[Bancariosdebase] resenha plenária oposição bancária 23.08.2014
Utopia
utopia_s em yahoo.com.br
Terça Agosto 26 18:05:15 UTC 2014
Olá a tod em s!
Olá Vinicius!
Obrigado pela ajuda.
Se não houver mais acréscimos/correções,etc, peço que comp em s repassem p/ juliana BB MNOB e mais alguém que eventualmente não esteja na lista.
Valeu!
PS: Alguém poderia precisar a data indicativa da nova reunião?
Em Segunda-feira, 25 de Agosto de 2014 23:52, vinoliver1 . <vinoliver em gmail.com> escreveu:
Companheiro Messias,
Como nossa comunicação estava difícil hoje, pois eu estava na agência, vou tentar responder de forma sintética aos seus questionamentos feitos por telefone.
No segundo ponto da reunião, após algumas breves considerações sobre o atual nível de consciência do trabalhador bancário, fiz três propostas:
1) Reuniões por locais de trabalho, visando à mobilização, neste período que antecede a greve.
2) Devemos manter intervenções semelhantes às da greve passada (trancaços em grandes concentrações), mas sem perder de vista os piquetes nos nossos locais de trabalho, os encontros e discussões diários em frente a nossas agências e departamentos. Na minha visão, no ano passado, esse tipo fundamental de ação foi negligenciado, facilitando uma prática que, desgraçadamente, cresce cada vez mais, a da "greve de pijama". Tenho consciência de que a questão tem relação direta com "nossas pernas", mas devemos discutí-la neste período que antecede a greve.
3) Acredito que podemos tentar, sempre avaliando a correlação de forças (repressão policial, intensidade da retaliação patronal) um tipo de ação que se choca frontalmente à orientação da burocracia pelega. Devemos tentar fechar, com piquetes, os auto-atendimentos dos locais onde atuamos, como conseguimos fazer, por um dia, na Agência Sete de Abril (CEF) em 2011 e no ano passado.
Abraços,
Vinicius
Em 25 de agosto de 2014 16:11, 'Utopia' via Avante Bancários! <avantebancarios em googlegroups.com> escreveu:
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>PLENARIA OPOSIÇÃO BANCÁRIA SP.
> SISTEMATIZAÇÃO.
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>23.08.2014 – CAMPANHA SALARIAL 2014 -
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>Dois pontos p/ discussão.
> 1. Introdução ao tema com elementos de conjuntura.
> 2. Descrição tático/estratégica. Nossa intervenção.
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>Rosana: Boa receptividade Cid Deus material convocação Plenária. Material de convocação como forma de agitação
da Campanha Salarial. Mesmo com dificuldades de rotina, que é maior em privados
p/ mover as pessoas normais. Há avanços no trabalho, boas perspectivas
médio-longo prazo.
>Atuação cada vez mais pífia
doseeb. Situações mais recentes de fatos importantes com ação/omissão falha do
seeb:
>- Fechamento de pólos
centralizadores de serviços (digitalização, compensação on-line). Alguns
transferidos (a contragosto), muitos demitidos.
>- Telebanco terceirizado e seeb
se omitiu
>- Condições de Trabalho cada vez
piores. Assédio descarado e sem resposta. Doenças, mortes súbitas. Entende que este será um ano mais
difícil. Descaramento do seeb no terror
feito perlo próprio em relação à greve nos privados e a participação d em s
bancári em s. @s bancári em s estão assustados.
>
>Edson: Trás pra discussão
jornadas junho2013 e suas expectativas que a rigor não vieram, pelo menos como
se desejava.Mas ficaram lições e conseqüências. Na greve passada temor bancos e
repressão em criar fato negativo na ótica do Estado e do patrão. Risco de volta
às ruas pela população.
>Em 2013 então foram mais
“comedidos” na repressão às greves 2014, pau geral, vide metro e agora Univ
Públicas. Entende que desfecho greve
Universidades não está fora contexto greve bancários. Sindicato mais
“democrático” em 2013. Este ano não esperemos. Eleições e disposição para não
greve inclusive. Demagogicamente p/ desviar apenas a atenção sobre outros
problemas , “encampam condições trabalho como eixo. Eleições como balizador
possíveis greves segundo semestre. Em bancários, privados permanecem na inércia
maior. Patrão, governo e burocracia como
elementos altamente dificultadores, mas nós também precisamos mea-culpa.
Necessidade de trabalho mais sistemático.
>
>Paulo; Aparte p/ falar do
subjetivo do bancário, em particular de bancos privados. Bancário Cid de Deus
teme inclusive pegar panfleto. Assustado, temeroso.
>
>Matheus: Informa sobre comitês voto nulo.
>Campanha salarial permeada por
eleições traz elementos próprios. Discorre sobre greves primeiro semestre, com
superação da pelegada pelos trabalhadores em greve. Com características de auto-organização. Garis, condutores, professores,
rodoviários , setores construção civil.
Segundo semestre, repressão como resposta. Pessoas mais dispostas a
lutar. A vida está pior. Povo endividado. Entende haver ainda um contexto de
lutas. Talvez tenhamos surpresa, uma greve forte.
