[Bancariosdebase] Duas chapas de oposição em Porto Alegre

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Segunda Maio 30 22:49:21 UTC 2011


 
 Olá comp em s [1] do Bancários de Base
 Seguem mais informes do Matheus da formação de duas chapas de
oposição em Porto Alegre.
 Daniel
 "A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível” 
 anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968 
 On Ter 24/05/11 01:32 , Matheus Crespo
movimentorevolucionario em yahoo.com.br sent:
	  Companheiros,   Como citado pelo Cabeça no comunicado abaixo,
encontro-me no Maranhão, para a atividade que considero uma das mais,
senão a mais importante entre todos os processos de bancários deste
ano. A desfiliação da CUT, a ser aprovada pela base do Maranhão.
Nenhuma vitória salarial ou parcial pode ser duradoura com uma
direção oportunista como a que infesta a maioria de nossos
sindicatos, inclusive no de POA, com a DS à frente, e que comanda de
modo governista e autoritário o movimento nacional de bancários. Por
isso, esta batalha no MA é decisiva e requer o apoio de todas nossas
forças. A vitória que esperamos obter, da mesma forma, deve ser
parte de uma luta nacional para reafirmar o combate à Contraf/CUT, o
boicote a seus fóruns pelegos e viciados e a construção de uma
alternativa nacional, expressa na Frente Nacional de Oposição, que
unifica o MNOB e outros setores, e que terá novo encontro nacional em
Recife no dia 18 de junho.   Dentro deste processo de luta nacional
antiburocrática, construímos uma chapa para as eleições em Porto
Alegre, a serem disputadas de 27 a 30 de junho. Infelizmente, esta
chapa, representativa de colegas da ativa do Banrisul, Caixa, BB,
Badesul e de aposentados, que expressa uma concepção de luta frontal
contra o atual sindicato de POA, tão oportunista e traidor como
qualquer outro da Contraf/CUT, no que se refere a suas ações
práticas contra a categoria, não é uma chapa unificada. Haverá
outra chapa de oposição, composta por outros companheiros que sempre
militaram conosco nas mesmas fileiras do MNOB e alguns outros.   A
não existência de uma chapa unitária é decorrente de um processo
de divisão da oposição bancária do RS ocorrida no último ano.
Antes disso, éramos todos uma única e mesma oposição, ao
contrário do que ocorre em alguns estados, apesar das diferentes
correntes e posições internas. Foi dessa forma que disputamos a
eleição passada ao sindicato e assim que atuamos, com problemas mas
também vitórias, na disputa das greves e outros embates havidos nos
últimos anos.    Esta unidade, porém, se rompeu como resultado de
uma série de fatores, os quais certamente não teremos acordo em
identificar quais foram e quais predominaram. Para mim, entretanto,
tais fatores incluem a opção de aliados preferenciais que cada
corrente fez no movimento. Todas as correntes tiveram iniciativas
políticas neste 1 ano, apesar da quase dissolução e da negativa em
se marcar reuniões unificadas. A questão é saber em que movimento
se apostou e com quem cada um discutiu, negociou, sondou, etc. Todos
sabem do que falamos.    Além disso, houve a crise interna do MNOB,
independentemente de suas causas, que muito já foram debatidas aqui,
mas que não vou retomar para multiplicar nenhuma polêrmica, e que
levou a que questões aparentemente resolvidas entre nós, voltassem
à tona, como a participação nos fóruns dos contraficantes, etc.
Hoje, nossa atuaçãom por fora desses fóruns governistas já não é
mais unânime.   Por estas razões, várias outras e pelo desgaste das
relações políticas, a realidade é que chegamos a uma situação
muito ruim, de, apenas 13 dias antes de nossa eleição termos tido
uma 1a reunião entre os 2 grupos que, majoritariamente, organizam as
atuais 2 chapas de oposição em POA: o Bancários de Base e o PSTU.
