[Bancariosdebase] texto de prosta paraa frente

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quarta Julho 4 01:19:48 UTC 2012


AS
AÇÕES DOS SINDICATOS GOVERNISTAS DA CUT ESTÃO FAZENDO PARA “AJUDAR” OS
BANCÁRIOS NESTA CAMPANHA SALARIAL.
 
 
·         .OS
SINDICATOS VINCULADOS À CUT FINGEM LUTAR PELA ISONOMIA – A luta pela
isonomia nos bancos públicos é até mais importante do que o índice de reajuste
salarial. Os sindicalistas governistas, para mostrarem que são “combativos”
chamam um Encontro Aberto pela Isonomia para o final de julho, início de agosto
para os funcionários da CEF. A questão é que o resultado destes encontros é
sempre remetido para as “mesas de enrolação permanente”, a ser discutido por um
“comando nacional” cujos membros não são eleitos pela base, além de pertencerem
ao mesmo grupo político do governo Dilma, nosso patrão. Isto é, na pratica nada
avança. É necessário que a discussão permeie durante toda a campanha salarial e
que as negociações sobre a isonomia ocorram em mesas separadas e
simultaneamente à mesa da FENABAN, com membros da base, indicados em assembleia
para acompanhar as negociações.
·         ENFRAQUECIMENTO
DO DELEGADO SINDICAL, E A PROPOSTA DO SURGIMENTO DOS “BUROCRATAS DE BASE”  - Cogita-se no maior
sindicato do país – São Paulo Osasco e Região, ligado à CUT – fazer uma mudança
estatutária para instituir a figura do “Diretor de Base”. Isso nada mais é do
que mais uma manobra para enfraquecer e desmoralizar o delegado sindical, que
vive o dia-dia dos bancários e sujeito às mesmas pressões e cobranças diárias
como qualquer bancário. Devemos fortalecer a organização de delegados sindicais
e de sua instituição em todos os bancos públicos e privados com todas as
prerrogativas de um diretor sindical, como inamovibilidade e estabilidade do
emprego; além das reuniões serem deliberativas quanto à organização da luta da
categoria. Se tal medida for implantada em São Paulo, o “modelo” poderá ser
exportado para o resto do país para substituir o delegado sindical e fazer
trabalho político de interesse patronal do seio da categoria.
·         SATÃDER
E CUTISTAS: A DUPLA DINÂMICA IMPÕE AOS BANCÁRIOS O ACORDO DE 2 ANOS – Os
sindicatos vinculados a CUT/governo aprovaram a renovação do atual acordo
coletivo (aditivo) a margem da campanha salarial. Embora tivessem alguns
penduricalhos a mais em relação ao acordo antigo, há uma péssima novidade: O
acordo tem validade de dois anos. Logo, os bancários do Santander não poderão
discutir o acordo no ano que vem. Isso é o sonho dos banqueiros e do governo,
pois isso enfraquece a organização dos bancários em torno de seus interesses. A
justificativa dos sindicalistas governistas para tal acordo é que “O período
de validade por dois anos dará mais tranquilidade a todos”....só se for para os banqueiros, aliados do governo
Dilma/PT.
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