>
>Juliana: Jornadas de Junho ainda em aberto. Primeiro semestre greves radicalizadfas/ superação entraves burocráticos. Vitórias parciais, localizadas.
Entende que com elementos novos como morte Eduardo/assunção Marina governo com
maiores problemas nas eleições. Precisamos
saber tirar vantagens, ma s não vê grandes possibilidades.
>
>Daniel : Processo de lutas contra
direções ligadas ao PT com perda de referência de lideranças tradicionais. CUT/PT
caiu a máscara. Identificados com o patrão. PT pode perder eleições. Pt “traíra”,
tornará luta mais difícil.
>Silas: Discorre sobre situação
dentro das unidades e dificuldades de mobilizar. Apatia de muitos. Alguns declaram que irai furar a greve. Maior
ousadia dos gestores no assédio. Vê
maiores dificuldades nesta greve. Contexto eleitoral, etc. pressão patronal.
>
>Bento: Campanha passada, vitórias
parciais. Seeb mantém script. Muitas categorias em luta segundo semestre. Expectativa
de direções atropeladas pela base. Eleições e Partidos vitrine para
trabalhadores em luta. Fala de institucionalização
maior das terceirizações e papel “regulador”do Bacen. Abaixo-assinado contra papel bacen.
>
>Rodrigo: Coloca quadro ruim CAIXA SR zona sul. Sto Amaro. Novos contratados insuficientes c/ abertura
novas unidades. Transferências. Situação
insustentável. Banco se organiza para
nos f..... Ameaças contra tesoureiros, fundamentais na greve. (há proposta de
buscar viabilizar encontro por fora entidade p/ organizá-los). Vê disputa intra-patronal. Privados e públicos. Não mdescartar seeb
defender não greve mediante proposta “meia-boca”. E seeb não teria pudor em
escancarar traição.
>
>Douglas: coloca possibilidade
avanço na consciência na base da “explosão”. Condições de Trabalho, salários, assédio.etc.
Em 2013 tivemos (Avante Bancário-oposição) boa intervenção. Aprofundar nos públicos.
Avançar em privados. Pauta alternativa como elemento propaganda oposição.
>
>Gabriel: Por em discussão lucro
dos banqueiros. Públicos avançam no rancking dos bancos. Não observa maiores perspectivas nas campanhas
das categorias c/ data base no segundo semestre. Importância paralisar Ceopi
antes greve oficial em função de situação difere3nciada, questão da CIPA etc. (Como
ensaio-geral p/ greve, ou algo assim).
>
>Vinicius: Sem greve de fachada. Desmascarar
burocracia. Batalhar para fecharmos auto-atendimento
>
>Thais: Fala sobre termos dimensão
mais precisa o possível de nossas pernas. O que podemos.O que priorizar nas intervenções
de greve. Tem a leitura de que seria
importante irmos aonde pudermos realizar o proposto. Intervenções no centro (bancário) velho e Sé, por exemplo.
>
>Wagner; Atenta para necessidade
de registro das assembléias e intervenções;
Também sobre riscos de radicalização nos embates com a burocracia
pelega.
>Outras propostas:
>- Filar/documentar todas as nossa
intervenções e postura da burocracia. Sistematizar e colocar no ar.
>- Durante a greve, não descartar
paralisações nas regiões onde se atua.
>- Intervenção reunião seeb sobre interferência
BB na organização do movimento. Denuncia do banco e do sindicato
tolerante/conivente.
>- Cobrar e/ou organizar onde possível,
reuniões com a base por região
>- Reunião tesoureiros por fora da
burocracia onde se mostrar possível. SR Sto Amaro, vem de boa experiência greve
passada. Tentar faze-lo também em outras
regiões.
>- Comandos de greve por região
>- Eleger representante p/
negociação nas assembléias.
>- Atentar para não “regionalizarmos”
muito os piquetes e nos fragmentar ainda mais.
>- Buscarmos fechar auto-atendimento
quando possível.
>- Na dinâmica do processo avaliar
possibilidades.
>- Não há consenso por ora, em priorizarmos
determinados locais e regiões ao invés de paralisarmos concentrações.
>- Nova reunião para afinarmos
intervenção antes da assembléia que possivelmente deflagrará a greve em --- de setembro de 2014.
>- Precisamos com urgência viabilizar
infra mínima e própria (som megafone, faixas,etc) para nossa intervenção.
>
>
>
>
>Pessoal, além dos citados, estiveram presentes: Thais Helena BB, Orlando CX, Carol CX e herdeira, Edu CX, Companheiro sul c/ Douglas e Matheus e Messias. Peço verificarem possíveis/prováveis imprecisões, em particular nas últimas intervenções que reproduzi de "oreiada". Tentei buscar informação, mas comp em s não atendemou retornam, no momento.
>Por favor verifiquem e corrijam.
>Valeu!
>Messias.
>"O Povo Unido é Povo Forte, Não teme a Luta nem teme a morte".
>"Unidade da classe trabalhadora". --
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