Nós nunca desejamos isso, e é lamentável que se tenha "descoberto"
que haveria uma eleição e que era preciso conversar com grupos que
todos sabem que existem e têm peso na base (por exemplo, nós) apenas
em cima da hora. Independentemente disso, nos reunimos no dia 10-05,
com um representante do PSTU (bocão), um do BdB do RS (eu), mais um
"convidado" do PSTU, não mais bancário, e nem do RS, e 2 membros da
Conlutas (Érico e Vicente Guindani).    Esta 1a reunião discutiu que
era difícil unificar 2 chapas já em gestação, e com pontos de
atrito (ainda que superáveis), em tão pouco tempo. Mas decidiu
consensualmente e de modo civilizado que haveria outras reuniões
entre os participantes - todos igualmente legitimados e habilitados a
fazer este debate e construção, bancários (2) ou não (3), pela
importância que damos à Conlutas e pelo estrago que representaria
haver 2 chapas com as posições semelhantes que temos. Estas
reuniões eram a chave  necessária para tentar aparar arestas e
organizar uma convenção unitária, em que a discussão fosse
saudável e construtiva, e não uma guerra de polêmicas e
acusações, como aqui mesmo na lista chegou a ocorrer. Nós chegamos
a estabelecer que o debate deveria ser distencionado, sem
provocações, e "baixarmos" o tom das polêmicas, justamente porque o
que nos une é mais importante que o que desune. Este acordo foi
cumprido em partes, apesar de provocações de diferentes militantes,
de diferentes estados, terem se mantido contra mim, e nós, como
grupo. No geral, porém, os militantes de POA pareciam todos caminhar
para começar um processo de unificação, tardio, complicado e que
exigia preparação.   A definição de uma nova reunião para dali a
3 dias, no entanto, foi adiada. Faltando apenas 10 dias para terminar
qualquer prazo, a reunião do PSTU (ainda era uma negociação feita
apenas por seus militantes conosco) com a gente foi desmarcada, embora
tenham sido os companheiros que tenham escolhido seu horário e local.
Beleza.. ficou marcada para dali a mais 3 dias, no dia 16, já
faltando 7 dias para terminar tudo! O ruim é que a reunião conosco
foi desmarcada neste dia de manhã, mas à noite saiu uma reunião
para a chapa... MAS SEM ESTARMOS CONVIDADOS. Foi uma reunião fechada,
em que não podíamos ir, mas para a qual a CST foi convidada.
Estranho, pois a CST, embora seja uma corrente combativa e que muito
respeitamos, não é nem do MNOB, nem da Conlutas e sequer da
oposição de POA participava muito até ano passado. Ou seja, uma
semana se passou; as chapas seguiam seus rumos e quanto às arestas
não se tentou nada a respeito.    Veio o dia 16, em cima da hora,
após outros grupos já estarem convidados às reuniões e, outra vez,
nossa reunião foi desmarcada, outra vez pelos companheiros, que a
tinham marcado, com horário e local. Nós não enxergamos qualquer
objetivo ou intenção obscura nestas desmarcações de reunião, que
levaram a que perdêssemos 8 dias até a 2a reunião - finalmente
ocorrida no dia 18/05. Para nós, houve razões palpáveis em sua
desmarcação e acreditamos que os companheiros tiveram suas razões.
Mas o fato é que a reunião conosco só se repetiu faltando agora 5
dias para finalizar a inscrição, com um final de semana no meio!   
Esta reunião foi a pior de todas, e outra vez (pela 4a vez) estava
marcada para acontecer junto com o companheiro Érico (do sindcaixa,
não bancário, portanto) e com Vicente (dos correios).  Parece
ridículo ter que dizer que não há nada demais em que companheiros
da Conlutas, ALIÁS, CHAMADOS PELO PSTU, para ajudar, tenham
participado das reuniões. Mas pelo e-mail corporativista dos
companheiros, parace ser preciso... Pois, na reunião do dia 18,
apenas a 2a entre nós, nem Vicente nem Érico foram, por um simples
