais difícil.
Silas: Discorre sobre situação
dentro das unidades e dificuldades de mobilizar. Apatia de muitos. Alguns declaram que irai furar a greve. Maior
ousadia dos gestores no assédio. Vê
maiores dificuldades nesta greve. Contexto eleitoral, etc. pressão patronal.
Bento: Campanha passada, vitórias
parciais. Seeb mantém script. Muitas categorias em luta segundo semestre. Expectativa
de direções atropeladas pela base. Eleições e Partidos vitrine para
trabalhadores em luta. Fala de institucionalização
maior das terceirizações e papel “regulador”do Bacen. Abaixo-assinado contra papel bacen.
Rodrigo: Coloca quadro ruim CAIXA SR zona sul. Sto Amaro. Novos contratados insuficientes c/ abertura
novas unidades. Transferências. Situação
insustentável. Banco se organiza para
nos f..... Ameaças contra tesoureiros, fundamentais na greve. (há proposta de
buscar viabilizar encontro por fora entidade p/ organizá-los). Vê disputa intra-patronal. Privados e públicos. Não mdescartar seeb
defender não greve mediante proposta “meia-boca”. E seeb não teria pudor em
escancarar traição.
Douglas: coloca possibilidade
avanço na consciência na base da “explosão”. Condições de Trabalho, salários, assédio.etc.
Em 2013 tivemos (Avante Bancário-oposição) boa intervenção. Aprofundar nos públicos.
Avançar em privados. Pauta alternativa como elemento propaganda oposição.
Gabriel: Por em discussão lucro
dos banqueiros. Públicos avançam no rancking dos bancos. Não observa maiores perspectivas nas campanhas
das categorias c/ data base no segundo semestre. Importância paralisar Ceopi
antes greve oficial em função de situação difere3nciada, questão da CIPA etc. (Como
ensaio-geral p/ greve, ou algo assim).
Vinicius: Sem greve de fachada. Desmascarar
burocracia. Batalhar para fecharmos auto-atendimento
Thais: Fala sobre termos dimensão
mais precisa o possível de nossas pernas. O que podemos.O que priorizar nas intervenções
de greve. Tem a leitura de que seria
importante irmos aonde pudermos realizar o proposto. Intervenções no centro (bancário) velho e Sé, por exemplo.
Wagner; Atenta para necessidade
de registro das assembléias e intervenções; Também sobre riscos de radicalização nos embates com a burocracia
pelega.
Outras propostas:
- Filar/documentar todas as nossa
intervenções e postura da burocracia. Sistematizar e colocar no ar.
- Durante a greve, não descartar
paralisações nas regiões onde se atua.
- Intervenção reunião seeb sobre interferência
BB na organização do movimento. Denuncia do banco e do sindicato
tolerante/conivente.
- Cobrar e/ou organizar onde possível, reuniões com a base por região
- Reunião tesoureiros por fora da
burocracia onde se mostrar possível. SR Sto Amaro, vem de boa experiência greve
passada. Tentar faze-lo também em outras
regiões.
- Comandos de greve por região
- Eleger representante p/
negociação nas assembléias.
- Atentar para não “regionalizarmos”
muito os piquetes e nos fragmentar ainda mais.
- Buscarmos fechar auto-atendimento
quando possível.
- Na dinâmica do processo avaliar
possibilidades.
- Não há consenso por ora, em priorizarmos
determinados locais e regiões ao invés de paralisarmos concentrações.
- Nova reunião para afinarmos
intervenção antes da assembléia que possivelmente deflagrará a greve em --- de setembro de 2014.
- Precisamos com urgência viabilizar
infra mínima e própria (som megafone, faixas,etc) para nossa intervenção.
Pessoal, além dos citados, estiveram presentes: Thais Helena BB, Orlando CX, Carol CX e herdeira, Edu CX, Companheiro sul c/ Douglas e Matheus e Messias. Peço verificarem possíveis/prováveis imprecisões, em particular nas últimas intervenções que reproduzi de "oreiada". Tentei buscar informação, mas comp em s não atendemou retornam, no momento.
Por favor verifiquem e corrijam.
Valeu!
Messias.
"O Povo Unido é Povo Forte, Não teme a Luta nem teme a morte".
"Unidade da classe trabalhadora".
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