[Bancariosdebase] jornal/artigo
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Segunda Novembro 14 21:44:07 UTC 2011
Fiz algumas modificações na escrita, como nos outros textos, mas
não tenho propostas de mudanças no conteúdo.
Há um parêntesis (A CAIXA como parâmetro?) que não entendi.
Quanto ao financiamento do jornal, já enviamos a nota para pedir
reembolso do jornal da frente?
Sobre o churrasco dos grevistas, já estou convidando com a data de
26/11, espero que não tenhamos que mudar, e que se defina logo o
local.
Sobre o Encontro, estamos aguardando resposta do RN sobre auxílio
para uma das passagens. Conforme tínhamos conversado, vamos enviar
duas pessoas. A essa altura acho que os únicos nomes viáveis são eu
e a Rosana. Assim que tivermos a resposta temos que ser rápidos na
compra da passagem.
Saudações
Daniel
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“So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years!
Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!”
“Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos!
Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!”
Iron Maiden, “Wasted Years”
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On Seg 14/11/11 19:29 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
Olá Kamaradas!!. segue proposta pra bancos privados, resultado
discussão com Rosana, sandra e Messias. Assunto chato; Precisamos ver
juntos como viabilizar $ pro jornal. Tb precisamos definir
confraternização dos grevistas e fechar ida ao Encontro da Frente.
Temos que atentar pro calendário. Saudações aos comp em s. All
power to the people". ps; eu não sou "paga pau" de americano. Esta
é a consigna dos Panteras Negras, como é sabido. Valeu!!!
OS BANCOS PRIVADOS E A “RESSACA” DA CAMPANHA 2011.
Recebida a primeira parte da PLR, temporariamente coberto o cheque
especial e atualizado o parcelamento do cartão de crédito
(situação de boa parte da categoria), o bancário do Bradesco,
Itaú, HSBC (com boatos de incorporação pelo mesmo Itaú), Safra e
demais é chamado de volta à sua dura realidade. A sensação geral
é a de uma Campanha com muito barulho e pouco resultado. A apatia que
perdurou durante o processo, que moveu um número irrisório de
pessoas (na prática não houve greve em bancos privados), se soma ao
conformismo de milhares de bancari em s, pois ao mesmo tempo em que o
descontentamento com o patrão e o sindicato perdura, o sentimento de
impotência prevalece. E não poderia ser diferente, uma vez que a
relação de confiança com a entidade é algo que se perdeu pelo
caminho e que nossos “dirigentes’’ não conseguem ou não se
interessam em restabelecer. Isto apesar da argumentação de votação
massiva na “chapa do sindicato” em termos percentuais. O que a
atual diretoria não assume é que cada vez é menor o número
absoluto de associados e cada vez mais as nossas eleições
sensibilizam menos os bancari em s de privados, que na nossa base são
mais de 80%. E isto não é bom.
O ato do bancário de se desvincular do sindicato, no caso
específico da nossa base, além de fortalecer a burocracia
encastelada, enfraquece a entidade, na medida em que tal situação
leva mais bancários a não participarem de nada. O que facilita
enormemente a situação daqueles que tratam a entidade como coisa sua
e a instrumentaliza para a obtenção de objetivos outros (partidos,
correntes, grupos, indivíduos, etc). E não é a toa que grande
parte d em s bancári em s se recusam a contribuir para o desconto
assistencial, pois no seu entendimento não deve abrir mão de parte
substancial da sua renda pra viabilizar financeiramente uma entidade
com a qual a categoria majoritariamente não se identifica. E a
diretoria de nosso sindicato, por seu lado, não facilita em nada a
oposição dos interessados (os não associados) em contribuir, muito
pelo contrário. E isto em uma época onde a tecnologia pode
efetivamente diminuir em alto grau as dificuldades colocadas para
tod em s que não concordam com o desconto.
Por outro lado os problemas relativos ao cotidiano da categoria se
aprofundam. Se intensificam as demissões. Assédio moral e metas
prosseguem no mesmo patamar naturalmente absurdo. Aliás, sobre o
assédio, o tal acordo aditivo que alguns bancos assinaram, só servem
pra passar a impressão que o assédio deixou de existir. Mas na
verdade ele está camuflado pelo “acordo”, pois na prática
“empurra com a barriga” as denúncias e de certa forma inviabiliza
ações judiciais que buscam punir o banco e seus “gestores”, que
usam o assédio descaradamente como ferramenta para gerir e isto com
a total conivência dos banqueiros, claro.
No caso do Bradesco, agora temos novo ataque contra um setor
específico: a compensação. Com o fim da compensação
(reestruturação produtiva no sistema financeiro), estes
trabalhadores além de terem mudanças de peso na sua rotina como
mudança de horário, entre outros, correm o risco de perderem
remuneração, tanto no tocante ao adicional noturno, quanto eventuais
verbas de compensador. Os bancários querem respeito e solução
compatível pra um problema que já deveria ter tido solução
satisfatória (A CAIXA como parâmetro?). Também se avolumam
problemas de desvio e acúmulo de funções. E na saúde
descredenciamento de clínicas, laboratórios e profissionais e o
norte é cortar custos, independente das perdas na qualidade do
atendimento (o bancário e sua família que se “explodam”). O que
se percebe é um certo desinteresse de atacar a fundo a banca privada
(Bradesco, Itaú, etc). E como diriam os nossos diretores (se sérios
fossem), não temos que poupar nenhum banco, até porque nenhum deles
poupa ninguém, em particular o Bradesco, mas não só ele.
De fundamental importância que bancari em s de bancos privados tenham
a clareza de nossos limites com tal representação sindical. Por
outro lado, se entendemos que mudanças são necessárias, podemos ter
certeza absoluta que elas não virão por força e obra da atual
diretoria. Ainda que a ameaça de demissão seja constante, são
possíveis mudanças desde que passemos a nos organizar a partir dos
locais de trabalho. Com os cuidados necessários podemos avançar
neste sentido. Some-se a nós.
-------------- Próxima Parte ----------
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