motivo: Érico achou que tal reunião não mais ocorreria e não foi,
e Vicente não pôde ir pois acabara de operar o joelho, estando
hospitalizado! Só por isso; senão estariam lá, conforme proposta,
correta, do próprio PSTU, inclusive. Mas por que a reunião foi a
pior? Porque os companheiros, enquanto não saía uma reunião sequer
para unificar as chapas, estavam chamando uma CONVENÇÃO
UNILATERALMENTE CONVOCADA, como se fosse unificada da oposição, e
que.   Para aquele mesmo dia!!! Sem oportunidade de convocação
conjunta, disputa, ou qualquer coisa que lembre uma convenção
unificada!!! A qual só "descobrimos" na véspera e parta a qual não
fomos convidados, de novo! E o pior: após não sermos convidados nem
informados diretamente de tal convenção, na reunião deste dia 18,
fizemos uma singela solicitação - a de que pudéssemos ir na
convenção. O representante do PSTU, Bocão, que até então era quem
tratava em nome da chapa encabeçada pelo PSTU, em conjunto com a CST
e independentes, disse, então, categoricamente, que não podíamos ir
na convenção. Este VETO a uma organização/chapa embrionária com a
qual se diz querer unificar é a demonstração do compromisso em
realmente unificar alguma coisa: zero.   Depois disso, ao longo do
dia, é verdade, companheiros da base da chapa e quadros independentes
dela desautorizaram este veto. Isto foi uma iniciativa importante, que
deu outros ares à proposta de unificação, visto que não mais era
conduzida da mesma forma e nem pelo mesmo setor. No entanto, só se
conheceu esta reviravolta do veto para a permissão da participação
(a uma convenção que, ainda assim, era convocada e chamada
unilateralmente, por apenas um grupo; e que teria que ser parte de um
processo para uma convenção aí sim unificada mais tarde) faltando
menos de 1 hora para seu início. Tirando um único companheiro que
pôde ser avisado mais cedo, o Marçal, eu só soube disso com menos
de 1hora para a convenção da chapa composta pelo PSTU. Coisas do
banco, em que as pessoas não estão em casa e podem atender o
telefone quando querem. E a maioria do Bancários de Base sequer pôde
ser avisada.    Resumindo: a bela iniciativa dos companheiros de base
da chapa, que reverteram 180 graus na política de veto que nos tinha
sido imposta e que permeara o debate desde o início, desde quando
cessaram as "sondagens" ou negociações sobre grupos da CUT/atual
sindicato, até aquele momento, 5 dias antes da inscrição, chegou a
tempo apenas de que se fizesse outra reunião no dia 19/05, no dia
seguinte, faltando 4 dias para a inscrição de chapa. Esta reunião,
aliás, foi a única em que se conseguiu discutir ALGUMA COISA DO
PROGRAMA. Alguma coisa, porque nem se fechou nada, nem listamos mais
concretamente os pontos de acordo (o que eu propus) e ainda, pelo
contrário, expressamos polêmicas sobre:   a) O enfrentamento à DS,
que nada mais é que o sindicato. Para nós, não passava nem pela
cabeça que pudesse haver divergência de que o eixo da chapa, junto
da defesa da reposição das perdas, isonomia e direitos, tivesse que
passar pelo combate à DS. Como seria impossível ser oposição sem
bater forte, de frente e como eixo diretamente no sindicato, a DS?
Pois não é que houve tal diferença, que os companheiros chamam de
diferença de "forma" ou coisa do tipo? Mas é exatemente o
contrário: é de concepção, de conteúdo e expressa o perfil geral
da chapa!;   b) A ratificação de nossa opção de atuar por fora dos
fóruns da Contraf/CUT, com uma pauta, mesa e campanha paralelas, o
que sempre se expressou no MNOB e agora mais ainda na superior Frente
nacional de Oposição. Este foi outro tema sobre o qual não se
concluiu haver acordo. Ou há? É uma discussão fechada e definida?
Se é, que bom. Não vai haver retrocesso. Mas não foi isso que se
disse na reunião;   c) A defesa absoluta da desfiliação da Contraf
e da CUT, com a convocação IMEDIATA de um plebiscito na base, o
qual, aliás, já está convocado e está sendo descumprido, num GOLPE
DA DS, que teve que engolir a aprovação desta proposta no
encerramento da greve passada, mas não cumpriu a decisão de
fazê-lo, rasgando a decisão da assembleia! O plebiscito estava
marcado para março!! Somos ou não a favor do plebiscito que até JÁ
FOI MARCADO PELA BASE e descumprido pela burocracia governista? E não
somos a favor de que se tivesse cumprido a resolução  DA BASE de que
fosse já em MARÇO? Se até a DS e a Articulação tiveram que
concordar e votar para isso (outra coisa é que depois não marcaram -
sabemos o porquê; porque tinham medo de perder!), alguém da
oposição poderia não ser a favor de que defendamos sua convocação
imediata?? Pois foi outro tema que não foi confirmado na reunião,
sob a alegação de dúvidas sobre esta discussão já estar madura
neste momento!!!;   Estas 3 discussões não são quaqluer coisa; pelo
contrário, são  A CHAPA e sua razão de ser. Afora temas comuns
entre nós, como a reposição das perdas, independência do governo e
autonomia dos partidos, etc; e eixos que todos defendem, incluindo
retoricamente a DS-Articulação-MES/PSOL, havia outro debate que não
é uma insignificância: a cabeça da chapa, que poderia ser
considerado um ponto "d" de diferenças.     d) A cabeça de chapa
nunca foi pautada por nós, porque realmente é secundária e
desimportante perto do programa e do método de discussão entre nós
e com a base, que é o que importa. Mas, se é menos importante,
tampouco é desprezível. Tanto que os companheiros fizeram questão
de ter esta cabeça da chapa, através do Cabeça. Ensaiaram convidar
outros 2 colegas, que estiveram compondo seu grupo para montagem de
chapa, o que tampouco expressava uma proposta "neutra", o que nem
seria possível. Mas a não aceitação dos companheiros, de cara, já
impunha, pela proposta deles, que o cabeça de chapa fosse o Cabeça,
militante do PSTU e seu dirigente, protagonista de todas as polêmicas
  recentes envolvendo a oposição em POA.    E sabe o que achamos
deste pleito, que foi o PSTU quem introduziu, de liderar a chapa?
Legítimo. Nós achamos normal que os companheiros queiram ter o
presidente da chapa. Assim como o seu programa, que não trata nem se
compromete com temas que para nós são caros.    Mas, assim como
respeitamos esta avaliação e proposta dos companheiros, nós também
pensamos que não apenas há espaço político, mas há uma
necessidade da base de ter uma chapa com um programa mais combativo,
incisivo e de ruptura, com uma alternativa nacional de oposição, da
mesma forma que achamos que temos trabalho de base e influência
suficientes para apresentaremos um nome para a cabeça da chapa.
Propunhamos, inclusive, que fosse o Marçal, que veio do MES, milita e
trabalha no BB onde o MES aderiu ao sindicato e há crise, etc. Mas,
também sobre isso, não houve acordo.        Os companheiros, que
discutiam sem estarmos podendo fazer parte das reuniões há um bom
tempo, também nos apresentaram suas propostas de nome apenas na
véspera do final de semana derradeiro. Nós discutimos isso também
ao final, e propusemos nosso nome. Numa circusntância normal, seria
simples resolver isso e o restante: marcaríamos uma convenção
unitária, com tempo de convocatória, com data, local e horário
combinados e votaríamos o que fosse divergente. Mas isto não pôde
ser feito, em nossa opinião por uma política desastrada de tentar
outros aliados, da direção do sindicato, quase até o final; e,
depois, pela ausência de reuniões entre nós, por desmarcamentos das
mesmas, vetos (depois desfeitos em parte), convenções unilaterais e 
tudo mais.       Assim, sem convenção unitária, o PSTU não abriu
mão de ser o cabeça de chapa. E, quanto às polêmicas políticas,
também não se recolveram, apenas se propôs que "depois se visse",
com a campanha já em andamento! Nós desde o início dissemos que
não seríamos anexados ou incorporados a chapa alguma. Aceitávamos e
aceitamos e contribuímos para dialogar de pré-chapa para pré-chapa
para tentar uma unificação. Democrática, sem vetos, com
discussões... Onde quem perdesse alguma disputa teria perdido
politicamente e tranquilamente militaria pela chapa unitária, visto
que numa composição todos têm que ceder e isso é salutar. Mas isso
não foi possível! Talvez se os "independentes" tivessem assumido a
discussão antes...       Quanto às repetidas citações da presença
de um companheiro não bancário na discussão marcada para o fim da
atrde do domingo, é lamentável. O companheiro, recém operado, sem
poder colocar os pés no chão, foi à reunião, justamente porque
NUNCA faltamos uma reunião de todas as que foram marcadas e que
dissemos que iríamos, e que tenhamos sido convidados. Fizemos todo o
esforço e estivemos em todas as discussões que nos permitiram estar.
O Vicente foi CONVOCADO desde a 1a reunião, pelos próprios
companheiros e por isso estava lá, como proposta do PSTU. Que também
convidou alguém do Sindcaixa, outro companheiro de SP, não
bancário, e negociaram pela chapa o tempo inteiro, para depois, aos
50min do 2o tempo, serem desautorizados pela base da chapa quanto ao
veto que nos impunham. Então que tipo de discussão e insinuações
veladas e sem cabimento são essas de que "o fulano, que não é
bancário" esteve na reunião? Uma despolitização e uma
falsificação em relação a quem convidou e quem conduziu as coisas
por fora da base.        Mas, voltando ao que interessa, pode ser que
estejamos errados e que sejamos tão "culpados" quanto, ou quase, ou
mais. Pensamos que não, pois sempre estivemos na oposição ao
sindicato, sem nunca sequer cogitar algo diferente no sentido da
conciliação. Por nós, este debate de unificação nem teria
iniciado, pois nunca teria havido divisão da oposição. Mas quem
sabe não tenhamos feito o suficiente?    O que importa agora, porém,
é tentarmos voltar a atuar em comum no máximo que for possível.
Acho que isso exige que a lista não seja usada para respostas e
réplicas e tréplicas infinitas, o que além de não resolver nada é
a expressão clássica da pequena-burguesda diletante que não milita
na luta de classes real.    Outra coisa, é aprendermos a respeitar
mais uns aos outros, como grupos e posições políticas, mesmo que
façamos debates duros politicamente. Se ater às discussões
específicas, por exemplo, já seria uma grande coisa.     Irmos
juntos ao encontro de PE seria mais importante ainda. Não vai acabar
com a campanha eleitoral daqui, pois seria só 1 final de semana; e,
pelo contrário, é a expressão máxima do que estamos defendendo nas
eleições, justamente; e pode ajudar a atuarmos em comum, mesmo em
chapas diferentes, por uma mesma estratégia, de apostar numa
direção nacional alternativa à Contraf/CUT e seus fóruns
contraficantes.       E, quanto às chapas, que não se desejavam
divididas, mas as quais as circunstâncias produziram, fomos nós quem
propusemos um protocolo de atuação comum: de unidade na comissão
eleitoral, na cessão de ataques mútuos, e na definição de apoio
mútuo no 2o turno, em caso de sua realização. PARA EXPLICAR: HÁ 2o
TURNO EM POA SE O VENCEDOR NÃO ATINGIR 50% + 1. Claro que ainda assim
era melhor uma chapa unificada, mas, não tendo saído, ambas as
chapas somam votos e se ajudam quanto mais votos cada uma fizer, para
levar a campanha ao 2o turno. No caso da ida dos companheiros, já tem
nosso apoio! No caso de irmos nós, sabemos que a posição deve ser a
mesma!   Assim esperamos que o debate entre nós fique em bom nível;
que não haja apelações; nem divisão de tarefas, com companheiros
que cumpram o papel de incendiar para outro vir apagar o fogo. E que
simplesmente consigamos militar respeitosa e coligadamente, mesmo que
sem ter saído a unificação. Podemos ter 2 chapas, mas uma campanha
ainda assim de atuação comum em muita coisa.   Abraço a todos e
votos de que os ventos que soprem do Maranhão sirvam de fato
político para fortalecermos uma oposição única e forte por fora da
Contraf/CUT, contra o governo e os governistas.   Matheus Crespo
Bancários de Base-RS e Frente Nacional de Oposição  
    DE: Carlos Henrique de Almeida 
 PARA: "oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br" 
 ENVIADAS: Segunda-feira, 23 de Maio de 2011 20:58
 ASSUNTO: [oposicao_bancaria] Duas chapas de oposição em Porto
Alegre
 Colegas da Oposição Bancária (Eleições Sindicato de Porto
Alegre e Região)
 Ontem, aconteceu nova reunião entre participantes da Oposição
Bancária (do Banrisul, BB, Caixa, Badesul, integrantes dos grupos
Democracia e Luta e da UNIDOS pra Lutar) e o representante do coletivo
Bancários de Base. O objetivo: avançar para a composição da chapa
Unificada da Oposição. Aguardava-se a posição dos integrantes de
Bancários de Base sobre a proposta para as eleições que ocorrerão
em junho. O representante de Bancários de Base foi Vicente Guindani,
do Sindicato dos Correios, já que Matheus Crespo, bancário da Caixa,
encontrava-se no Maranhão.
 Vicente Guindani, em nome dos bancários daquele coletivo, informou
que tinha autorização para apresentar os pontos programáticos
condicionantes: denúncia da atual direção sindical, em especial de
sua corrente interna DS (da qual faz parte o atual Presidente Juberlei
Bacelo); defesa de processo para deliberação na categoria sobre a
desfiliação da CUT, além do perfil de oposição ao governo. Não
houve discordância quanto ao mérito, registrando-se que, durante a
elaboração dos materiais, seria definida a melhor forma de
apresentar cada eixo, os quais já estão incorporados ao patrimônio
programático da Oposição Bancária de Porto Alegre. Ressalvando-se
que será necessário concretizar cada ponto para melhor diálogo com
a categoria.
 Um último elemento trazido por Guindani, representante de
Bancários de Base, e que não havia sido apresentado até então em
nenhuma outra reunião, foi a reivindicação de concorrerem com um
nome seu à Presidência da entidade. Essa exigência não havia sido
discutida na Convenção do dia 18. Guindani informou, então, que
todas as questões trazidas por ele, nesse domingo, eram as "propostas
para fechar" a chapa por parte de seu coletivo. 
 A proposta da Convenção do dia 18 de maio foi de trabalhar a
"cabeça de chapa" de forma conjunta a partir dos nomes apresentados
aos principais cargos: Presidente, Secretário Geral e outros para a
Executiva do Sindicato. É importante salientar que até agora não
tivemos a oportunidade de reunir com o contingente de colegas que
conformam a chapa da “Bancários de Base” - as reuniões sempre
foram entre diversos integrantes do processo que culminou com a
Convenção em 18/05, e os companheiros Matheus (Caixa) e Marçal
(BB); e neste domingo, com o companheiro Guindani dos Correios.
Sabedores de sua militância nas greves do BB e da Caixa, avaliamos
que seria importante apresentar nomes do grupo “Bancários de
Base” para compor entre os principais da Executiva. Propusemos
então que Carlos Henrique (Delegado Sindical do Banrisul - Democracia
e Luta) fosse indicado para a Presidência e que a Secretaria Geral
fosse indicada pelo coletivo coordenado pelos companheiros Matheus e
Marçal. Os nomes seriam trabalhados sempre conjuntamente, conforme
visão já exposta. Os próprios Matheus e Marçal foram lembrados
como exemplos para essa nominata. Sendo claro que é prerrogativa de
“Bancários de Base” indicar seus nomes.
 Vicente Guindani não assegurou condições de definição! Não
obstante, houve acordo para que mesmo a chapa não saindo conjunta,
haja um protocolo para uma campanha eleitoral fraterna entre os
setores da Oposição. Aceito de pronto por todos.
 Nesta segunda, 23, encerra-se o prazo para apresentação das
nominatas. A necessária e esperada composição dos setores da
oposição tem tempo exíguo para finalizarem uma proposta. De parte
dos que participamos da Convenção do dia 18/5 acreditamos que é uma
excelente oportunidade para fazer crescer a organização e a
consciência dos bancários e bancárias em relação à urgência de
uma Mudança no seu Sindicato e de uma Nova Direção Sindical,
comprometida com as lutas da categoria, com independência política,
democracia e combatividade.
 Uma chapa unificada de todos que reivindicam ser Oposição à atual
gestão fortalece muito o desafio. Mas, esta unidade deve estar
respaldada pela clarificação do programa, onde avançamos com os
companheiros. Também, da inserção e representatividade, do papel e
peso de cada banco nas lutas e na base da entidade, além do respeito
mútuo e do senso de responsabilidade.
 O debate programático que fizemos com os companheiros de
“Bancários de Base”, a disposição refletida pela Convenção do
dia 18 de chamado unitário e a nominata apresentada para ser
trabalhada conjuntamente refletem essas diretrizes. De nossa parte é
possível e necessário unificar.  
 Mobilização total:
 Hoje, inscrição das chapas. A Oposição enviará mensagem com o
calendário das reuniões de mobilização. 
 Em cada local de trabalho, vamos preparar a retomada do Sindicato
para a base da categoria e suas lutas. 
 E neste dia 23, toda a solidariedade com a paralisação dos
Municipários de Porto Alegre que reivindicam 18% de aumento ao
governo Fortunatti-Cézar Busatto.
 Assinam:
 Bancários de Oposição reunidos na Convenção do dia 18/5
 Democracia e Luta
 Delegados Sindicais
 Bancários independentes
 UNIDOS pra Lutar      
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